O que um bom software de gestão de terceiros precisa ter em 2026? Conformidade, automação e integração operacional no centro da decisão

Por Santa Portal em 20/02/2026 às 11:49

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A gestão de terceiros e prestadores de serviço deixou de ser apenas operacional e passou a integrar governança, compliance e continuidade das operações. Com exigências como o envio do evento S-2240 ao eSocial e as atualizações constantes das Normas Regulamentadoras, o controle ganhou prioridade, porque multas e passivos trabalhistas seguem pressionando as empresas.

Ao mesmo tempo, a gestão de riscos de terceiros avança para modelos integrados, baseados em dados e automação. Em 2025, um estudo divulgado na VocêRH apontou que 80% das empresas já possuem estrutura formal para executar a gestão de riscos de terceiros, percentual que sobe entre indústrias sujeitas ao PGR e ao eSocial. Falando sobre o Brasil, essa evolução é impulsionada pela necessidade de reduzir autuações em SST e eliminar controles manuais que geram retrabalho e inconsistências. Portanto, em 2026, um software adequado precisa ir além do registro documental e oferecer gestão integrada, rastreabilidade e inteligência aplicada à tomada de decisão.

Neste artigo, você confere as tendências que se consolidaram nas ferramentas de gestão de terceiros, especialmente no modelo SaaS. Destacamos cinco pontos centrais, tomando como referência o BMS Integra, software de gestão de terceiros da BMS Tecnologia voltado ao controle, à conformidade e à redução de riscos.

1. Inteligência Artificial na análise documental e riscos

A aplicação de IA na pré-validação de documentos e na análise automatizada de riscos é a primeira grande tendência consolidada. Em vez de apenas armazenar arquivos, plataformas modernas passam a atuar na operação com validações e alertas baseados em regras. No caso citado como referência neste artigo, o BMS Integra, da BMS Tecnologia, aparece como exemplo desse movimento.

Essas soluções identificam inconsistências automaticamente e validam requisitos de normas como NR-10, NR-33 e NR-35. Consequentemente, a gestão deixa de se limitar ao alerta de documento vencido e passa a antecipar riscos que podem gerar bloqueios operacionais.

Com dados centralizados em dashboards, a alta gestão decide com base em informações consolidadas e atualizadas. Assim, a segurança do trabalho impacta diretamente a continuidade das operações e a proteção jurídica da empresa.

2. Gestão de riscos em tempo real

A integração entre controle documental e acesso físico às unidades é indispensável para indústrias, cooperativas e empresas do agronegócio. A liberação na portaria deve estar vinculada à regularidade documental do trabalhador, visto que qualquer falha pode gerar autuações e interrupções operacionais.

Um sistema adequado integra-se às catracas e bloqueia automaticamente o acesso diante de pendências. Dessa forma, reduz falhas humanas e diminui a exposição a acidentes envolvendo profissionais sem habilitação válida.

3. Experiência do prestador como fator de sucesso

A usabilidade costuma ser negligenciada. No entanto, sistemas complexos atrasam aprovações e sobrecarregam o time de SST com chamados recorrentes. Em 2026, facilidade de uso é requisito básico. Plataformas intuitivas orientam o fornecedor no envio de documentos e reduzem retrabalho. Como resultado, diminuem erros no upload e aceleram a liberação operacional.

O mercado prioriza soluções que oferecem suporte direto ao terceiro, evitando que a contratante assuma o papel de suporte técnico. Esse modelo de atendimento amplia a adesão dos fornecedores e mantém o fluxo documental organizado.

4. Conformidade regulatória e segurança de dados

O avanço do eSocial e a consolidação do Programa de Gerenciamento de Riscos colocam a conformidade no centro da gestão de terceiros, o que se torna ainda mais evidente em ambientes com alta exigência regulatória, como é o caso do Porto de Santos que abriu licitação para gerenciamento de resíduos perigosos, reforçando a necessidade de controle rigoroso. Dessa forma, o software precisa garantir rastreabilidade completa, histórico de auditoria preservado e evidências organizadas para apresentação em fiscalizações.

Adicionalmente, a LGPD e a segurança da informação deixaram de ser diferenciais e passaram a ser exigências formais. Por isso, empresas priorizam plataformas em nuvem com monitoramento contínuo e SLA definido, substituindo planilhas que expõem dados a perdas, vazamentos e inconsistências. O BMS Integra foi desenvolvido sobre infraestrutura em nuvem com aderência formal às exigências da LGPD, atendendo ambientes de alta exigência regulatória como portos, indústrias químicas e cooperativas do agronegócio.

A automação da conformidade reduz falhas operacionais, antecipa pendências regulatórias e assegura que apenas prestadores aptos realizem atividades críticas. Consequentemente, diminui riscos trabalhistas e fortalece a proteção jurídica da organização.

5. Implementação ágil e modelo SaaS transparente

O tempo de implantação é decisivo. Em um ambiente regulatório sujeito a mudanças frequentes, projetos que levam meses para entrar em operação comprometem a adaptação às novas exigências. Na prática, o modelo SaaS consolidado pelo BMS Integra permite go-live em torno de 15 dias, atualizações automáticas sem intervenção do cliente, escalabilidade conforme o volume de terceiros ativos e precificação previsível sem cobrança por usuário individual. Critérios que passaram a ser tão relevantes quanto as funcionalidades técnicas na decisão de compra.

Transparência financeira e entrega rápida de valor são prioridades. Nesse sentido, a solução escolhida precisa atender estas expectativas ao oferecer onboarding estruturado e suporte técnico próximo desde o início da operação.

Da burocracia à estratégia

Em 2026, o software de gestão de terceiros consolida-se como plataforma orientada por dados. A combinação de análise preditiva, integração com controle de acesso e foco na experiência do usuário estabelece o novo padrão do mercado. Empresas que incorporam essa gestão à governança reduzem riscos, evitam passivos e mantêm a operação estável.

Considerando todos esses pontos, a escolha do BMS Integra é assertiva, pois reúne simplicidade operacional e rigor normativo em um único ambiente com uma metodologia de implementação extremamente ágil. Assim, gestores direcionam atenção à prevenção de riscos enquanto a plataforma mantém tudo organizado para que a gestão ocorra de forma cada vez mais eficiente.

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