Menino de dois anos com paralisia cerebral precisa de doações de remédios e produtos de higiene

Por Noelle Neves em 13/12/2021 às 11:45

Os pais de Lucas Gabriel, de dois anos e sete meses, portador de paralisia cerebral, hidrocefalia e problemas renais, pedem ajuda com medicamentos e produtos de higiene para melhorar a qualidade de vida dele.

Segundo o pai, Marcos Lourenço, no momento, precisam de lenço umedecido, Big Fral (Juvenil), creme de hidratação, sabonete, cotonete, pomada para assaduras e remédios controlados (Rivotril e Gardenal). “Nós conseguimos pegar o Rivotril, mas ele precisa tomar o original e não temos como arcar com os custos. O creme para assaduras também é caro, porque precisa ser o que tem amêndoas”, contou.

Além disso, para ajudá-lo na locomoção, os pais lutam para conseguir uma cadeira de rodas adaptada.

A família mora na Vila Sônia, em Praia Grande, de aluguel, então também há a apreensão mensal de não ter o dinheiro para garantir a moradia. “Quem quiser nos ajudar com doações ou até um emprego para o meu marido, pode entrar em contato via telefone ou whatsapp”, explicou.

Para contatar Rosana ou Marcos, basta entrar em contato através do 13 99782-5209 ou 13 99659-7267.

A história de Lucas Gabriel

A gravidez ocorreu normalmente e o diagnóstico só foi fechado aos três meses de vida, quando a cabeça começou a crescer de maneira que não correspondia a idade. As dificuldades no início a deixavam apreensiva, especialmente pelas frequentes crises epiléticas.

De acordo com a mãe, Rosana dos Santos Barreto Lourenço, de 36 anos, sentiu algo estranho logo no nascimento, porque não conseguia sugar o peito, vomitava e perdeu peso nos primeiros dias após o nascimento, também chorava muito sem motivos aparentes. Com um mês, teve um derrame em casa e posteriormente, outro no hospital.

“Descobrimos a hidrocefalia, após pedirem uma investigação em um postinho. Drenaram um pouco da cabecinha dele para tirar o sangue pisado. Ele ficou com a cabeça aberta e deu meningite, causando a paralisia cerebral. Ficou internado dos três aos oito meses”.

A mãe precisou sair do trabalho para se dedicar a ele. O marido ainda não conseguiu um emprego fixo e faz bicos como pedreiro e pintor. “Tenho cinco filhos e é muito difícil, porque em alguns dias, não temos o que dar a eles”, desabafou em entrevista.

“Ainda não conseguimos o benefício do meu filho e teremos que entrar com um novo processo para receber gratuitamente a fralda, mas isso demora em torno de 40 dias”, disse a mãe.

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