Conheça cuidados e orientações para uma boa diversão na piscina

Por Anna Clara Morais em 17/01/2026 às 13:00

Freepik
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Além das praias, muito frequentadas em toda a Baixada Santista, as piscinas também apresentam diversos riscos, inclusive de afogamento, e acendem um alerta para cuidados que devem ser adotados, especialmente com crianças.

De acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), as piscinas e lares são responsáveis por 55% de todos os casos de óbitos por afogamento na faixa-etária de um a nove anos de idade.

No entanto, o tenente e porta-voz do grupamento de bombeiros marítimos (GBMar), Carlos Eduardo Campanhola, destaca que apesar do afogamento ser o principal tipo de ocorrência em piscinas, há outros riscos também presentes nesse ambiente.

“Tem também ocorrências de trauma, que são bastante comuns, principalmente em questão de brincadeiras. Piscinas com um excesso de pessoas pulando na água, às vezes acaba escorregando e gerando traumas, batendo a cabeça, fraturando membros”, explica.

Mesmo assim, existem algumas medidas que podem ser tomadas para evitar que qualquer tipo de acidente aconteça.

“Nós orientamos que as piscinas estejam com sinalização de profundidade, que pais e responsáveis por crianças façam uma supervisão ativa, sempre de olho nos pequenos […] evitar aquelas boias circulares que dão uma falsa sensação de segurança, mas são responsáveis por grande parte dos acidentes e incidentes”, alerta o tenente.

Caso a situação saia do controle e dê lugar a um acidente, a recomendação principal e mais importante é a de manter a calma e acionar o corpo de bombeiros através do 193.

“Principalmente em afogamentos o primeiro passo é oferecer um objeto flutuante para a pessoa. Caso haja condições de entrar na piscina e retirar a vítima, principalmente se for criança, pode ser feita a retirada desde que não exponha a risco quem for fazer o socorro. No caso de trauma, a orientação é de apenas deixar a pessoa deitada com a barriga para cima, com a coluna estabilizada sem movimentar muito a pessoa e estancar sangramentos até a chegada dos bombeiros. Não recomendamos o transporte por conta própria, isso pode agravar a situação”.

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