Onze praias de SP estão impróprias para banho às vésperas do feriado
Por Folha Press em 30/04/2026 às 20:00
Onze praias do litoral de São Paulo estão impróprias para banho, segundo relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) divulgado nesta quinta-feira (30), às vésperas do feriado do Dia do Trabalhador.
Das 175 praias monitoradas, onze estão irregulares para banho. A informação é do Mapa de Qualidade das Praias, que é atualizado semanalmente com a classificação de cada uma delas em duas categorias, própria ou imprópria. A próxima atualização será no dia 7 de maio.
Ilhabela é o município com mais praias impróprias. Na cidade litorânea, a Cetesb não recomenda o banho para quatro praias (veja lista completa mais abaixo).
A companhia orientou os banhistas a evitarem contato com a água do mar em praias classificadas como impróprias. Segundo o órgão, a exposição pode representar riscos à saúde.
Além de possíveis bactérias, as praias podem ser consideradas impróprias por outros motivos: pela presença de óleo devido a derramamentos de petróleo, ocorrência de maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças transmitidas pela água.
Veja a lista de praias impróprias:
Ubatuba
- Itaguá – dois trechos
- Rio Itamambuca
Caraguatatuba
- Prainha
São Sebastião
- São Francisco
Ilhabela
- Viana
- Perequê
- Praia do Julião
- Veloso
Guarujá
- Perequê
São Vicente
- Gonzaguinha
Quando uma praia fica imprópria?
As praias são classificadas em duas categorias principais: própria e imprópria. Desde janeiro de 2001, a classificação das praias em relação à balneabilidade segue os critérios da resolução n.º 274/00 do Conselho Nacional do Meio Ambiente. A categoria “própria” agrupa três subcategorias: excelente, muito boa e satisfatória.
Critério estabelece que quando são identificadas mais de 100 colônias de bactérias, a cada 100 mililitros de água, a praia é considerada imprópria para banho. Além das altas concentrações de bactérias fecais, uma praia também pode ser classificada como imprópria em outras situações que desaconselham o contato direto com a água. Entre essas situações estão: a presença de óleo devido a derramamentos de petróleo, a ocorrência de maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças transmitidas pela água.