Pais buscam recursos para montar UTI em casa para filho com microcefalia e atrofia muscular
Por Noelle Neves em 14/11/2021 às 08:15
O pequeno Ezequiel Júnior, de um ano e 11 meses, precisa de ajuda de aparelhos para sobreviver desde que nasceu. Ele tem microcefalia e atrofia muscular e a única maneira de receber alta do Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, e estar junto à família, é se tiver um quarto equipado com aparelhos de UTI. Até pouco tempo, os pais e os irmãos moravam em cima de uma palafita, na Zona Noroeste, mas conseguiram um apartamento com espaço o suficiente para montar a estrutura.
De acordo com o pai do menino Ezequiel Neves dos Santos, de 44 anos, o imóvel localizado na Rua Prof. Nelson Espíndola Lobato, no Rádio Clube, só foi alugado com auxílio de um advogado voluntário. No entanto, para que o tratamento em casa continue, algumas coisas precisam ser organizadas.
O local só tem dois quartos, onde dormem Ezequiel, a esposa e os outros oito filhos. Pela falta de recursos, só tem uma cama de casal e um fogão, deixados pela locatária. Sem dinheiro para o básico, agora pensam em como podem mobiliar para suprir a necessidade dos filhos e mais: montar a estrutura de UTI para o pequeno Ezequiel.
Atualmente, o pai recebe apenas R$ 1.000 como auxílio do INSS e um benefício da prefeitura. Por conta do tempo que passa com os filhos e ajudando a esposa, não pode trabalhar. “Se der tudo certo, conseguiremos tirar ele do hospital em janeiro. Mas precisamos de ajuda
A vakinha online está disponível para quem quiser e puder ajudar. Clique aqui para acessar. Além de dinheiro, a família precisa de fraldas no tamanho G, leite e alimentos para os filhos maiores.
Demais doações podem ser realizadas, basta combinar em um dos números abaixo.
99175-3390 – Ezequiel
Entenda a história de Ezequiel Júnior
O pequeno nasceu prematuro de 6 meses, com 905 gramas, após a mãe enfartar por conta da pré-eclâmpsia. Como consequência, Juliana Santos da Hora, de 37 anos, perdeu os movimentos na parte esquerda do corpo e hoje, se locomove com ajuda de uma cadeira de rodas.
A família morava de aluguel, mas o proprietário do imóvel subiu o valor a ser pago mensalmente, o que fez com que precisassem se mudar para um quartinho na casa da avó da criança, em cima de uma palafita, na Zona Noroeste, em Santos.
O espaço não comportava os pais e os outros 8 filhos. Então não acomodaria tudo o que o bebê precisa para sobreviver. De acordo com ele, os médicos vistoriaram o local e consideraram impróprio para o bebê.