Queda do elevador: Marinha disponibiliza novos imóveis para quem vivia no Edifício Tiffany

Por Ted Sartori/#Santaportal em 30/01/2020 às 12:39

SANTOS – A tragédia no Edifício Tiffany, na Vila Belmiro, em Santos, na qual um elevador despencou desde o quinto andar e passou por oito níveis, matando quatro pessoas da mesma família completa um mês hoje. Ainda não há respostas definitivas para a causa do acidente, ocorrido em 30 de dezembro, mas providências seguem sendo tomadas desde então. É o caso do que a Marinha tem feito, pois o prédio era destinado a oficiais da corporação.

A Marinha disponibilizou residências para os familiares das vítimas e moradores do edifício que tenham alguma dificuldade motora, em razão da ausência do elevador. Algumas pessoas, inclusive, já se mudaram do local dentro dessas circunstâncias. É uma forma de, segundo a corporação, minimizar os transtornos causados pelo acidente. Soma-se a isso assistência social e psicológica.

Correm em paralelo dois inquéritos: um da Marinha e outro da Polícia Civil. Ambos enviaram peritos para o edifício e as análises seguem sendo feitas. O Santaportal apurou que a corporação procurou a Polícia Civil nesta semana para saber a respeito do andamento da perícia. Na conversa, não houve definição de prazo para o término. Assim, a Marinha fica de mãos atadas, pois só pode substitiuir o equipamento depois disso.

Por sua vez, a Prefeitura de Santos aguarda até 6 de fevereiro que a empresa Villarta, responsável pela manutenção do elevador, emita laudo a respeito das condições do equipamento.

Os mortos na tragédia foram Jucelina Santos, esposa de um suboficial da Marinha (o prédio era destinado exclusivamente a militares da corporação), o casal Edilson Donizete e Lucineide de Souza Goes, além do filho Eric Miguel. Segundo o Instituto Médico Legal, a causa foi politraumatismo.

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