Mais de R$ 1 milhão são investidos no combate ao mosquito aedes aegypti no Porto de Santos
Por #Santaportal em 02/03/2016 às 15:19
PORTO – O Governo Federal vai investir mais de R$ 1 milhão no combate ao mosquito aedes Aegypti no Porto de Santos. Uma empresa foi contratada para fazer o monitoramento em toda área portuária, e armadilhas foram espalhadas para monitorar os criadouros.
“Esta nova empresavai nos auxiliar para aumentar o número de pessoas. Hoje nós teremos um corpo técnico formado por 16 pessoas, que vão nos ajudar no combate. Além disso, eles vão trazer equipamentos diferenciados para que a gente possa fazer vistoria em locais onde antes a gente não conseguia”, afirma a superintendente de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho Márcia Jovito.
Com o contrato, a empresa vai auxiliar na eliminação de criadouros do mosquito em áreas de difícil acesso do Porto. “Essa empresa está trazendo um caminhão com um pulverizador que tem a capacidade de longo alcance. Isso vai nos ajudar na atuação de sucata, de material empilhados que a gente não pode retirar do local, mas que a gente tem que garantir o tratamento”, conta a superintendente.
A parceria no combate ao aedes aegypti começou no mês fevereiro desse ano, e será desenvolvido inicialmente por 180 dias. As armadilhas também são grandes aliadas, e atualmente 22 delas estão espalhadas pela área portuária.
De acordo com médico veterinário Daniel Ragoneti de Moraes, elas permitem o monitoramento de lugares onde há maior concentração do mosquito. “Essas armadilhas imitam um criadouro do mosquito, elas têm água e um atrativo no seu interior para poder atrair a fêmea do aedes aegypti. Ela serve não para combater, e sim para monitorar o local onde ela está instalada para saber o nível de infestação. É um indicador do monitoramento”, explica.
As armadilhas são colocadas em locais estratégicos, e a partir de agora também serão instaladas na margem esquerda do Porto, em Guarujá. Lá a gente vai ter a colocação de aproximadamente 10 armadilhas que vão nos ajudar a identificar pontos prioritários de ação. Com essa possibilidade de colocação de armadilhas na margem esquerda a gente consegue fazer um levantamento de possíveis focos e como a gente vai atuar”, finaliza Márcia.