Após sumiço do corpo de bebê, família quer processar responsáveis

Por #Santaportal em 06/01/2014 às 19:30

A família do bebê morto que sumiu durante os trâmites para retirado do corpo da criança, no último fim de semana, quer processar os responsáveis pela confusão. O hospital Ana Costa, e a Osan, estão envolvidos no procedimento. A assessoria de imprensa do hospital lamentou o ocorrido e disse que o problema aconteceu por falha na comunicação. Já a Osan não se pronunciou sobre o assunto.

O tio da menina que nasceu morta,Ayrton Paulo,confirmou, nesta segunda-feira (6), que a família vai entrar com um processo contra os estabelecimentos. Segundo Paulo, Cleise Araújo estava grávida de 7 meses quando se sentiu mal na noite da última sexta-feira (3). A jovem foi levada para um hospital em Mongaguá, onde o médico de plantão informou que não conseguia ouvir o batimento cardíaco do bebê e instruiu a mãe a ir para Santos, local onde estava sendo realizadoo pré-natal.

Ainda de acordo com o tio da criança, a gravidez de Cleise era de risco, pois ela tinha problemas com a placenta. No trajeto até o hospital em Santos, a mãe sentiu dores muito fortes o que induziu a fazer um parto de emergência na unidade do hospital na cidade de Praia Grande, em uma sala anexa próximo ao estacionamento. Os médicos confirmaram a morte da criança assim que o parto foi realizado. Em seguida a mãe foi transferida para Ana Costa de Santos, e o corpo do bebê encaminhado para o necrotério do hospital.

No sábado (4) quando os familiares foram levar a documentação para retirar o corpo do bebê, receberam a notícia que o corpo não estava no local. Segundo Ayrton Paulo.o enterro que estava marcado para às 9h teve que ser adiado, pois a Osan alegava que o corpo ainda estava no o hospital. Já os funcionários do hospital alegavam que a Osan havia retirado o corpo. Por volta das 15h, o corpo do bebê foi encontrado no hospital. “Eles disseram que o corpo sempre esteve lá, que o funcionário da Osan é que não havia encontrado, mas vamos pedir para investigar isso”, afirma o tio da criança.

Durante a confusão, foi levantada a hipótese de que o corpo não seria da menina que nasceu morto. Pouco tempo depois, a família reconheceu a criança, e não foi realizado o procedimento. Afamília irá processar os dois estabelecimentos pela falta de responsabilidade no caso. A mãe da bebê teve alta no domingo (5), às 10h, e só foi informada do ocorrido quando o caso já estava esclarecido. O caso foi registrado na delegacia Sede de Praia Grande.

Em nota, o Hospital Ana Costa disse pede desculpa pelo transtorno causado e se sensibiliza pelo momento que a família vive. OSantaportal entrou em contato com Osan, mas foi informado que os assessores de imprensa estão férias.

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