Fiesp entra para a campanha Vou de Túnel que defende ligação seca entre Santos e Guarujá
Por #Santaportal em 20/04/2021 às 17:10
TÚNEL – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) passou a fazer parte da Campanha Vou de Túnel nesta terça-feira (20). A campanha defende o projeto do túnel imerso entre Santos e Guarujá como ligação seca entre os municípios e para o desenvolvimento do Porto de Santos.
Mais de 40 empresas apoiam o movimento, para consultar quais são elas, basta acessar o site do Vou de Túnel (clique aqui ).
O ex-presidente da Autoridade Portuária de Santos (SPA) e porta-voz da Campanha Vou de Túnel, Casemiro Tércio Carvalho, considera importante o apoio da Fiesp para a iniciativa.
Ele destaca que, no início de abril, a Santos Port Authority (SPA) abriu um chamamento público para receber estudos sobre o traçado do túnel.
O ingresso da Fiesp como apoiadora da Campanha Vou de Túnel e o recente lançamento do chamamento público para os estudos sobre o modal são demonstrações claras de que estamos no caminho certo para solucionar uma demanda histórica da comunidade local e do setor portuário, além de impactar positivamente a economia nacional com o desenvolvimento do principal porto brasileiro, analisa.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, destaca que a ligação seca é discutida há décadas e, segundo ele, trata-se de uma obra necessária, tanto para a região da Baixada Santista, quanto para o Porto de Santos. São Paulo espera há muito por uma ligação seca entre Santos e Guarujá e consideramos que o túnel é a melhor alternativa, tanto para a comunidade quanto para a operação portuária, explica.
Em recente visita técnica ao Porto de Santos, realizada em fevereiro, o presidente da Fiesp defendeu tecnicamente o projeto do túnel imerso para a ligação seca entre os municípios. Estudos mostram que a opção do túnel seria mais vantajosa por uma série de razões, inclusive razões técnicas, além de investimentos e resultados. Por essa razão, ao nosso ver, seria mais interessante a solução através de um túnel e não de uma ponte para a ligação seca, definiu Skaf na ocasião.