Com a chegada do verão, e consequentemente das altas temperaturas, é natural que o consumo de vinhos mais leves, menos encorpados e tânicos, seja a opção da maioria do público consumidor.





Os vinhos brancos têm características, como regra, que se adaptam facilmente ao clima quente. Primeiro, porque tanto seus aromas como paladar trazem notas que nos remetem ao verão, tais como frutas cítricas, frutas tropicais e flores, além de uma acidez e mineralidade que refrescam. Segundo, porque são vinhos que pedem uma temperatura mais baixa no consumo, o que também nos traz um frescor.





As castas mais procuradas nos vinhos brancos são, sem dúvida alguma, a Chardonnay (que em alguns casos pode não ser tão refrescante, pois a depender da proposta da vinícola, ela pode ter um estágio em barrcas de carvalho e ganhar uma maior densidade, de sorte a poder harmonizar com pratos mais “pesados”), a Sauvignon Blanc (esta, realmente refrescante), a Chenin Blanc (há excelentes exemplares do Vale do Loire e da África do Sul), a Alvarinho (muito utilizada em brancos portugueses e espanhóis, sendo que neste segundo caso é denominada de Albariño), a Aligoté (casta francesa utilizada em alguns brancos da Borgonha, onde, entretanto, ainda reina absoluta a Chardonnay) e a Riesling (utilizada em fantásticos vinhos alemães e da Alsácia).





Os rosés também contam com grande simpatia quando se trata de vinhos refrescantes, sendo certo que são feitos com uvas tintas, porém o contato com a casca é menor do que na produção do vinho tinto, proporcionando uma coloração rosácea ao vinho, mas sem transferir a ele algumas características dos vinhos tintos, notadamente o tanino mais intenso, o que lhe confere uma maior leveza.





Quanto aos espumantes, além de serem associados a comemorações em geral, também são diretamente ligados ao clima mais quente, posto que são realmente refrescantes. Temos vinhos espumantes sendo produzidos no mundo inteiro, sendo certo que o mais famoso deles é, sem qualquer dúvida, o champagne. O Brasil, entretanto, tem se destacado na produção destes vinhos, e com preços que cabem no bolso de todos.





Por fim, e ainda que pareça menos atrativo, os tintos também podem ser facilmente consumidos no verão, ainda que você não esteja dentro de um ambiente climatizado, pois existem castas que nos conferem vinhos leves e agradáveis para o consumo de pratos típicos desta época do ano.





Podemos exemplificar com as uvas Pinot Noir (notadamente os vinhos produzidos na Borgonha e no Chile), a Gamay (que é utilizada para a produção dos Beaujolais) e a Barbera (uva utilizada nos vinhos Barbera d’Asti, do Piemonte).
Selecionamos abaixo 20 rótulos que podem satisfazer nossos leitores.





1) Domaine Gautheron – Chablis (100%Chardonnay) – Região: Chablis/Borgonha/França – R$ 195,00 – Delacroix Vinhos





2) Domaine Du Four Bassot – Aligoté (100% Aligoté) – Região: Côte Chalonnaise/Borgonha/França – R$ 127,00 – Anima Vinum





3) Saint Clair Winery - Malborough Sun (100% Sauvignon Blanc) – Região Malborough/Nova Zelândia – R$ 147,90 – Grand Cru





4) Robertson Winery – Chenin Blanc (100% Chenin Blanc) – Região: Robertson Valley/África do Sul – R$ 75,59 – Vinci





5) S.A. Prüm – Riesling Solitär (100% Riesling) – Região: Vale do Mosel/Alemanha – R$ 169,00 – Vindame





6) João Portugal Ramos – Alvarinho (100% Alvarinho) – Região: Melgaço/Portugal – R$ 189,90 – Bebidas do Sul





7) Domaine de Saint Ser – Cuvée Prestige Rosé (Cinsault/Grenache/Syrah) – Região: Provence/França – R$ 127,20 – Chez France





8) Vinícola Suzin – Rosé (60% Merlot, 10% Malbec, 15% Cabernet Franc e 15% Petit Verdot) – Região: São Joaquim/Santa Catarina/Brasil – R$ 69,00 – Empório Augusta





9) Castello di Ama – Purple Rose (80% Sangiovese e 20% Merlot) – Região: Toscana/Itália – R$ 391,37 – Mistral Importadora





10) Rémy Pannier – Rosé d’Anjou (Grolleau Noir, Gamay e Grolleau Gris) – Região: Anjou/Vale do Loire/França – R$ 125,70 – Winerie.com





11) Vinovalie Les Vignerons – Rosé Pìscine (100% Négrette) – Região: Sudoeste/França – R$ 112,50 – Divinho





12) Maison Perrier Jouët – Champagne Grand Brut (Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay) – Região: Champagne/França – R$ 349,99 – Pão de Açúcar





13) Vinícola Salton – Brut Rosé (80% PinotNoir e 20% Cardonnay) – Região: Bento Gonçalves/Rio Grande do Sul/Brasil – R$ 26,90 – Meu Vinho





14) Família Geisse – Cave Amadeu Brut (80% Chardonnay e 20% Pinot Noir) – Região: Pinto Bandeira/Rio Grande do SuBrasil – R$ 63,00 – Casa Santa Luzia





15) Maison G.H. Mumm – Cuvée Brut (Chardonnay e Pinot Noir) – Região: San Rafael/Mendoza/Argentina – R$ 69,99 – Clube Extra





16) Martini – Prosecco (Glera, Chardonnay e Pinot Noir) – Região: Veneto/Itália – R$ 80,99 – Imigrantes Bebidas





17) Bodegas Salentein – Cuvée Speciale Extra Brut (65% Chardonnay e 35% Pinot Noir) – Região Valle do Uco/Mendoza/Argentina – R$ 133,00 – Zahil Importadora





18) Maison André Goichot – Beaujolais Villages (100% Gamay) – Região: Beaujolais/Borgonha/França – R$ 169,00 – World Wine





19) Domaine Taupenot-Merme – Bourgogne Passetoutgran (100% Pinot Noir) – Região: Morey St. Denis/Borgonha/França – R$ 235,00 – Cellar Vinhos





20) Icardi – Tabaren Barbera d’Asti (100% Barbera) – Região: Asti/Piemonte/Itália – R$ 166,00 – Via Vini