Após ter sido um dos personagens menos explorados e até mesmo com um certo apelo do público, Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) finalmente conseguiu sua série solo depois de quase 10 anos participando de filmes da Marvel. Sendo a última produção do estúdio a ser lançada em 2021 (que nos brindou com três filmes e quatro séries, até então), a sensação não é de que finalmente veremos o pensamento e sim que ele está começando a “passar sua tocha”.





A história tem inicio em 2012, quando a então criança Kate Bishop (Hailee Steinfeld) acaba presenciando o ataque de Nova York por Loki e os alienígenas, sendo salva pelo próprio Clint. Nutrindo uma paixão pelo estilo do próprio até então, ela começa a se tornar uma grande perita em arco e flecha. Porém devido a um conflito com seu futuro padrasto Jack Duquesne (Tony Dalton), ela tem seu caminho cruzado com Clint.









Imagem: Marvel Studios (Divulgação)





Confesso que nestes dois primeiros episódios fica nítido que o roteiro não quer deixar pontas soltas ao máximo, em seu roteiro. Ele já se preocupa em explicar o porquê de determinadas situações apresentadas, e até mesmo as consequências na vida de Clint após os eventos de “Vingadores Ultimato” (que agora lhe renderam problemas auditivos). Por este quesito é necessário você ter visto pelo menos os quatro filmes da franquia citada, para poder se habituar neste universo.





Com cenas de ação e lutas bem coreografadas e filmadas, a sensação que temos é de que a Marvel ainda sabe fazer ótimas produções mais “pé no chão” como o recente “Falcão e o Soldado Invernal”, só que ainda é cedo para ter um veredito sobre essa nova atração do estúdio. Afinal de contas, teremos mais quatro episódios pela frente.





Mas eu posso garantir que em seu princípio, a série “Gavião Arqueiro” já deixa claro que servirá para abrir novas portas para futuras atrações da Marvel nos cinemas e nas telinhas.