"O Fit foi…" foi o início da segunda parte da resposta para a primeira pergunta das três que enviei para a Honda durante a live de lançamento do New City. A pergunta não foi lida no ar, mas respondida menos de duas horas depois, via assessoria de Imprensa (uma das mais eficientes do setor, diga-se de passagem). Resposta clara e objetiva, que confirma três notícia em uma só: o City chegou à quinta geração, ganhou uma versão hatch e o Fit dá adeus ao mercado depois de 18 anos.






Isso quer dizer que não veremos mais o hatch nas ruas? Não, claro que não. Apenas deixaremos de ter modelos 0km.
De acordo com a Honda (e aqui vai um copia e cola da resposta), "a decisão foi centrada em melhor atender os desejos e expectativas do consumidor brasileiro. O cliente do Fit tem no New City hatchback uma excelente alternativa. O Fit foi um modelo icônico, cumprindo um papel importante no line up da Honda por muitos anos. Adquiriu uma legião de fãs pelo país ao apresentar valores únicos como espaço amplo e versátil, principalmente devido ao inovador sistema Magic Seat. E o City Hatchback é capaz de oferecer muito mais".






Ou seja, o Fit foi. e o New City hatch vem.






Em um ponto da resposta a Honda foi precisa: espaço interno. De fato o Fit tem. E tanto a carroceria quanto este investimento em áreas internas eram muito comuns em 2003, quando o Fit desembarcou no Brasil. Na concorrência tinha nomes como Fox e Mercedes Classe A. Na época, inclusive, a Volkswagen batia bastante na tecla do espaço interno. E o Fox inaugurou a tal posição altinha de dirigir. Já falamos sobre isso.






O Fit chegou em abril de 2003, nas versões LX e LXL, com motorização 1.4 de 80 cv e transmissões manual e CVT . Em fevereiro de 2005 chegou a versão EX, com motor 1.5 VTEC de 105 cv. Em abril de 2008 já eram 200 mil unidades vendidas.






A estreia da segunda geração foi no Salão do Automóvel daquele ano e o nome dado foi…New Fit (hum, New City, interessante). Tinha quatro versões: LX e LXL (motor 1.4) e EX e EXL (1.5). E veio o câmbio automático também. Em janeiro de 2011 surgiu a versão DX, com calotas plásticas no lugar das rodas de liga leve.






Houve uma reestilização em 2013, a criação do Fit Twist (aventureiro) e a criação da versão CX para o lugar da DX. A terceira geração, de 2014, foi a primeira produzida na planta da Honda em Itirapina (SP), para onde vai toda a produção.






Particularmente, sempre gostei do Fit. Simples e objetivo, espaçoso e econômico. Carro bom para o dia a dia. Acredita a Honda que haverá uma migração do Fit para o New City. A ver.





Aceleremos, mas não mais um Fit novo e, sim, o New City.






Aceleremos!!