O Estado de São Paulo registra, em média 193 casos de leishmaniose visceral em seres humanos por ano. Desse total, cerca de 15 pessoas não resistem às graves lesões provocadas pela enfermidade e morrem. "Essa enfermidade é provocada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada do chamado 'mosquito palha', nome popular da Lutzomyia longipalpis. Esses vetores são encontrados nas diferentes regiões de nosso país e costumam picar cães e também os seres humanos, o que facilita a disseminação do problema entre as espécies", explica o médico veterinário Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.





O índice paulista de óbitos é o sétimo maior do país. Já o número de casos é o oitavo mais alto: a maior incidência está no Maranhão, que tem média de 497 registros anuais. Os dados são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde. Os dados oficiais entre 2010 e 2019 indicam que 1 a cada 12 casos de leishmaniose visceral evoluiu para óbito motivado exclusivamente pela doença. Nesse período de 10 anos, foram contabilizadas 1.934 pessoas infectadas pelo protozoário, com 147 óbitos em São Paulo.





"Pesquisas mostram que para cada cão com sintomas de leishmaniose visceral em regiões endêmicas outros cinco podem estar assintomáticos, o que potencializa o poder de disseminação da doença – especialmente em épocas com forte presença do mosquito palha", detalha Dias.





Por isso, é preciso estar atento a alguns sinais clínicos em cães como: desânimo, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento progressivo, perda de massa muscular, descamações na pele, feridas no focinho, orelhas, região das articulações e cauda, além de perda de pelos, crescimento exagerado das unhas, vômito e diarreia. “A leishmaniose visceral, também acomete órgãos internos como baço, fígado, rins, entre outros. Caso algum destes sinais seja observado é muito importante que um médico-veterinário seja consultado para a realização do diagnóstico.”





Prevenção é a palavra-chave para evitar que o mosquito palha transmita a leishmaniose de cão para cão e de cão para os seres humanos. "A melhor forma de prevenir a doença é manter o mosquito transmissor longe dos animais. E isso tem sido feito com sucesso a partir do uso de coleiras antiparasitárias, item indispensável, prático e eficaz na prevenção desta enfermidade grave e fatal disseminada em todo Brasil”, ressalta o gerente da Vetoquinol.





Para auxiliar no combate à leishmaniose visceral, a Vetoquinol – uma das 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo – desenvolveu Frontmax a única coleira disponível no mercado que protege os cães por até 8 meses contra os contra os mosquitos transmissores da leishmaniose, pulgas e carrapatos, além de uma combinação exclusiva de três princípios ativos, que ficam em contato com a gordura da pele e pelos do animal e que são liberados de forma gradativa e contínua durante todo o seu período de ação.





"O processo de produção de Frontmax é inovador, pois utiliza termopolímeros que impedem a oxidação dos princípios ativos quando expostos à luz solar, além de dermocosméticos que contribuem para a redução das possíveis reações de pele. Resistente à água e sem cheiro, a coleira é indicada para cães de todas as raças", complementa Andrea Nagata, gerente de produtos para animais de companhia da Vetoquinol.