Santos comemora seis anos do tri da Libertadores; ídolo Léo afirma que foi sua maior conquista

Por Mônica Basile/#Santaportal em 22/06/2017 às 07:38

SANTOS FC – Há seis anos, no dia 22 de junho de 2011, o Santos conquistava mais um importante título de sua história. Na noite daquela quarta-feira, no Pacaembu, o Peixe derrotou o Peñarol (Uruguai), por 2 a 1, e levou o terceiro troféu da Copa Libertadores da América de sua história. Um dos integrantes daquela equipe, o ex-lateral-esquerdo Léo, titular daquela campanha vitoriosa, falou em entrevista exclusiva ao #Santaportal sobre a conquista.

Entre os muitos títulos conquistados com a camisa santista, o ex-jogador não tem dúvidas de que a Libertadores de 2011 foi seu maior título no Alvinegro Praiano. “Incontestável (como a maior). Você conquistar títulos no Brasileiro é importante, mas você conquistar um título do tamanho da Copa Libertadores, só quem conquista sabe o que é, né. É um prazer, o título máximo para um clube. Eu fico muito feliz em fazer parte dessa história e espero que esse grupo posso também dar esse presente para o torcedor”, afirmou Léo, blogueiro do Santos no #Santaportal .

Na fila há 48 anos, com títulos em 1962 e 1963, ainda na Era Pelé, o time da Vila Belmiro contava com grandes nomes no vitorioso time de 2011. Neymar e Paulo Henrique Ganso comandavam a equipe, mas o Santos contava também com Léo, Danilo, Elano, Arouca, Durval, Edu Dracena, entre outros, todos dirigidos pelo técnico Muricy Ramalho.

A campanha vitoriosa daquele ano teve seus percalços. O time não teve um bom início na competição, que somado aos tropeços no Campeonato Paulista daquela temporada, levaram a demissão de Adilson Batista do comando. Marceo Martelotte assumiu interinamente a equipe, até a contratação de Muricy. Na ocasião, o experiente treinador chegou com uma missão difícil: ganhar seus dois últimos compromissos para classificar o Peixe para o mata-mata do torneio.

No primeiro desafio, contra o Cerro Porteño (Paraguai), mesmo sem Neymar, Elano e Zé Eduardo, o Santos contou com as grandes atuações de Danilo e Ganso para derrotar os donos da casa na capital paraguaia. No último jogo da primeira fase, vitória sobre o Deportivo Táchira (Venezuela), no Pacaembu, e vaga garantida nas oitavas de final.

Depois, para chegar até a final, Neymar e companhia eliminaram América (México), Once Caldas (Colômbia) e Cerro Porteño.

A primeira partida da final aconteceu no Uruguai, uma semana antes, em clima tenso. Apesar da catimba uruguaia e da pressão da torcida, os santistas seguraram o 0 a 0 no Estádio Centenário de Montevidéu. No Brasil, Neymar e Danilo fizeram os gols da vitória, que embalaram um estádio lotado. O gol do adversário foi contra, de Durval, o que não prejudicou em nada a festa alvinegra.

Para Léo, não houve um jogo que tenha sido mais complicado que outro. “Não tem uma partida que foi mais difícil. Libertadores é muito complicado, é um campeonato diferente de todos. Quando você chega na final é a hora de você credenciar tudo aquilo que você sofreu até chegar ali. Foi um jogo difícil, complicado, com o peso de muito tempo sem conquistar acrescentado. Mas com o time que a gente tinha seria difícil perder esse título”, concluiu.

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