Além de gols e viradas, os números também reforçam: Esta é a Copa das Copas
Por Vitor Anjos/Colaborador em 02/07/2014 às 17:22
A Copa do Mundo de 2014 já entrou na história do futebol como uma das mais emocionantes de todos os tempos. Mesmo estando apenas nas quartas de final, a competição já proporcionou jogos eletrizantes, com muitos gols e viradas fantásticas.
“É a Copa das Copas com certeza. Além dos vários gols, tem partidas emocionantes, com surpresas. Jogos de tirar o fôlego, sendo decididos nos minutos finais, é a melhor que eu já vi”, conta empolgado o estudante Jefferson Gomes.
Porém, esta Copa não está sendo considerada uma das melhores de todos os tempos só pelos torcedores. Os números também comprovam que o Mundial do Brasil está com partidas mais equilibradas, disputadas e emocionantes.
O número de gols já é o primeiro fator relevante. Desde a estreia do Brasil contra a Croácia, no dia 12 de junho, até o término das oitavas de final, a rede foi balançada por 154 vezes, número que já supera toda a Copa da África do Sul, de 2010.
Esta já é a Copa com o terceiro melhor número de gols da história. Por enquanto, está atrás do mundial da Coreia e do Japão em 2002, com 161 tentos marcados, e do recorde de 171 gols na França em 98.
“A gente fica aflito vendo jogos de outras seleções, torce contra, a favor, também estamos vendo as partidas se decidindo nos últimos minutos, lances únicos, tudo que a Copa de 2010 teve de tédio, essa está tendo de emoção”, afirma o humorista e torcedor Diego Nogueira.
Além dos gols, o Mundial do Brasil tem se notabilizado pelas surpresas e partidas decididas nos últimos minutos. Além das eliminações precoces de Inglaterra, Itália, Portugal, e da histórica classificação da Costa Rica às quartas de final, já foram 19 gols marcados depois dos 40 minutos do segundo tempo.
Na próxima sexta-feira (04), às 17h, na Arena Castelão, Brasil e Colômbia se enfrentam na primeira decisão das quartas de final. Mesmo faltando oito partidas para o término do Mundial, os torcedores já estão sentindo saudades da Copa.
“É triste. Por mim teria série B da Copa, para termos Copa o ano todo. Uma só está pouco”, lamenta Diego.