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27 de Novembro de 2021

  • 03/11/2021 às 14:34

    Roberto Bolaño e o Dia dos Mortos

    2 de novembro Fui cordialmente convidado a fazer parte do realismo visceral. Claro que aceitei. Não houve cerimônia de iniciação.

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  • 28/10/2021 às 11:33

    Duas visões do porto de Santos: epidemias e os versos melancólicos de Ribeiro Couto

    “Melancólicas canções de Ribeiro Couto” faz parte das atividades de 15 anos do Leia Santos Atividade criada especialmente para as

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  • 01/09/2021 às 21:50

    Ribeiro Couto e os dias chuvosos

    Parece que os dias de chuva do inverno deste ano já se foram, mas eles me lembraram dos versos de

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  • Geral
    18/04/2021 às 13:14

    Dois nascimentos, duas mortes e um pequeno navio

    A esperança pertence à vida, é a vida mesmo se defendendo Julio Cortázar Duas personagens: um operário e um médico.

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  • 21/02/2021 às 22:40

    De Penélope e Ulisses a Meg Ryan e Tom Hanks

    Você não quer estar apaixonado. Você quer estar apaixonado em um filme. Sintonia de amor Sabe-se pouco sobre Cáriton de

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  • 19/12/2020 às 21:28

    Homenagem a Maria Valéria Rezende ou a paixão pela leitura

    … que prazer extraímos ou que proveito tiramos ao percorrer com os olhos essas inumeráveis linhas em letra de imprensa?

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  • 21/11/2020 às 17:42

    A oficina de escrita do padre Inácio ou a dança dos gêneros literários

    … o texto ficcional, em vez de dar as costas à realidade, a dramatiza e metamorfoseia… Luiz Costa Lima Em

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  • 24/10/2020 às 21:24

    A gripezinha, o real e a espessura da piada

    Após algumas semanas sem textos devido aos afazeres jornalísticos relacionados à pandemia, a Estante volta à carga com o lançamento

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  • 05/08/2020 às 21:56

    Lusitana melodia: uma conversa entre Sophia Breyner e Ribeiro Couto

    Para Jeanice, também Sophia, Flávio Viegas Amoreira e Gustavo Klein “Não terá sido a morte o primeiro navegador? Muito antes

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  • 27/06/2020 às 20:51

    Amores entre folhas de um livro de Vicente de Carvalho

    “… Eros sacudiu meus sensos, qual vento montanha abaixo a desabar sobre as árvores…“ “Ó doce mãe, não posso mais

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