Relacionamentos Tóxicos

Relacionamentos tóxicos: saiba quando relação está prejudicando a autoestima
sabemos que parceiro ou parceira com personalidade dominante pode tornar convivência negativa ,mas nem sempre é fácil identificar esse sofrimento impingido por estar emocionalmente envolvido.
Algumas pessoas vivem "relacionamentos tóxicos", infelizmente. Certas pessoas se relacionam com quem acaba lhe fazendo mais mal do que bem. Mas nunca é só mal, por isso existe a relação. Esse tipo de comportamento não é o mais comum e nem deve ser incentivado, mas acontece.
As principais características dos "relacionamentos tóxicos" são:

• Causar mal estar ao próximo(a)
• Desvalorizar o(a) parceiro(a)
• Ofender
• Não respeitar as necessidades do(a) outro(a)
• Não prestar atenção ao contrato e regras criadas na relação
• Ações egoístas e impensadas
• Atitudes grosseiras e mesquinhas.
Algumas pessoas tem dificuldade para identificar que estão numa relação doentia, tóxica, que faz mal, e outras não.
Existem pessoas que tem tendência a buscar relacionamentos tóxicos, justamente pelo perfil psicológico. Algumas pessoas permitem que outras as desvalorizem por:
• Baixa autoestima
• Dificuldade de saber dizer não
• Dificuldade de se impor
• Dificuldade de respeitar os próprios limites e acabar sempre ou na maioria das vezes cedendo à vontade do outro
• Submissão.

Pessoas com esse perfil de submissão tendem a ter dificuldade de relacionamento. Mas não significa que terão relações tóxicas. É preciso, também, escolher alguém que tenha uma personalidade forte ou até mesmo negativa para provocar sentimentos ruins ao outro. Isso acontece justamente pela dificuldade de se valorizar. Pessoas dificuldade de se valorizar costumam:

• Não conhecer a si mesmas bem o suficiente
• Não saber as habilidades que possuem
• Não receber atenção e carinho em casa
• Sonhar com habilidades que não tem e passam a não dar valor as que possuem.

Há pessoas que vivem uma vez ou outra uma relação complicada, pois logo que identificam o padrão negativo do outro se afastam. Mas há aquelas pessoas que tem como padrão relações assim. O perfil de pessoas que insistem em relacionamento no qual não são valorizados e muitas vezes sofrem abuso físico e moral é:

• Submissão
• Desvalorização de si próprio
• Foco no status de haver uma relação custe o que custar por medo do abandono, da dor da separação
• Medo de ficar sozinho.
Agora, tem o outro lado. O perfil do agressor é:
• Domínio da situação e da relação

Muitas vezes, está apenas reproduzindo o que viveu na infância traumática.
Uma forma de lidar com esse tipo de pessoa agressiva e manipuladora é se afastar. Mas essa não é o único caminho. Existem outras formas de lidar com a situação:
• Aprender a se impor
• Saber o que se quer
• Dar valor a si próprio
• Respeitar a si mesmo e ao próximo
• Gostar de si próprio e de quem gosta de você.

Algumas pessoas tem dificuldade para identificar que estão numa relação doentia, tóxica, que faz mal, e outras não. Quem sente dificuldade, normalmente:
Tem baixa autoestima. É certo que qualquer pessoa pode entrar numa relação assim, mas quem tem melhor equilíbrio emocional sairá mais rápido
Vive um conflito interno muito grande, pois relações assim nunca são sempre ruins, normalmente o agressor costuma se sentir culpado e compensa sua vítima com atenção e carinho redobrado em outros momentos, o que leva a um conflito e dúvida se a relação é boa ou realmente ruim.
Para mudar é preciso buscar ajuda profissional.
Durante o processo terapêutico a pessoa poderá entender seus padrões comportamentais e evitar novas armadilhas.

 

 

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  • Publicado por: Marcia Atik
  • Postado em: terça-feira, 11 ago 2020 13:45
  • rel. toxicos   

É preciso descansar.

A relação entre sono e memória é bem conhecida pelos cientistas,mas a revista Neuron acaba de mostrar que o descanso-enquanto se está acordado-é também importante para a formação das lembranças.
Por meio de ressonância magnética os pesquisadores da Universidade de Nova York observaram o cérebro do voluntários e perceberam que um período curto de ócio aumentou a capacidade de recordar de imagens que haviam sido apresentadas anteriormente numa tarefa de memorização.O teste revelou que durante o descano houve uma grande interação entre o hipocampo e o córtex cerebral,o que é fundamental para a consolidação da memória.
Portanto é preciso descansar para lembrar.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 07 ago 2020 11:34
  • ócio   

Cigarro e ansiedade

Segundo experimentos da Universidade de Columbia e do Instituto Psiquiátrico de Nova York,a associação entre o consumo de cigarros e os distúrbios de ansiedade entre jovens e adolescentes é um fato já constatado.
Eles chegaram a conclusão que os fumantes estão sob maior risco de desenvolver agorafobia,distúrbios de ansiedade generalizada e distúrbios do pânico quando adultas.
O estudo envolveu 688 pessoas entrevistas há 5 anos e uma retestagem após esse tempo,que entre os 688 entrevistados,10% já haviam apresentado agorafobia;20,5% sofriam de distúrbio de ansiedade generalizadas e 7% haviam sido acometidos de Síndrome do Pânico.,índices muito maiores do que dos jovens que não eram fumantes.cuja prevalência era de 1,8% com agorafobia;3,7% com distúrbios de ansiedade e 0,6% com síndrome do pânico.
Creio ser revelante pensar nisso pois como já é de conhecimento geral o hábito de fumar traz consequências danosas ao organismo e essa analise apresentada mostra a sua correlação também com alguns problemas emocionais.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 17 jul 2020 13:05

Sexo na Antiguidade

Interessante matéria escrita por Marina Motomura, que vale a pena conhecer para ver que em alguns aspectos a sociedade ao se influenciar por códigos morais impostos em virtude de interesses sociais , religiosos e políticos , involuiu trazendo pecado e dor ao que é apenas alegria e prazer e natureza.

Na Antiguidade, a prostituição era regulamentada, o divórcio começou a existir e havia até deuses do sexo!
Os documentos da Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. ao século 5 d.C. de acordo com a datação convencional, mostram curiosidades sobre a vida sexual de povos como gregos, romanos e egípcios.
Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios.
Foi também na Idade Antiga que os conhecimentos científicos sobre o rala-e-rola começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2.
Mesmo assim, algumas crendices sexuais bizarras permaneciam. Na Grécia, por exemplo, acreditava-se que o contato com uma mulher menstruada faria o vinho novo ficar azedo e faria as árvores não dar mais frutos.
À MODA ANTIGA
Prostituição e homossexualidade eram comuns, mas havia leis severas para punir abusos
CASAMENTO
Os gregos e romanos eram monogâmicos – no império de Diocleciano, em Roma, a bigamia foi declarada ofensa civil. Mas os greco-romanos descobriram que o amor não é eterno: foi nessa época que surgiu o divórcio.
Na Roma arcaica, as mulheres adúlteras podiam ser condenadas à morte – isso só mudou após uma lei do imperador Augusto, que trocou a pena para o exílio.
POSIÇÕES
Em Roma, as posições sexuais apareciam em pinturas, mosaicos e objetos de uso cotidiano, como lamparinas, taças e até moedas. Em uma face, ficava a posição sexual, e, na outra, um número. Para alguns historiadores, as moedas eram fichas de bordel, e as posições com penetração tinham números maiores, indicando que poderiam ser mais valorizadas.
MASTURBAÇÃO
Nada de condenar o sexo solitário: na Grécia e na Roma antigas, a masturbação era vista como natural. No Egito, a masturbação era até parte do mito da criação. Um dos ditos piramidais afirma que Aton, o deus do Sol, teria criado o deus Shu e a deusa Tefnut através do sêmen de sua masturbação!
HOMOSSEXUALIDADE
Casais de homem com homem e mulher com mulher eram comuns na Grécia. Havia até mitos para explicar a origem da pederastia, a relação entre homens maduros e jovens: o primeiro dizia que Orfeu, um dos seres da mitologia grega, acabou se apaixonando por adolescentes depois que sua mulher, Eurídice, morreu. Outra lenda afirma que a pederastia começou com o músico Tamíris, que foi seduzido pelo belo Jacinto.
CIÊNCIA
O grego Hipócrates, pioneiro da medicina, achava que o útero poderia deslocar-se pelo corpo da mulher em busca de umidade e poderia chegar até o fígado! Mas ele também deu bolas dentro: calculou a duração da gravidez em 10 meses lunares (cerca de 290 dias do nosso calendário), tempo parecido com os 9 meses atuais, e prescreveu semente de cenoura como anticoncepcional e abortivo.
PAQUERA
Os galanteios dos romanos seguiam um manual: o livro A Arte de Amar, do poeta Ovídio, escrito entre 1 a.C. e 1 d.C. Entre as dicas dadas pelo escritor, estava o uso do goró: "O vinho prepara os corações e os torna aptos aos ardores amorosos". Ovídio também incentivava a galera a melhorar o visual: “Esconda os defeitos e, o quanto possível, dissimule suas imperfeições físicas".
NO TRIBUNAL
A legislação sexual da Roma antiga era polêmica! Eram puníveis com a morte: adultério cometido pela esposa, incesto e relação sexual entre uma mulher e um escravo. No estupro, a punição sobrava até para a vítima – se não gritasse por socorro, a virgem poderia ser queimada viva! Entre as penas leves, estava a apreensão de propriedades de quem fizesse sexo anal. No Egito, o adultério era mau negócio: os homens eram castrados e as mulheres ficavam sem o nariz.
PROSTITUIÇÃO
Regras para sexo pago eram diferentes na Grécia e em Roma
GRÉCIA
As moças da vida não eram todas iguais – elas seguiam uma hierarquia. A maioria delas era escrava, mas havia também mulheres vendidas aos bordéis pelos pais ou irmãos.
CLASSE ALTA
Prostitutas de primeira classe, com treinamento intelectual e cultural.
CLASSE MÉDIA
Tocadoras de flauta e dançarinas, especialistas em ginástica e sexo oral. Eram imigrantes.
CLASSE BAIXA
Vendidas pela família, ganhavam mal e tinham poucos direitos.
ROMA
Registradas e pagadoras de impostos, as prostitutas se vestiam com tecidos floridos ou transparentes, e, por lei, não podiam usar a estola, veste das mulheres livres, nem a cor violeta. Os cabelos deviam ser amarelos ou vermelhos. O lugar mais comum de trabalho delas era sob arcos arquitetônicos: a palavra fornicação vem do latim fornice, que significa arco.
P.S. O mais conhecido guia sexual da Antiguidade o Kama Sutra é interessante em muitas de suas peculiaridades,mas recomendo também O Jardim Perfumado do Xeque Nefzaui , o meu preferido.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 29 mai 2020 09:05
  • sexo   

Falando disso em família

SEXUALIDADE DISCUTIDA COM FILHOS
Discutir sobre sexualidade ,ainda é tabu,comentário exaustivamente repetido aqui por mim,mas falar disso com os filhos é tabu ao quadrado,importante agora aproveitar esse tempo em que a maioria das familias estão em distanciamento social ,mas para muitas momento único de proximidade afetiva,então bora lá aproveitar.
O tema, que deve ser debatido dentro de casa segundo especialistas, muitas vezes é deixado de lado pela falta de conhecimento ou preconceito dos pais. Entre as consequências disso estão os índices de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada nos jovens.
Quando a criança entra na puberdade e a questões e dúvidas se tornam mais concretas ,surge o momento ideal,mas essa época coincide com um momento muito produtivo dos pais e as vezes também com questionamentos dos pais a respeito de sua vida e de sua sexualidade,embolando todas as dúvidas ,resultando num silêncio ou numa negação desse assunto.
Discutir o assunto é a maneira correta,e isso não envolve apenas o sexo explicitamente falando,mas sim ensinar e dar testemunho aos filhos de como construir relações afetivas de qualidade .
Existem inúmeros motivos que levam os pais a não discutirem a sexualidade com os filhos, mas a questão cultural é o principal deles.Esse assunto só aparece quando o mote são as mazelas da sexualidade,conscientizar sobre as mudanças do corpo e as psicológicas é maneira de introduzir o assunto.
sabe-se que adolescentes que recebem educação sexual vinda dos próprios pais,com valorização da afetividade tendem a tero início da vida sexual,com mais tranquilidade,respeito ao próprio corpo e principalmente co mais responsabilidade.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: quinta-feira, 30 abr 2020 18:41
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