Como aquecer o sexo.

Por mais amor e desejo que o casal tenha é muito mais comum do que se pensa que a rotina da vida ,as frustrações naturais do dia a dia interfiram e não deixem que se usufrua aquilo que é muito mais do que um sexo gostosinho,mas é também saúde fisica ,emocional e saúde para a relação.
Muitos! Tédio, rotina, stress, excesso de intimidade e falta de tempo podem influenciar na falta de disposição para o sexo.
Estar sempre relembrando de como foi no começo é uma maneira de estar sempre revisitando eu potencial sexual que geralmente se deixa acomodar quando casam, vão morar junto ou o relacionamento é longo.
Entender que priorizar o sexo não é para agradar ao outro, mas para agradar a si mesmo, é muito importante pois ainda se acredita que um vai dar para o outro e assim sendo o sexo torna-se obrigação.
É muito importante dar um espaço no dia a dia para pensar nisso, falar disso, brincar disso pois sexo volto a dizer por que acho importante é mais que um momento gostosinho e secreto. Sexo é vida.
Vale ressaltar que não estou falando de quantidade ,mas sim de qualidade, de um momento único e preparado para isso deve ser valorizado nos relacionamentos como algo que nãos e deve deixar morrer, nem ficar a parte da vida .
Dentro de casa, na cama de todo dia no motel, no chuveiro na cozinha não importa o importante estar ali de corpo e alma, naquele momento vivendo todas as possibilidades de intensidade sensorial, cada um dos parceiros responsáveis pelo seu próprio prazer.
Não existe nada mais fatal para a criatividade sexual e para o desejo do encontro do que o excesso de intimidades que eu chamo de promiscuidade,
que é uma intimidade excessiva que tira todas as possibilidades de mistério na relação. Muitas vezes, para deixar que o outro entre no nosso mundo, nós nos livramos de toda a cerimônia e constrangimento com a outra pessoa comprovadamente é um anticlímax, porque deixa de haver um mistério e uma certa distância entre os dois, que são fatores que alimentam o desejo sexual no relacionamento.
Em qualquer relacionamento, cada dia é um dia e, por isso, os dois precisam investir e se dedicar, manter o desejo em alta não é missão impossível, mas com criatividade, empenho e vontade além de disposição para transar, sem desculpas ja que caíram por terra as desculpas tradicionais ,dor de cabeça por exemplo, sabemos que durante a relação sexual se liberam hormônios que também trazem uma analgesia que é tudo de bom para a dor de cabeça, #fica a dica e também a desculpa mais comum que é o cansaço nosso do dia a dia, e nesse quesito eu desafio que me digam o que é mais relaxante do que um abraço de conchinha depois.............
Algumas dicas para aquecer o relacionamento:
Lembrar que a casa não se resume ao quarto, ambientes inusitados desafiam a curiosidade e trazem uma sensação de perigo controlado muito estimulantes, se tem filhos existe algo mágico chamado chave e limites ensinando os filhos a respeitar um momento em que os pais estão sós al´[em de que é uma bela introdução a educação sexual;
Roupas sexies tais como babies dolls ou camisolas ou cuecas provocadoras, são interessantes ,mas nada se iguala um a um corpo desnudo, dormir pelado além e fazer bem porque areja as partes é um grande estimulante sexual, pois o conato de pele com pele traz aos nossos sentidos sensações de calor, maciez que são além de relaxantes muito afrodisíacos.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: terça-feira, 09 fev 2021 18:27

Confiança

Essa mensagem que recebi de uma leitora mostra e traz para refletir sobre uma realidade ,mulheres que voltam a estudar quando seus filhos crescem e o quanto essa mudança pode desestabilizar o relacionamento



Olá, estou com problemas com meu marido que nunca foi ciumento, mas agora que me formei e comecei a trabalhar ,deixou minha vida insuportável. Sempre fui dona de casa e agora que meus filhos cresceram e depois de muito sacrifício para fazer um curso de esteticista estou me realizando e trabalhando. Era a hora de viver em paz e realizada e só tem brigas e desconfiança aqui em casa.

Cara esposa surpresa e triste, pelo que me conta em seu e mail, seu marido sempre foi o protagonista da história de vocês, já que enquanto você ficava em casa ele trabalhava, sustentava e era reconhecido como tal. Agora que você também está buscando e realizando seu papel na sociedade e na família, tendo uma identidade profissional ele deve estar se sentindo ameaçado em seu papel ,além de uma mudança na rotina familiar que ele não esteja pronto para se adaptar.

A questão do ciúme deve ser apenas uma manifestação dessa dificuldade ,e portanto como a maioria das questões entre os casais deve ser conversada e avaliada ,não numa conversa em que as acusações e insatisfações sejam o principal ,mas sim numa conversa em que você consiga mostrar para ele o tanto que suas conquistas deixam você feliz e ter uma mulher feliz ao lado faz com que a cumplicidade sempre seja a tônica. E você por sua vez ao invés de abandonar tudo ou o trabalho ou o casamento também está lidando com uma nova situação que é ver seu marido fragilizado e nesse sentido é a hora de apoiar e entender, assim a negociação e a confiança entre vocês deve melhorar.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 27 nov 2020 17:12
  • ciumes   

GUERRA OU PAZ

Desencontros são muito chatos em varias áreas de nossa vida, quando vamos viajar com alguém e esse alguém só quer ir a shopping e nós aos museus, mesmo que perfis radicalmente opostos podemos nos divertir, usando apenas uma coisinha mágica que é a negociação. A chatice do desencontro está muito mais em alguém querer ter razão e ser o dono da ideia do que no desencontro em si.
Aliás o mote desse post é justamente valorizar os desencontros naquilo que eles trazem de melhor que é a ampliação de possibilidades, isso ocorre quando admitimos que a proposta do outro ,pode não ser exatamente o que desejamos ou achamos que desejamos e nos abre para novas experiências.
No início desse post dei um exemplo bem prosaico, shopping ou museu; isso pode ser também entre uma feijoada e um pratinho de saladinha light; entre dançar ou ir ao cinema , em todas essas situações sempre haverá a possibilidade de dividir e satisfazer ambas as vontades.
Mas o que mais me chama atenção é que essas questões também afetam a sexualidade na medida em que padrões são muito difíceis de serem mudados, o que é uma pena, pois quando se fala em sexo é mister valorizar o novo, o desejo do momento e a troca de experiencias entre os parceiros.
Discursos tais como não gosto de inovar, nunca fizemos assim e não faremos(decidindo pelos dois),isso é sujo, isso é feio, isso é pecado, acabam emperrando relacionamentos que poderiam estar em comunhão, desde que ambos se esforçassem para que de verdade a mágica da troca se efetivasse.
Não raro percebo esse padrão rígido como uma tentativa inconsciente de "punir " o outro sem que se perceba que nessa queda de braço, ambos os parceiros do delicioso jogo amoroso acabam perdendo.

 

 

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GRADUADOS TEM MENOS SEXO MAS, MAIS PICANTE

Resolvi publicar essa pesquisa justo hoje 6/9 que se considera o Da do Sexo,por motivos óbvios.
Uma pesquisa mostrou que 10% das pessoas com diploma universitário fazem sexo diariamente, contra 13% dos não formados.
Pessoas que se formaram em universidades se mostraram mais adeptas a fantasias sexuais de submissão e
fazem menos sexo do que quem não é diplomado.
No entanto, universitários têm relações sexuais mais picantes, de acordo com pesquisa encomendada pela empresa britânica de brinquedos sexuais Lovehoney.
O levantamento descobriu que 13% dos não graduados fazem sexo diariamente, contra 10% dos formados. Dois terços dos que cursaram faculdade, porém, tentaram fantasias de submissão na cama, sendo que 44% gostaram. Já entre os entrevistados sem ensino superior, 37% experimentaram. As informações são do Daily Mail.
O estudo apurou também que pessoas não graduadas fazem mais sexo ao ar livre: 77% dos entrevistados confessaram a prática, contra 70% dos diplomados.
Os graduados tendem a ter menos parceiros sexuais: 27% deles tiveram entre um e dois, contra 21% dos voluntários sem faculdade. Nessa conta, entram as relações a três, também praticada mais por pessoas que não cursaram universidade, 22%, em relação aos formados, 19%. A pesquisa foi feita com 2 mil pessoas.
Fonte Comportamento-Terra.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: domingo, 06 set 2020 14:03
  • sexo   

Solidão ou solitário

A alma humana é dinâmica, nessas décadas de trabalho com o jardim secreto que os pacientes me permitem entrar, pude ver a variação de sintomas que no fim e a cabo evidenciavam as mesmas faltas, a falta de entrar em contato verdadeiro com suas próprias emoções, sejam elas de que categoria forem, pois via de regra além de negar nos afastamos de nossas verdades "gauches".
Pois bem,ultimamente tem me chamado atenção um comportamento ,que ao excesso pode ser tremendamente prejudicial, em princípio achávamos que era pela avalanche de possibilidades e informação que as novas mídias traziam ,mas hoje posso afirmar serenamente que a solidão existencial, um certo egoísmo em se dar e quem não se dá também não recebe que faz com que as pessoas acabem se apegando as coisa,objetos,independente do valor, atribuindo á matéria emoções que não se permitem extravasar de outras formas.
Estou falando de pessoas que tem uma dificuldade extrema em se desfazer de objetos, o que indica o que hoje podemos chamar de transtorno de acumulação, o que atinge entre 2% a 5% da população o que o torna mais prevalente do que a esquizofrenia.
Tanto falamos em desapego como uma vivência construtiva, mas existem pessoas que se apegam tanto a seus pertences e hábitos que esses passam a ser uma extensão delas mesmas, e isso pode chegar as raias de um exagero q que coloca em risco a saúde física e a saúde mental.
Estudos mais recentes sugerem que esse distúrbio, seja uma variante do transtorno compulsivo obsessivo resulte de uma desregulação da tendência adaptativa de manter recursos para sobrevivência.
Em países mais desenvolvidos, a doença já é reconhecida, inclusive existem seriados americanos que levantam a questão e os apresentam em seriados inclusive exibidos aqui no brasil no canal por assinatura Discovery.
Ouso levantar uma causa comum as pessoas que padeçam desse mal como a solidão e solidão não é apenas não ter pessoas é, creio eu não saber e não se permitir amar e ser amado.
Para pensar nesse período de isolamento social e de necessidade de mudanças de paradigmas de vida.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sábado, 15 ago 2020 10:58
  • casal   
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