Confiança

Essa mensagem que recebi de uma leitora mostra e traz para refletir sobre uma realidade ,mulheres que voltam a estudar quando seus filhos crescem e o quanto essa mudança pode desestabilizar o relacionamento



Olá, estou com problemas com meu marido que nunca foi ciumento, mas agora que me formei e comecei a trabalhar ,deixou minha vida insuportável. Sempre fui dona de casa e agora que meus filhos cresceram e depois de muito sacrifício para fazer um curso de esteticista estou me realizando e trabalhando. Era a hora de viver em paz e realizada e só tem brigas e desconfiança aqui em casa.

Cara esposa surpresa e triste, pelo que me conta em seu e mail, seu marido sempre foi o protagonista da história de vocês, já que enquanto você ficava em casa ele trabalhava, sustentava e era reconhecido como tal. Agora que você também está buscando e realizando seu papel na sociedade e na família, tendo uma identidade profissional ele deve estar se sentindo ameaçado em seu papel ,além de uma mudança na rotina familiar que ele não esteja pronto para se adaptar.

A questão do ciúme deve ser apenas uma manifestação dessa dificuldade ,e portanto como a maioria das questões entre os casais deve ser conversada e avaliada ,não numa conversa em que as acusações e insatisfações sejam o principal ,mas sim numa conversa em que você consiga mostrar para ele o tanto que suas conquistas deixam você feliz e ter uma mulher feliz ao lado faz com que a cumplicidade sempre seja a tônica. E você por sua vez ao invés de abandonar tudo ou o trabalho ou o casamento também está lidando com uma nova situação que é ver seu marido fragilizado e nesse sentido é a hora de apoiar e entender, assim a negociação e a confiança entre vocês deve melhorar.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 27 nov 2020 17:12
  • ciumes   

GUERRA OU PAZ

Desencontros são muito chatos em varias áreas de nossa vida, quando vamos viajar com alguém e esse alguém só quer ir a shopping e nós aos museus, mesmo que perfis radicalmente opostos podemos nos divertir, usando apenas uma coisinha mágica que é a negociação. A chatice do desencontro está muito mais em alguém querer ter razão e ser o dono da ideia do que no desencontro em si.
Aliás o mote desse post é justamente valorizar os desencontros naquilo que eles trazem de melhor que é a ampliação de possibilidades, isso ocorre quando admitimos que a proposta do outro ,pode não ser exatamente o que desejamos ou achamos que desejamos e nos abre para novas experiências.
No início desse post dei um exemplo bem prosaico, shopping ou museu; isso pode ser também entre uma feijoada e um pratinho de saladinha light; entre dançar ou ir ao cinema , em todas essas situações sempre haverá a possibilidade de dividir e satisfazer ambas as vontades.
Mas o que mais me chama atenção é que essas questões também afetam a sexualidade na medida em que padrões são muito difíceis de serem mudados, o que é uma pena, pois quando se fala em sexo é mister valorizar o novo, o desejo do momento e a troca de experiencias entre os parceiros.
Discursos tais como não gosto de inovar, nunca fizemos assim e não faremos(decidindo pelos dois),isso é sujo, isso é feio, isso é pecado, acabam emperrando relacionamentos que poderiam estar em comunhão, desde que ambos se esforçassem para que de verdade a mágica da troca se efetivasse.
Não raro percebo esse padrão rígido como uma tentativa inconsciente de "punir " o outro sem que se perceba que nessa queda de braço, ambos os parceiros do delicioso jogo amoroso acabam perdendo.

 

 

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GRADUADOS TEM MENOS SEXO MAS, MAIS PICANTE

Resolvi publicar essa pesquisa justo hoje 6/9 que se considera o Da do Sexo,por motivos óbvios.
Uma pesquisa mostrou que 10% das pessoas com diploma universitário fazem sexo diariamente, contra 13% dos não formados.
Pessoas que se formaram em universidades se mostraram mais adeptas a fantasias sexuais de submissão e
fazem menos sexo do que quem não é diplomado.
No entanto, universitários têm relações sexuais mais picantes, de acordo com pesquisa encomendada pela empresa britânica de brinquedos sexuais Lovehoney.
O levantamento descobriu que 13% dos não graduados fazem sexo diariamente, contra 10% dos formados. Dois terços dos que cursaram faculdade, porém, tentaram fantasias de submissão na cama, sendo que 44% gostaram. Já entre os entrevistados sem ensino superior, 37% experimentaram. As informações são do Daily Mail.
O estudo apurou também que pessoas não graduadas fazem mais sexo ao ar livre: 77% dos entrevistados confessaram a prática, contra 70% dos diplomados.
Os graduados tendem a ter menos parceiros sexuais: 27% deles tiveram entre um e dois, contra 21% dos voluntários sem faculdade. Nessa conta, entram as relações a três, também praticada mais por pessoas que não cursaram universidade, 22%, em relação aos formados, 19%. A pesquisa foi feita com 2 mil pessoas.
Fonte Comportamento-Terra.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: domingo, 06 set 2020 14:03
  • sexo   

Solidão ou solitário

A alma humana é dinâmica, nessas décadas de trabalho com o jardim secreto que os pacientes me permitem entrar, pude ver a variação de sintomas que no fim e a cabo evidenciavam as mesmas faltas, a falta de entrar em contato verdadeiro com suas próprias emoções, sejam elas de que categoria forem, pois via de regra além de negar nos afastamos de nossas verdades "gauches".
Pois bem,ultimamente tem me chamado atenção um comportamento ,que ao excesso pode ser tremendamente prejudicial, em princípio achávamos que era pela avalanche de possibilidades e informação que as novas mídias traziam ,mas hoje posso afirmar serenamente que a solidão existencial, um certo egoísmo em se dar e quem não se dá também não recebe que faz com que as pessoas acabem se apegando as coisa,objetos,independente do valor, atribuindo á matéria emoções que não se permitem extravasar de outras formas.
Estou falando de pessoas que tem uma dificuldade extrema em se desfazer de objetos, o que indica o que hoje podemos chamar de transtorno de acumulação, o que atinge entre 2% a 5% da população o que o torna mais prevalente do que a esquizofrenia.
Tanto falamos em desapego como uma vivência construtiva, mas existem pessoas que se apegam tanto a seus pertences e hábitos que esses passam a ser uma extensão delas mesmas, e isso pode chegar as raias de um exagero q que coloca em risco a saúde física e a saúde mental.
Estudos mais recentes sugerem que esse distúrbio, seja uma variante do transtorno compulsivo obsessivo resulte de uma desregulação da tendência adaptativa de manter recursos para sobrevivência.
Em países mais desenvolvidos, a doença já é reconhecida, inclusive existem seriados americanos que levantam a questão e os apresentam em seriados inclusive exibidos aqui no brasil no canal por assinatura Discovery.
Ouso levantar uma causa comum as pessoas que padeçam desse mal como a solidão e solidão não é apenas não ter pessoas é, creio eu não saber e não se permitir amar e ser amado.
Para pensar nesse período de isolamento social e de necessidade de mudanças de paradigmas de vida.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sábado, 15 ago 2020 10:58
  • casal   

Relacionamentos Tóxicos

Relacionamentos tóxicos: saiba quando relação está prejudicando a autoestima
sabemos que parceiro ou parceira com personalidade dominante pode tornar convivência negativa ,mas nem sempre é fácil identificar esse sofrimento impingido por estar emocionalmente envolvido.
Algumas pessoas vivem "relacionamentos tóxicos", infelizmente. Certas pessoas se relacionam com quem acaba lhe fazendo mais mal do que bem. Mas nunca é só mal, por isso existe a relação. Esse tipo de comportamento não é o mais comum e nem deve ser incentivado, mas acontece.
As principais características dos "relacionamentos tóxicos" são:

• Causar mal estar ao próximo(a)
• Desvalorizar o(a) parceiro(a)
• Ofender
• Não respeitar as necessidades do(a) outro(a)
• Não prestar atenção ao contrato e regras criadas na relação
• Ações egoístas e impensadas
• Atitudes grosseiras e mesquinhas.
Algumas pessoas tem dificuldade para identificar que estão numa relação doentia, tóxica, que faz mal, e outras não.
Existem pessoas que tem tendência a buscar relacionamentos tóxicos, justamente pelo perfil psicológico. Algumas pessoas permitem que outras as desvalorizem por:
• Baixa autoestima
• Dificuldade de saber dizer não
• Dificuldade de se impor
• Dificuldade de respeitar os próprios limites e acabar sempre ou na maioria das vezes cedendo à vontade do outro
• Submissão.

Pessoas com esse perfil de submissão tendem a ter dificuldade de relacionamento. Mas não significa que terão relações tóxicas. É preciso, também, escolher alguém que tenha uma personalidade forte ou até mesmo negativa para provocar sentimentos ruins ao outro. Isso acontece justamente pela dificuldade de se valorizar. Pessoas dificuldade de se valorizar costumam:

• Não conhecer a si mesmas bem o suficiente
• Não saber as habilidades que possuem
• Não receber atenção e carinho em casa
• Sonhar com habilidades que não tem e passam a não dar valor as que possuem.

Há pessoas que vivem uma vez ou outra uma relação complicada, pois logo que identificam o padrão negativo do outro se afastam. Mas há aquelas pessoas que tem como padrão relações assim. O perfil de pessoas que insistem em relacionamento no qual não são valorizados e muitas vezes sofrem abuso físico e moral é:

• Submissão
• Desvalorização de si próprio
• Foco no status de haver uma relação custe o que custar por medo do abandono, da dor da separação
• Medo de ficar sozinho.
Agora, tem o outro lado. O perfil do agressor é:
• Domínio da situação e da relação

Muitas vezes, está apenas reproduzindo o que viveu na infância traumática.
Uma forma de lidar com esse tipo de pessoa agressiva e manipuladora é se afastar. Mas essa não é o único caminho. Existem outras formas de lidar com a situação:
• Aprender a se impor
• Saber o que se quer
• Dar valor a si próprio
• Respeitar a si mesmo e ao próximo
• Gostar de si próprio e de quem gosta de você.

Algumas pessoas tem dificuldade para identificar que estão numa relação doentia, tóxica, que faz mal, e outras não. Quem sente dificuldade, normalmente:
Tem baixa autoestima. É certo que qualquer pessoa pode entrar numa relação assim, mas quem tem melhor equilíbrio emocional sairá mais rápido
Vive um conflito interno muito grande, pois relações assim nunca são sempre ruins, normalmente o agressor costuma se sentir culpado e compensa sua vítima com atenção e carinho redobrado em outros momentos, o que leva a um conflito e dúvida se a relação é boa ou realmente ruim.
Para mudar é preciso buscar ajuda profissional.
Durante o processo terapêutico a pessoa poderá entender seus padrões comportamentais e evitar novas armadilhas.

 

 

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  • Publicado por: Marcia Atik
  • Postado em: terça-feira, 11 ago 2020 13:45
  • rel. toxicos   
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