É preciso descansar.

A relação entre sono e memória é bem conhecida pelos cientistas,mas a revista Neuron acaba de mostrar que o descanso-enquanto se está acordado-é também importante para a formação das lembranças.
Por meio de ressonância magnética os pesquisadores da Universidade de Nova York observaram o cérebro do voluntários e perceberam que um período curto de ócio aumentou a capacidade de recordar de imagens que haviam sido apresentadas anteriormente numa tarefa de memorização.O teste revelou que durante o descano houve uma grande interação entre o hipocampo e o córtex cerebral,o que é fundamental para a consolidação da memória.
Portanto é preciso descansar para lembrar.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 07 ago 2020 11:34
  • ócio   

Cigarro e ansiedade

Segundo experimentos da Universidade de Columbia e do Instituto Psiquiátrico de Nova York,a associação entre o consumo de cigarros e os distúrbios de ansiedade entre jovens e adolescentes é um fato já constatado.
Eles chegaram a conclusão que os fumantes estão sob maior risco de desenvolver agorafobia,distúrbios de ansiedade generalizada e distúrbios do pânico quando adultas.
O estudo envolveu 688 pessoas entrevistas há 5 anos e uma retestagem após esse tempo,que entre os 688 entrevistados,10% já haviam apresentado agorafobia;20,5% sofriam de distúrbio de ansiedade generalizadas e 7% haviam sido acometidos de Síndrome do Pânico.,índices muito maiores do que dos jovens que não eram fumantes.cuja prevalência era de 1,8% com agorafobia;3,7% com distúrbios de ansiedade e 0,6% com síndrome do pânico.
Creio ser revelante pensar nisso pois como já é de conhecimento geral o hábito de fumar traz consequências danosas ao organismo e essa analise apresentada mostra a sua correlação também com alguns problemas emocionais.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 17 jul 2020 13:05

Sexo na Antiguidade

Interessante matéria escrita por Marina Motomura, que vale a pena conhecer para ver que em alguns aspectos a sociedade ao se influenciar por códigos morais impostos em virtude de interesses sociais , religiosos e políticos , involuiu trazendo pecado e dor ao que é apenas alegria e prazer e natureza.

Na Antiguidade, a prostituição era regulamentada, o divórcio começou a existir e havia até deuses do sexo!
Os documentos da Idade Antiga, que vai de 4000 a.C. ao século 5 d.C. de acordo com a datação convencional, mostram curiosidades sobre a vida sexual de povos como gregos, romanos e egípcios.
Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios.
Foi também na Idade Antiga que os conhecimentos científicos sobre o rala-e-rola começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2.
Mesmo assim, algumas crendices sexuais bizarras permaneciam. Na Grécia, por exemplo, acreditava-se que o contato com uma mulher menstruada faria o vinho novo ficar azedo e faria as árvores não dar mais frutos.
À MODA ANTIGA
Prostituição e homossexualidade eram comuns, mas havia leis severas para punir abusos
CASAMENTO
Os gregos e romanos eram monogâmicos – no império de Diocleciano, em Roma, a bigamia foi declarada ofensa civil. Mas os greco-romanos descobriram que o amor não é eterno: foi nessa época que surgiu o divórcio.
Na Roma arcaica, as mulheres adúlteras podiam ser condenadas à morte – isso só mudou após uma lei do imperador Augusto, que trocou a pena para o exílio.
POSIÇÕES
Em Roma, as posições sexuais apareciam em pinturas, mosaicos e objetos de uso cotidiano, como lamparinas, taças e até moedas. Em uma face, ficava a posição sexual, e, na outra, um número. Para alguns historiadores, as moedas eram fichas de bordel, e as posições com penetração tinham números maiores, indicando que poderiam ser mais valorizadas.
MASTURBAÇÃO
Nada de condenar o sexo solitário: na Grécia e na Roma antigas, a masturbação era vista como natural. No Egito, a masturbação era até parte do mito da criação. Um dos ditos piramidais afirma que Aton, o deus do Sol, teria criado o deus Shu e a deusa Tefnut através do sêmen de sua masturbação!
HOMOSSEXUALIDADE
Casais de homem com homem e mulher com mulher eram comuns na Grécia. Havia até mitos para explicar a origem da pederastia, a relação entre homens maduros e jovens: o primeiro dizia que Orfeu, um dos seres da mitologia grega, acabou se apaixonando por adolescentes depois que sua mulher, Eurídice, morreu. Outra lenda afirma que a pederastia começou com o músico Tamíris, que foi seduzido pelo belo Jacinto.
CIÊNCIA
O grego Hipócrates, pioneiro da medicina, achava que o útero poderia deslocar-se pelo corpo da mulher em busca de umidade e poderia chegar até o fígado! Mas ele também deu bolas dentro: calculou a duração da gravidez em 10 meses lunares (cerca de 290 dias do nosso calendário), tempo parecido com os 9 meses atuais, e prescreveu semente de cenoura como anticoncepcional e abortivo.
PAQUERA
Os galanteios dos romanos seguiam um manual: o livro A Arte de Amar, do poeta Ovídio, escrito entre 1 a.C. e 1 d.C. Entre as dicas dadas pelo escritor, estava o uso do goró: "O vinho prepara os corações e os torna aptos aos ardores amorosos". Ovídio também incentivava a galera a melhorar o visual: “Esconda os defeitos e, o quanto possível, dissimule suas imperfeições físicas".
NO TRIBUNAL
A legislação sexual da Roma antiga era polêmica! Eram puníveis com a morte: adultério cometido pela esposa, incesto e relação sexual entre uma mulher e um escravo. No estupro, a punição sobrava até para a vítima – se não gritasse por socorro, a virgem poderia ser queimada viva! Entre as penas leves, estava a apreensão de propriedades de quem fizesse sexo anal. No Egito, o adultério era mau negócio: os homens eram castrados e as mulheres ficavam sem o nariz.
PROSTITUIÇÃO
Regras para sexo pago eram diferentes na Grécia e em Roma
GRÉCIA
As moças da vida não eram todas iguais – elas seguiam uma hierarquia. A maioria delas era escrava, mas havia também mulheres vendidas aos bordéis pelos pais ou irmãos.
CLASSE ALTA
Prostitutas de primeira classe, com treinamento intelectual e cultural.
CLASSE MÉDIA
Tocadoras de flauta e dançarinas, especialistas em ginástica e sexo oral. Eram imigrantes.
CLASSE BAIXA
Vendidas pela família, ganhavam mal e tinham poucos direitos.
ROMA
Registradas e pagadoras de impostos, as prostitutas se vestiam com tecidos floridos ou transparentes, e, por lei, não podiam usar a estola, veste das mulheres livres, nem a cor violeta. Os cabelos deviam ser amarelos ou vermelhos. O lugar mais comum de trabalho delas era sob arcos arquitetônicos: a palavra fornicação vem do latim fornice, que significa arco.
P.S. O mais conhecido guia sexual da Antiguidade o Kama Sutra é interessante em muitas de suas peculiaridades,mas recomendo também O Jardim Perfumado do Xeque Nefzaui , o meu preferido.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: sexta-feira, 29 mai 2020 09:05
  • sexo   

Falando disso em família

SEXUALIDADE DISCUTIDA COM FILHOS
Discutir sobre sexualidade ,ainda é tabu,comentário exaustivamente repetido aqui por mim,mas falar disso com os filhos é tabu ao quadrado,importante agora aproveitar esse tempo em que a maioria das familias estão em distanciamento social ,mas para muitas momento único de proximidade afetiva,então bora lá aproveitar.
O tema, que deve ser debatido dentro de casa segundo especialistas, muitas vezes é deixado de lado pela falta de conhecimento ou preconceito dos pais. Entre as consequências disso estão os índices de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada nos jovens.
Quando a criança entra na puberdade e a questões e dúvidas se tornam mais concretas ,surge o momento ideal,mas essa época coincide com um momento muito produtivo dos pais e as vezes também com questionamentos dos pais a respeito de sua vida e de sua sexualidade,embolando todas as dúvidas ,resultando num silêncio ou numa negação desse assunto.
Discutir o assunto é a maneira correta,e isso não envolve apenas o sexo explicitamente falando,mas sim ensinar e dar testemunho aos filhos de como construir relações afetivas de qualidade .
Existem inúmeros motivos que levam os pais a não discutirem a sexualidade com os filhos, mas a questão cultural é o principal deles.Esse assunto só aparece quando o mote são as mazelas da sexualidade,conscientizar sobre as mudanças do corpo e as psicológicas é maneira de introduzir o assunto.
sabe-se que adolescentes que recebem educação sexual vinda dos próprios pais,com valorização da afetividade tendem a tero início da vida sexual,com mais tranquilidade,respeito ao próprio corpo e principalmente co mais responsabilidade.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: quinta-feira, 30 abr 2020 18:41

Ainda há esperança

Não há dúvida que o desconhecido, na mesma proporção que nos fascina nos ameaça, e me lembro de ter visto na tv uma entrevista de um célebre neurologista ,dizendo que se o cérebro humano tem mil partes ,a ciência não conseguia conhecer inteiramente nem uma dessas mil partes, na ocasião tendo um familiar num processo de doença degenerativa, confesso que fiquei amargurada e desesperançosa.
Trazendo para o momento atual essa observação, e um momento que estamos impregnados de dúvidas, medo, estupefatos diante das notícias chocantes que nos invadem, num movimento de autoengano e preservação de um pouco da fantasia necessária para a sobrevivência da psiché humana.
Mas.....tem hora que não dá, então temos que nos aproximar da realidade ,mas não de uma maneira passiva e subserviente, mas de uma maneira crítica e reflexiva.
Pois é voltando ao nosso neurocientista e fazendo um paralelo, do que ele disse com a mente humana eu diria que, se a mente humana tem mil caminhos, nós temos que começar a desbravar um, em determinado momento voltarmos para o ponto de partida e buscarmos outro, pois a mente humana está ainda sob o mais profundo mistério do conhecimento humano pelas inúmeras e particulares conexões que cada um de nós é capaz de fazer com nossas memórias, vivencia e experiências de vida e, para complicar um pouco mais, sabemos que essas experiências podem ser reais ou fantasiosas, conscientes ou não...
A minha reflexão hoje é sobre a nossa grande dificuldade de saber se estamos certos ou errados nos vários caminhos que tomamos e isso depende apenas de que tenhamos um olhar mais criterioso para com nossos sentimentos e com as situações vividas e percebidas não como pessoas desconfiadas e assustadas com o mundo surpreendente que nos cerca mas sim como pessoas antenadas muito mais pelo que sentimos do que pelo que pensamos.

 

 

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  • Publicado por: marcia atik
  • Postado em: quinta-feira, 26 mar 2020 07:56
  • esperança   
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