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Ghost of Tsushima

Ghost of Tsushima parece uma máquina do tempo. Ele transporta você para a Ilha de Tsushima em 1274, período em que ocorreu a primeira invasão mongol ao Japão. O personagem principal, chamado Jin Sakai, é um dos últimos samurais de seu clã e deve lutar para proteger o local em que nasceu um implacável general.

O destaque do enredo, além da história em si, é a forma como os acontecimentos são retratados e a relação de Jin com os aliados. Conforme se avança na história, o personagem conhece pessoas – de forma pacífica ou não – que podem ajudá-lo a derrotar os exércitos espalhados pelo mapa do jogo - e derrubar a terrível ameaça que incomoda a paz da ilha.

Um ponto curioso são os dilemas morais de Jin. Para obter um “atalho” em sua missão, ele tem que abrir mão dos conceitos samurais e usar todos os artifícios de um fantasma. Mas se você é da antiga e viu aquele filme do Tom Cruise e se empolgou com a filosofia dos caras dá pra jogar nessa pegada... só que o buraco é bem mais em baixo....

Ghost of Tsushima promete agradar quem gosta de jogos desafiadores e que ofereçam liberdade de escolha em como definir um combate. Afinal, o arsenal do protagonista é imenso e os oponentes vão exigir todas as armas, além de concentração e paciência. Prepare-se para passar horas grudado na telinha e conhecer mais sobre a história do último samurai de Tsushima. Vale a pena!!


 

 

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  • Publicado por: Stevie Lopes
  • Postado em: sexta-feira, 24 jul 2020 22:50Atualizado em: sábado, 25 jul 2020 01:07
  • Ghost of Tsushima   Japão   games   
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Chorar não dá XP

Eu bem poderia começar falando que os gamers ficam de Mimimi, mas muitos de vocês não iriam gostar e iriam reclamar porque os gamers há anos tem a péssima mania de reclamar de tudo. “PS5 chegou, mas parece um roteador”, “Vingadores parece jogo de celular”, “Nossa esperei tanto pelo Last of US 2 e estragaram o jogo” sabem a que conclusão chegamos? Gamers são uns bichos que nunca estão satisfeitos, eles jogam, compram e consumem só pra ter o prazer de criticar, mesmo que tenha gostado de diversas partes do jogo, mas parece mais interessante ficar chorando, reclamando, xingando, ofendendo, é aí que chego ao título desta coluna: “Chorar não dá XP”.

Não adianta chorar porque o jogo é caro, o design não é o que você queria, ofender a atriz do jogo porque a personagem não age como você acha que deveria ou mesmo xingar gamers mulheres. Nada disto dá XP, não dá experiência dentro ou fora do jogo, só faz com que você seja mais um dos jogadores que deveriam estar em extinção.

Já pensou que, ao invés de criticar o jogo você poderia ver um ponto positivo nele? Ou mesmo assumir que aquele jogo não foi feito pra você? Ao invés de reclamar do preço poderia esperar ele abaixar e assumir que nosso mercado é diferente do mercado lá fora.

Essas pessoas que cito aqui, são pessoas que não gostam de perder, não gostam de serem contrariadas, não gostam que as coisas sejam como são, e aceitar é a primeira dose do remédio para tratar algo que talvez você nem percebeu que tinha dentro de você, a realidade é que você não está satisfeito com nada.

Aceita que dói menos....Ou vai chorar?

 

 

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  • Publicado por: Stevie Lopes
  • Postado em: segunda-feira, 13 jul 2020 20:18Atualizado em: segunda-feira, 13 jul 2020 20:21
  • XP   PS5   
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O PS5 é tudo isso mesmo?

Na semana passada a Sony anunciou finalmente como será o PS5, descubra a seguir se o PS5 vale ou não vale seu rico dinheirinho. Clica vai, clica logo....

 

 

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  • Publicado por: Stevie Lopes
  • Postado em: quinta-feira, 18 jun 2020 19:06
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Mulheres nos Games? A dificuldade de jogar online sendo mulher

Mesmo as mulheres sendo maioria como praticantes (em torno 53%), segundo dados levantados pela Pesquisa Games Brasil de 2019, elas ainda não são respeitadas como deveriam no mundo dos jogos eletrônicos. Apesar de ter grande representatividade em personagens online e off-line, as mulheres às vezes preferem escolher nicknames e avatares masculinos para evitar ofensas, assédios ou comentários machistas. Muitas vezes elas são subjugadas e colocadas como coadjuvantes em um universo que é, ou pelo menos deveria ser... plural. As plataformas mais utilizadas para os jogos são, em ordem, os smartphones (83,5%), consoles (48,5%), notebook (42,6%), desktops (42,4%) e tabletes (19,6%).

Durante um campeonato mundial de LOL na Rússia, uma equipe masculina decidiu banir somente os personagens do “suporte”, deduzindo que as posições estavam sendo ocupadas por mulheres. A equipe foi punida. Entretanto, o exemplo positivo é apenas a pontinha de um iceberg que demanda atitudes mais duras em nível macro. As mulheres não estão em outras áreas da estrutura de um game. Programadoras, criadoras e desenvolvedoras são minorias em um universo construído por “homens e para homens”. Os avatares femininos, ou mesmo NPCs na maioria das vezes são sensualizados dentro do jogo. Com poucas roupas e estereotipadas, e nem sempre contemplam a jogadora. Além de ofensas verbais machistas, as suas contas são assediadas, fazendo com que a gamer fique desconfortável em permanecer ali.

As mulheres tem um instinto e sensibilidade que os homens não têm. Qualidades que nem treinando, se adquire. Elas devem ser respeitadas como gamer, e com as suas particularidades, sem medo de serem assediadas, excluídas ou subjugadas.

Logicamente que, o que as gamers sofrem nos jogos online é o reflexo de como a sociedade se comporta. Vamos tornar o jogo acessível para todos, independentemente de sexo, raça, religião ou idade. O verbo que deve ser conjugado é o da diversão não o da segregação. Você que é homem, se comporte como tal, respeite a sua companheira de jogo, ela pode ser a mãe de alguém, filha de alguém, que só quer ter momentos de lazer como você. Já deu né?!




Falando em já deu....

A Playstation anunciou sua convenção tão aguardada para dia 11, quinta-feira, saiba porque ela foi cancelada anteirormente e mais notícias, no vídeo abaixo...

 

 

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  • Publicado por: Stevie Lopes
  • Postado em: quinta-feira, 11 jun 2020 12:13
  • Mulheres   Games   Online   
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Santos F.C.: Com a bola no pé e o controle na mão

Que “gamer” nunca sonhou ficar jogando o dia todo? Acordar e dormir pensando “naquela fase”? Nas estratégias para derrotar o “boss” ou a equipe inimiga?  Mas, você tem que trabalhar, estudar, tem tarefas, obrigações. O dia-dia “consome mais energia”  que qualquer fase, e no fim do dia  o único “boss” que você pensa antes de dormir é aquele que paga seu salário no final do mês.

Mas já pensou jogar e viver com estilo? É possível sim...mas tem que ser fera.... se tornar um profissional e aí quem sabe poderá fazer parte de um concorrido e seleta categoria, as dos atletas de e-Sports. O Brasil tem representantes muito bem pagos e equipes valiosas no cenário mundial desse esporte. Estas equipes têm contratos com empresa e times famosos, um deles é o Santos F.C.

A “Santos HotForex”, no último domingo, dia 31 de maio, completou dois anos de existência e de muitas vitórias no cenário de jogos eletrônicos.Tive o prazer de bater um papo com o Leonardo Di Prado, diretor executivo / CEO da Select e-Sports, empresa que faz a gestão do projeto de esporte eletrônico do Santos F.C., para saber tudo o que você sempre quis sobre esse universo dos atletas eletrônicos e não tinha pra quem perguntar.

Primeiramente parabéns pelos dois anos de existência da equipe Santos HotForex. Haverá alguma comemoração “gamer”?
Por conta do COVID, e das restrições, limitamos as celebrações da data apenas às mídias sociais, onde nos expressamos, e pudemos receber o carinho da nossa torcida.

As empresas patrocinando jogadores e equipes de e- Sports é uma situação nova, como você vê a iniciativa do Santos F.C. em abraçar essa categoria em crescimento?
O Santos F.C., pioneiro como sempre, enxergou o esporte eletrônico como ele deve ser visto desde o início. Foi o primeiro clube de futebol do país a ingressar neste universo, e após uma experiência inicial, se dispôs a criar sua própria modalidade de e-Sports. Eu vejo esta posição do SantosFC como uma visão importante, disruptiva, e que certamente irá render muitos frutos ao Clube em médio/longo prazo.

A HotForex fez contratações de peso no qual elevou o nível da equipe. O que é preciso para uma equipe continuar competitiva nos campeonatos?
A HotForex é a nossa patrocinadora Master no e-Sports, e certamente nos fortaleceu bastante na busca por uma equipe competitiva. Assim como no esporte tradicional, para se tornar competitivo nas competições, e permanecer competitivos, é necessário ser criativo na construção do elenco, saber fazer e conduzir o trabalho esportivo em busca de máxima performance, e se tornar um ambiente favorável para a prática desportiva, de modo que os atletas se destaquem, sejam assediados, mas não queiram deixar a organização. Acredito que este seja o caminho e é isto que buscamos.

Qual o diferencial do Santos Hotforex para as demais equipes?
O principal diferencial do Santos HotForex certamente é a nossa torcida. A torcida santista nos dá muita força no nosso dia-a-dia, motiva bastante nossos jogadores, profissionais e cria bastante valor para os nossos parceiros comerciais. Se tiver que escolher um único diferencial, sem dúvidas é o torcedor santista.

Em quantas categorias de jogos vocês atuam e quantas pessoas fazem parte da equipe entre jogadores e staffs?
Atualmente estamos presentes em 4 jogos diferentes: League of Legends, Rainbow Six, Free Fire, PUBG Mobile e possuímos 39 profissionais que nos ajudam a construir a história do Santos HotForex.

Qual a rotina da equipe?
Isto varia bastante entre as modalidades, mas geralmente temos por rotina o trabalho em 5 dias e meio por semana, com um dia e meio de folga semanal. Dentro de cada dia destes a Comissão Técnica define com os atletas as atividades a serem realizadas, que também é variável.

Há alguma semelhança entre o atleta do time do Santos F.C para o atleta do Santos HotForex?
Acredito que há várias semelhanças. O atleta de esporte eletrônico também se dedica bastante, treina as suas habilidades, conceitos técnicos, táticos, trabalho coletivo, estuda os adversários, observa o cenário competitivo de outras regiões do mundo, e precisa se preparar psicologicamente para a pressão, sofre cobranças externas e internas, e precisa a cada jogo se provar com performances de alto nível.

Mudou alguma coisa no setor e na equipe com a pandemia?
Sim. Nosso setor certamente é um dos menos afetados com a pandemia, já que conseguimos atuar em modo "online", mas ainda assim fomos afetados diretamente e indiretamente. Algumas modalidades tiveram seus projetos de Gaming Office atrasados por conta da Pandemia, pelo perigo de trazê-los para São Paulo neste momento. Algumas competições que são realizadas de forma presencial, em estúdio aqui em São Paulo, sofreram paralisações e/ou foram adiadas, em algum momento mudaram para uma disputa "online", e tudo isto gera alguns contratempos e prejuízos para o setor. Nossa equipe que trabalha presencialmente no Office em São Paulo, e necessita de transporte público, foi liberada para fazer Home Office. Adotamos todos os protocolos para reduzir o risco de contaminação, com máscaras para todos os jogadores e profissionais, álcool gel por todos os lados no Office, orientação de como proceder em locais públicos e restrição de rotina para casa/trabalho e trabalho/casa. Indiretamente somos afetados com os prejuízos que as marcas e empresas sofrem no Brasil e no mundo, o que de certa forma afeta o mercado de marketing esportivo em geral, e acaba respingando no setor de e-Sports também.

Como é feita a seleção dos jogadores para entrar na equipe?
Nós temos nosso método de scouting. Geralmente observamos dados e estatísticas disponíveis nas modalidades, e buscamos identificar talentos através disto. A partir daí fazemos uma entrevista e tentamos identificar se há uma identificação do talento prospectado com os valores esportivos da equipe.

Qual a sua dica para quem quer se tornar um atleta de jogos eletrônicos?
Minha dica é que o jovem atleta estude bastante os conceitos do jogo. Conhecimento básico, intermediário e avançado é importante para que se consiga ter grande impacto dentro do jogo. Há muita informação disponível na internet, e é essencial que se tenha essa predisposição a estudar, buscar conhecimento, e autodesenvolvimento sempre. Outra coisa importante é a seriedade com a prática esportiva. Dê sempre 100% de si nas filas rankeadas, ou nas partidas de competições menores em que atua, pois estes dados tanto de rankeadas quanto de competições menores, são utilizados por Comissões Técnicas e Diretorias na busca por jovens talentos. Costumo dizer que há uma diferença importante entre a cultura norte americana e a cultura brasileira, onde lá eles fazem/produzem valor para depois colherem o fruto dessa dedicação. A melhor maneira para um jovem talento conseguir se tornar profissional é fazer primeiro, e esperar o reconhecimento depois.

Obrigado pela entrevista, sucesso para a equipe e para o segmento do e-Sports e que iniciativas como a do time do Santos F.C aconteçam cada vez mais. E para finalizar... qual é a expectativa da Santos HotForex para daqui a dois anos?
Nós esperamos em dois anos sermos reconhecidos no LATAM como uma das principais Organizações de e-Sports do continente.




Como podemos ver há um longo caminho entre o sonho e a realidade, e nesse caminho há muito treino , dedicação, foco, disciplina e responsabilidade. Será que você está pronto pra ser um atleta de alto nível e quem sabe fazer parte de uma equipe como o Santos F.C? Aí já é com você.

Saideira....
A Playstation cancelou o anúncio do Playstation 5 que seria nessa quinta-feira e o COD:WM cancelou a chegada da Season 4 prevista para quarta-feira. Todo mundo cancelando, também vou cancelar a publicação de notícias nessa semana. Falando nisso...

Game over.

Até semana que vem.

 

 

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  • Publicado por: Stevie Lopes
  • Postado em: quarta-feira, 03 jun 2020 17:39Atualizado em: quarta-feira, 03 jun 2020 17:49
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