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Ami-o e aceite-o

“Híbridos e elétricos vão dominar o mundo”.

“Isso você já disse antes!”

“Não me diiiiiiga...”

Tá, tá, tá, tá, TÁ!!! Isto não é uma cena entre o Professor Girafales e a Pópis, mas se trata de uma frase repetida à exaustão...e, quem sabe, uma verdade...quem sabe...

Se vão dominar o mundo, o tempo dirá, mas que ocupam um espaço cada vez maior nas ruas é fato. Espaço maior, ainda que sejam menores, minúsculos. Vejam o Citroën Ami, por exemplo. Começou a ser comercializado na França, terra-natal da marca. De dimensões muito compactas, leva no máximo duas pessoas. É a solução, segundo a marca, para a mobilidade urbana.

Primeiro, alguns dados do modelo. Usa uma bateria de íon de lítio de 5,5 kWh, que pode ser carregada em três horas com um soquete de 220V padrão usando o cabo que fica embutido no veículo. Também pode ser carregado em uma Wallbox usando um cabo adequado (opcional) ou em um ponto de carregamento público. Com tudo isso, tem autonomia de 75 km.

O motor de 6 kW fornece uma velocidade máxima de 45 km/h. O Ami tem 2,41 m de comprimento, 1,39 m de largura e 1,52 m de altura.

Vamos trazê-lo agora para a realidade da Baixada Santista. Pensa em 75 km de autonomia com o proprietário morando, trabalhando e estudando na mesma cidade. Vamos tomar Santos como exemplo. Exceção a quem trabalha na rua, leva um tempo para rodar 75 km dentro da cidade. Além disso, o carro é pequeno, quer dizer, fácil de estacionar. Se houver alguns pontos de recarga espalhados, acabou, problema resolvido.

Na França o Ami vai custar 6 mil euros. É, só isso, ou uns R$ 35,2 mil na cotação atual. Evidentemente por aqui custaria bem mais, mas isso deixamos para um outro encontro.
Aceleremos!!

 

 

  • Publicado por: Paulo Rogério
  • Postado em: quarta-feira, 27 mai 2020 17:38Atualizado em: quarta-feira, 27 mai 2020 17:47

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O mundo automotivo dentro e fora da estrada! Pelo jornalista Paulo Rogério, especializado em automobilismo.