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Danilo Nunes se apresenta no Arraial do Arte no Dique

Por conta do Covid-19 e seguindo as ordens da Organização Mundial de Saúde, este ano o Arraial do Arte, evento do Instituto Arte no Dique presente no calendário oficial de Santos, é realizado de maneira diferente. Sábado ocorreu show de Diego Alencikas. serão dois shows em junho, transmitidos ao vivo e alusivos à tradicional festa nordestina de São João.

Já no próximo sábado, 27 de junho, 20h, celebrando o Dia de São Pedro (29 de junho), será a vez de Danilo Nunes levar aos espectadores um repertório totalmente nordestino.

Pessoas da comunidade da Vila Gilda também comercializam produtos e quitutes em "barraquinhas online", com o intuito de movimentar a cadeia produtiva e a economia local.

As apresentações acontecem pelas redes sociais do Instituto Arte no Dique (www.facebook.com/artenodique e https://www.instagram.com/artenodiqueoficial/) e depois serão veiculadas no canal Arte no Dique TV (www.youtube.com/arteondiquetv).

“Nossa prioridade é abrir espaço para músicos da região, tendo em vista as dificuldades que estão encontrando para trabalhar em virtude do distanciamento social”, ressalta o presidente da instituição, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Sobre o Arraial do Arte

Realizada há mais de 15 anos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, resgata a essência da Festa de São João. Até o ano passado, contava com barracas que ofereciam os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, fomentando, assim, a cadeia produtiva local e com apelo turístico.

No espaço localizado ao lado do instituto, aconteceram shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova viagem. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns dias, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 26 jun 2020 16:03Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
  • Cultura   Arte no Dique   Arraial   
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Festival O Som das Palafitas, do Arte no Dique, terá sua maior edição e homenageará Moraes Moreira

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas será realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento poderá ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganhará caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos nas redes sociais da instituição no formato live, haverá um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais.

Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



O show de abertura, em 4 de setembro, 20h, uma sexta-feira, será com o cantor, músico e compositor santista Danilo Nunes, cujo set list será totalmente composto por músicas de Moraes.



Esta será a primeira fase do O Som das Palafitas 2020, só com artistas da Baixada Santista. No dia seguinte, 5 de setembro, no mesmo horário, será a vez de DJ Cuco. Os shows seguirão sempre às sextas e aos sábados, 20h, com Matheus Vasconcelos (11 de setembro), Simone Ancelmo (12 de setembro), Monna (18 de setembro), Gabriel Prado e Edison Cabeça (19 de setembro), Diego Alencikas (25 de setembro), Conrado Pouza (26 de setembro), Julinho Bittencourt (2 de outubro) e Jotta R (3 de outubro).



“São dez apresentações e 11 artistas da região. É nossa forma de valorizarmos a produção artística local, principalmente nesse cenário bastante difícil para a classe cultural com a pandemia. Muitos deixaram de ganhar o seu sustento do dia a dia com o fechamento de bares, casas noturnos e cancelamento de shows e festivais presenciais, e dependem de iniciativas assim para se manterem”, detalha José Virgílio. “Também esperamos que essa edição seja o embrião de um grande festival de música regional autoral que pretendemos desenvolver, de maneira presencial, a partir de 2021”, destaca o gestor.



Fase nacional



A partir de 10 de outubro a programação contará com grandes artistas do cancioneiro popular e da música instrumental do país: Sandra de Sá (10 de outubro), José Gil e Maria (17 de outubro), Charlie Brown Jr. (24 de outubro), Moreno Veloso (31 de outubro), Hamilton de Holanda (7 de novembro), Gilmelandia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações.



Programação:



04.09 - Danilo Nunes

05.09 - Dj Cuco

11.09 - Matheus Vasconcelos

12.09 - Simone Ancelmo

18.09 - Monna

19.09 - Gabriel Prado e Edison Kbça

25.09 - Diego Alencikas

26.09 - Conrado Pouza

02.10 - Julinho Bittencourt

03.10 - Jotta R

10.10 - Sandra de Sá
17.10 - José Gil e Maria
24.10 - Charlie Brown Jr
31.10 - Moreno Veloso
07.11 - Hamilton de Holanda
14.11 - Gilmelandia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 - Armandinho

Os shows serão transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique e pelo Youtube www.youtube.com/artenodiquetv.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova viagem. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns dias, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quinta-feira, 20 ago 2020 14:44Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
  • Musica   Cultura   Social   
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Sandra de Sá abre fase nacional do festival O Som das Palafitas

Realizado de maneira online em virtude da pandemia, evento contará, a partir deste sábado, 10 de setembro, com shows de Sandra de Sá, Charlie Brown Jr., Hamilton de Holanda, Moreno Veloso, Davi Moraes e Armandinho Macedo, entre outros. Lives terão cunho social, visando arrecadar fundos para a compra de equipamentos e reforma da fachada da ONG.

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e evento ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos nas redes sociais da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.



Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



Fase nacional



Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, chega a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A partir de 10 de outubro a programação contará com grandes artistas do cancioneiro popular e da música instrumental do país: Sandra de Sá (10 de outubro), José Gil e Maria (17 de outubro), Charlie Brown Jr. (24 de outubro), Moreno Veloso (31 de outubro), Hamilton de Holanda (7 de novembro), Gilmelandia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações. Os shows acontecem sempre às 20h, ao vivo, e são transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique.



Programação:



10.10 - Sandra de Sá
17.10 - José Gil e Maria
24.10 - Charlie Brown Jr
31.10 - Moreno Veloso
07.11 - Hamilton de Holanda
14.11 - Gilmelandia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 – Armandinho Macedo



Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova oportunidade. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 09 out 2020 00:03Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
  • Cultura   Arte no Dique   Música   
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José Gil e Maria dão sequência à fase nacional do festival O Som das Palafitas

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.



Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



Fase nacional



Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a genda no último dia 10.



Os shows seguem com José Gil e Maria (17 de outubro), Charlie Brown Jr. (24 de outubro), Moreno Veloso (31 de outubro), Hamilton de Holanda (7 de novembro), Gilmelândia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações. Os shows acontecem sempre às 20h, ao vivo, e são transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique.

JOSÉ GIL E MARIA



Cercados por música desde que nasceram, José Gil (filho mais novo de Gilberto Gil) e Mariá Pinkusfeld trazem um show com canções que influenciaram suas formações músicas.



Um repertório que transita pela música nordestina do sertão e litoral, dando continuidade ao legado de seus pais, os mestres Gilberto Gil e Xangai.



Dentre as músicas apresentadas no show, trazem compositores como Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Chico César, Paulo César Pinheiro, Djavan, João Silva, entre outros.



Programação:




17.10 - José Gil e Maria
24.10 - Charlie Brown Jr
31.10 - Moreno Veloso
07.11 - Hamilton de Holanda
14.11 - Gilmelandia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 – Armandinho Macedo



Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova oportunidade. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: segunda-feira, 12 out 2020 12:57Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
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3º Santos Film Fest ocorrerá de 27 de agosto a 3 de setembro

O 3º Santos Film Fest – Festival de Filmes de Santos acontecerá de 27 de agosto a 3 de setembro. Algumas novidades já foram confirmadas. Um dos homenageados será o crítico santistaRubens Ewald Filho, que receberá o troféu Luciano Quirino, cujo nome reverencia o ator santista que hoje trilha carreira nacional em cinema, TV e teatro e foi o patrono da segunda edição. 

Rubens participou do festival em 2017, quando apresentou o longa-metragem “Somos Todos Estrangeiros”, do qual é produtor. Foi a primeira sessão do filme na Baixada Santista. Em 2018 ele retornará para receber a homenagem como importante figura na difusão do cinema nacional e por sempre levar o nome de Santos aonde vai.

Será realizada uma exposição com seu acervo pessoal, inclusive os primeiros cadernos nos quais costumava anotar suas impressões sobre os filmes. Também serão exibidos alguns de seus longas preferidos. “Rubens é um embaixador do cinema. Curador do principal festival de cinema do país, sempre fala de Santos e tem orgulho de ter saído daqui. É com prazer que prestaremos uma justa homenagem ao ‘homem do Oscar’”, explica André Azenha, organizador do projeto.

Agenda 2030 da ONU

Neste ano o festival repetirá a mostra de longas-metragens, nacionais e estrangeiros, que tem se destacado internacionalmente, em parceria com importantes distribuidoras de filmes do país. 

O tema geral será a Agenda “2030 da ONU e seus 17 objetivos”. 

Uma novidade será também a abertura de inscrições para os curtas, médias e longas que tenham a ver com o tema. 

Uma das mostras será focada em filmes que retratam a imprensa, batizada “Democracia, só com imprensa livre”. Principalmente neste momento em que políticos de diferentes vertentes, tentam limitar a atuação do jornalismo pelo mundo.

O festival se destacou pela qualidade da curadoria apresentada na edição passada. Muitos dos filmes exibidos foram premiados internacionalmente e foram listados entre os melhores do ano por diversos veículos de credibilidade do mundo inteiro, como ‘O Cidadão Ilustre’, ‘Além das Palavras’, ‘O Filme da Minha Vida’, entre outros.

Em 2016, o festival levou ao público 17 filmes. No ano seguinte, 34. Em 2018 o objetivo é melhorar ainda mais a programação em qualidade e quantidade. Para este ano, o evento também investirá nas exibições de filmes de baixo ou zero orçamento, visando promover a produção verdadeiramente independente nacional. Em breve será anunciado o período de inscrições. “Desde o princípio nossa vontade tem sido expandir o cinema. Não apenas para quem estuda, quem produz, um público importantíssimo, e por isso sempre reservamos parte das salas para alunos de cinema, mas à população em geral. Faremos, novamente, sessões infantis para alunos da rede pública, e pretendemos realizar exibições para pessoas portadoras de deficiência física, buscando sempre a inclusão, a formação de público, a democratização de acesso à cultura”.

Além disso, em parceria com o Escritório de Inovação Econômica da Prefeitura de Santos, o festival realizará um intercâmbio com uma Cidade Criativa em Cinema pela Unesco, que será definida em breve. O objetivo é exibir filmes dessa cidade, enviar filmes do festival para quem sejam exibidos lá e, quem sabe, reunir alunos de cinema de ambos os municípios para a produção de um videoclipe em conjunto. Também ocorrerá um bate-papo ao vivo via Skype, pela tela de cinema, com um profissional de audiovisual estrangeiro.

80 anos de Superman e 40 anos de Superman, o Filme

Na temporada que Superman completa 80 anos de sua primeira aparição nos quadrinhos, em “Action Comics 1”, o festival celebrará o aniversário e também os 40 anos do lançamento de “Superman, o Filme” com mostra especial de filmes e animações do personagem, oficina de desenho e duas exposições: uma de itens ligados às versões do herói nas telonas, e outra de desenhos produzidos por artistas da região. Além de debates sobre sua relevância para a cultura pop e a sétima arte. “Superman acompanhou grande parte da história do cinema, desde suas primeiras aparições nas matinês cinematográficas dos anos 40, numa série de curtas animados muito à frente de sua época, feitos pelos irmãos Fleischer. É um símbolo da justiça, a busca por igualdade, representa um ser deslocado na humanidade, tentando se encontrar. São várias leituras e interpretações que têm tudo a ver com o mundo atual, calcado num pessimismo gerado pela violência, a corrupção. É um personagem necessário, que leva luz às pessoas de todas as idades. Além disso, ‘Superman, o Filme’ trouxe inovações técnicas para a indústria”, diz Azenha.

Mais atividades

Em time que está ganhando não se mexe. E o Santos Film Fest manterá as oficinas formativas, a Virada Cinematográfica com café da manhã, sucesso de público nas duas edições do festival, e os bate-papos e palestras com profissionais experientes da área e as exibições de filmes clássicos e cults, visando valorizar a história do cinema. Nesta terceira edição também serão debatidos a representatividade das mulheres no audiovisual, o processo de distribuição de filmes no mercado, e as transformações do segmento, com as recentes plataformas de exibição como o vídeo sob demanda e o streaming.

Toda a programação é gratuita e acontecerá em diversos espaços, como Cine Roxy 5, Cine Roxy 4, Cinemateca de Santos, etc.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quarta-feira, 28 fev 2018 02:05Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
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