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Festival O Som das Palafitas, do Arte no Dique, terá sua maior edição e homenageará Moraes Moreira

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas será realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento poderá ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganhará caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos nas redes sociais da instituição no formato live, haverá um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais.

Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



O show de abertura, em 4 de setembro, 20h, uma sexta-feira, será com o cantor, músico e compositor santista Danilo Nunes, cujo set list será totalmente composto por músicas de Moraes.



Esta será a primeira fase do O Som das Palafitas 2020, só com artistas da Baixada Santista. No dia seguinte, 5 de setembro, no mesmo horário, será a vez de DJ Cuco. Os shows seguirão sempre às sextas e aos sábados, 20h, com Matheus Vasconcelos (11 de setembro), Simone Ancelmo (12 de setembro), Monna (18 de setembro), Gabriel Prado e Edison Cabeça (19 de setembro), Diego Alencikas (25 de setembro), Conrado Pouza (26 de setembro), Julinho Bittencourt (2 de outubro) e Jotta R (3 de outubro).



“São dez apresentações e 11 artistas da região. É nossa forma de valorizarmos a produção artística local, principalmente nesse cenário bastante difícil para a classe cultural com a pandemia. Muitos deixaram de ganhar o seu sustento do dia a dia com o fechamento de bares, casas noturnos e cancelamento de shows e festivais presenciais, e dependem de iniciativas assim para se manterem”, detalha José Virgílio. “Também esperamos que essa edição seja o embrião de um grande festival de música regional autoral que pretendemos desenvolver, de maneira presencial, a partir de 2021”, destaca o gestor.



Fase nacional



A partir de 10 de outubro a programação contará com grandes artistas do cancioneiro popular e da música instrumental do país: Sandra de Sá (10 de outubro), José Gil e Maria (17 de outubro), Charlie Brown Jr. (24 de outubro), Moreno Veloso (31 de outubro), Hamilton de Holanda (7 de novembro), Gilmelandia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações.



Programação:



04.09 - Danilo Nunes

05.09 - Dj Cuco

11.09 - Matheus Vasconcelos

12.09 - Simone Ancelmo

18.09 - Monna

19.09 - Gabriel Prado e Edison Kbça

25.09 - Diego Alencikas

26.09 - Conrado Pouza

02.10 - Julinho Bittencourt

03.10 - Jotta R

10.10 - Sandra de Sá
17.10 - José Gil e Maria
24.10 - Charlie Brown Jr
31.10 - Moreno Veloso
07.11 - Hamilton de Holanda
14.11 - Gilmelandia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 - Armandinho

Os shows serão transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique e pelo Youtube www.youtube.com/artenodiquetv.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova viagem. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns dias, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quinta-feira, 20 ago 2020 14:44
  • Musica   Cultura   Social   
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Programa Criando Oportunidades 2020, em Cubatão, divulga cronograma

O Programa Criando Oportunidades 2020, realizado pela ASABAMC- Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão em parceria com a Prefeitura de Cubatão, pela Secretaria de Cultura, divulga seu cronograma deste semestre. O projeto acontece de agosto a dezembro e contempla apresentações da Banda Marcial de Cubatão e seu Corpo Coreográfico, Coral Zanzalá, Coral Raízes da Serra, Banda Marcial Infantil e oficinas de formação musical e dança coreografada.

Apresentações

Em virtude da pandemia do coronavírus e das necessidades atuais de distanciamento social, todas as apresentações dos grupos serão online ou gravadas e disponibilizadas gratuitamente na internet. “Do presencial para o virtual, as aulas e apresentações virtuais mostram um novo pensar da diversidade do conhecimento. A arte, como todo o planeta, está em reconstrução. É baseado nesse novo conceito que o Programa Criando Oportunidades fundamenta as suas ações”, ressalta o coordenador Milton Custódio Simões.

O programa musical acontecerá de outubro a dezembro, no formato de apresentações – em formato pocket - com duração de no máximo 15 minutos cada, levando à população temas variados: da música popular brasileira a trilhas de filmes e desenhos de sucesso.

Oficinas

De agosto a dezembro ocorrem as oficinas formativas com a carga horária de quatro horas semanais, divididas segundo o cronograma pedagógico proposto.

As oficinas de trompete, trombone, trompa, euphonio, tuba, teoria musical, percussão e marcha coreografada são direcionadas aos alunos cadastrados na Banda Marcial Infantil de Cubatão.

O projeto conta com sete arte-educadores, um coordenador artístico e um coordenador pedagógico que também se disponibilizaram a dar aulas (como voluntários) no programa das oficinas. A estimativa é atender a 100 alunos até dezembro deste ano.

Na segunda quinzena de setembro, se houver disponibilidade de vagas, será aberto um programa de inscrições para novos alunos.

No sábado, 1º de agosto, houve oficina de capacitação para os arte-educadores e coordenadores das oficinas, proporcionando conhecimento teórico e prático no uso da ferramenta Google Meet, adotada para realização das oficinas.

“As aulas do mês de agosto são bem especiais. Tanto os arte-educadores quanto os alunos entram numa didática totalmente nova. O primeiro mês está focado para o conhecimento da ferramenta Google Meet, utilizada para o contato de todos, além das aulas grupais, links de pesquisas e vídeos conceituais. Como as aulas não são presenciais, o projeto atenderá em primeiro momento os alunos da Banda Marcial infantil, pois todos os componentes têm instrumento musical em casa, através do termo de empréstimo da ASABAMC, responsável pelo programa”, explica o coordenador.

Inclusão

Nesta edição alunos que não possuem instrumentos poderão adquirir os seus gratuitamente para a aprendizagem. “Este ano compraremos alguns instrumentos da linha estudante de sopro e percussão. Serão adquiridos cornets, trompetes, trompa, tuba, caixa de marcha e prato a dois. Após as tratativas de orçamentos, compra e registro da aquisição dos instrumentos, poderão ser atendidos outros jovens iniciantes na arte musical”, destaca Milton.

Sobre o Criando Oportunidades

O Programa Criando Oportunidades 2020, termo de fomento 008/20, é uma parceria da ASABAMC- Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão com a Prefeitura de Cubatão, através da Secretaria de Cultura, por meio de emendas impositivas da Câmara, direcionadas através dos vereadores Ivan Hildebrando, Marcio Silva Nascimento (Marcinho), Rafael Tucla e Érika Verçosa. Informações podem ser acompanhadas pela página do Facebook – ASABAMC – Associação Amigos da Banda Marcial de Cubatão

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quinta-feira, 06 ago 2020 12:49
  • Cultura   Música   Banda   
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Danilo Nunes se apresenta no Arraial do Arte no Dique

Por conta do Covid-19 e seguindo as ordens da Organização Mundial de Saúde, este ano o Arraial do Arte, evento do Instituto Arte no Dique presente no calendário oficial de Santos, é realizado de maneira diferente. Sábado ocorreu show de Diego Alencikas. serão dois shows em junho, transmitidos ao vivo e alusivos à tradicional festa nordestina de São João.

Já no próximo sábado, 27 de junho, 20h, celebrando o Dia de São Pedro (29 de junho), será a vez de Danilo Nunes levar aos espectadores um repertório totalmente nordestino.

Pessoas da comunidade da Vila Gilda também comercializam produtos e quitutes em "barraquinhas online", com o intuito de movimentar a cadeia produtiva e a economia local.

As apresentações acontecem pelas redes sociais do Instituto Arte no Dique (www.facebook.com/artenodique e https://www.instagram.com/artenodiqueoficial/) e depois serão veiculadas no canal Arte no Dique TV (www.youtube.com/arteondiquetv).

“Nossa prioridade é abrir espaço para músicos da região, tendo em vista as dificuldades que estão encontrando para trabalhar em virtude do distanciamento social”, ressalta o presidente da instituição, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Sobre o Arraial do Arte

Realizada há mais de 15 anos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, resgata a essência da Festa de São João. Até o ano passado, contava com barracas que ofereciam os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, fomentando, assim, a cadeia produtiva local e com apelo turístico.

No espaço localizado ao lado do instituto, aconteceram shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova viagem. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns dias, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv.

 

 

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Lives com Luciano Quirino, Lufe Steffen e Luiz Domingues na página Histórias do Cinema

A página Histórias do Cinema (http://www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha) do crítico de cinema santista André Azenha, tem realizado, desde o dia 2 de maio, lives às quintas e aos sábados e outros dias, para abordar temas relativos ao segmento audiovisual e os impactos da pandemia no setor.

As entrevistas são veiculadas em lives ao vivo pela página do Facebook e, depois, são postadas no canal www.youtube.com/históriasdocinemaporandréazenha.

Sábado, 27 de junho, 18h, o ator Luciano Quirino, de trabalhos de destaque no cinema, no teatro e na televisão contará detalhes de sua carreira e de alguns de seus principais trabalhos.

Santista atualmente residente no Rio de Janeiro, Luciano Quirino tem mais de 30 anos de carreira em cinema, teatro e televisão. Estrelou a série de sucesso 9mm, produzida pela Fox e ganhadora doimportante prêmio APCA, concedido pela Associação dos Produtores e Críticos de Arte. Virou febre entre as crianças ao viver Ptolomeu, o pai do Bento, na série televisiva Detetives do Prédio Azul, que rendeu filmes para o cinema. Atuou na segunda temporada do seriado Carcereiros, da Rede Globo. Em 2017, foi homenageado em sua terra-natal, no 2º Santos Film Fest, quando esteve na abertura e apresentou o curta Os Bons Parceiros, de Elder Fraga, selecionado para Cannes. A partir do 3º Santos Film Fest passa a batizar o troféu que o festival entrega como homenagem a grandes nomes do cinema nacional. Na quarta edição do evento recebeu uma estrela na Calçada da Fama do Cine Roxy. Atuou na novela Jezabe, da Record, na série Carcereiros, no filme O Traidor, do grande diretor italiano Marco Bellocchio, entre outros trabalhos.

Terça, 30 de junho, 19h, será a vez de Lufe Steffen, cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão na Universidade Metodista, além de formação técnica como ator na Fundação das Artes de São Caetano do Sul.


Como cineasta, escreveu e dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados “São Paulo em Hi-Fi” (2016) e “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Roteirizou e dirigiu “Cinema Diversidade”, série documental para TV em 10 episódios, sobre o cinema brasileiro LGBT do século XXI, exibida pelo canal Prime Box Brazil em 2018, e inspirada em seu próprio livro “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” (2016, Editora Giostri). Publicou ainda o livro “Tragam os Cavalos Dançantes” (2008). Acaba de rodar seu 1º longa de ficção, o musical queer “Nós Somos o Amanhã”.

Atualmente ministra oficinas de cinema, versando sobre temas como Cinema x Teledramaturgia, LGBTs no Cinema Brasileiro e Cinema Queer Mundial. Em 2018 criou e realizou o 1º Workshop de Roteiro Audiovisual para Pessoas Trans, produzido em parceria com a Codorna Filmes.

Em 2019, atuou como curador e produtor das seguintes mostras audiovisuais:

- Diversidade no Cinema Paulistano – CineSesc / junho
- Queer Terror – Centro Cultural da Diversidade / agosto
- Mostra de Filmes Sobre Música Eletrônica – Centro Cultural Olido / setembro
- Cineclube LGBT – Oficina Cultural Oswald de Andrade / outubro e novembro
- Mostra Prevenção – CineSesc / dezembro

Mantém o canal Naftalufe, no YouTube, onde apresenta programas semanais sobre a cultura pop vintage do século XX.

Na quinta-feira, 2 de julho, 19h, o papo sobre Filmes de Rock com Luiz Domiingues, baixista desde 1976, com participação em diversos conjuntos musicais – entre eles Língua de Trapo e Patrulha do Espaço - e no cômputo geral, possui mais de vinte álbuns lançados no mercado fonográfico brasileiro. Como escritor, mantém três Blogs pessoais na Internet e colabora com diversos outros mantidos por outras pessoas, além de colaborações com revistas impressas, igualmente. Lançou recentemente o livro impresso, "Luz; Câmera & Rock'n'Roll, dividido em três volumes.


O livro “Luz; Câmera & Rock'n'Roll” traz em seu bojo mais de cem resenhas sobre filmes baseados no Rock, sob várias modalidades. São cinebiografias de grandes astros do Rock ou de conjuntos musicais, filmes fictícios a usar o Rock como pano do fundo, menções e citações, além de abordagens generalizadas a contextualizar o fenômeno do Rock enquanto impacto na cultura Pop e como um baluarte da contracultura. Dividido em três volumes, no cômputo geral traz mais de cem resenhas a exemplificar a produção cinematográfica em conjunto com o tema "Rock".

No sábado, 4 de julho, 18h, o entrevistado será o dublador Marcio Seixas, conhecido como a voz do Batman no Brasil, além de ter dublado personagens famosos como Spock, de Star Trek, e James Bond.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 26 jun 2020 15:35
  • Cinema   Live   Entrevista   
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Arraial do Arte no Dique

Por conta do Covid-19 e seguindo as ordens da Organização Mundial de Saúde, este ano o Arraial do Arte, evento do Instituto Arte no Dique presente no calendário oficial de Santos, será realizado de maneira diferente em 2020. Serão dois shows em junho, transmitidos ao vivo e alusivos à tradicional festa nordestina de São João.

O primeiro show será em 20 de junho, um sábado, às 20h, comemorando a data do Dia de São João (24 do mesmo mês). A atração será o músico Diego Alencikas.

Uma semana depois, 27 de junho, no mesmo horário, celebrando o Dia de São Pedro (29 de junho) será a vez de Danilo Nunes levar aos espectadores um repertório totalmente nordestino.

As apresentações acontecerão pelas redes sociais do Instituto Arte no Dique (www.facebook.com/artenodique e https://www.instagram.com/artenodiqueoficial/) e depois serão veiculadas no canal Arte no Dique TV (www.youtube.com/arteondiquetv).

“Nossa prioridade é abrir espaço para músicos da região, tendo em vista as dificuldades que estão encontrando para trabalhar em virtude do distanciamento social”, ressalta o presidente da instituição, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Sobre o Arraial do Arte

Realizada há mais de 15 anos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, resgata a essência da Festa de São João. Até o ano passado, contava com barracas que ofereciam os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, fomentando, assim, a cadeia produtiva local e com apelo turístico.

No espaço localizado ao lado do instituto, aconteceram shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

 

 

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