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Gilmelândia e Luciano Calazans dão sequência à fase nacional do festival O Som das Palafitas

Até 28 de novembro nomes como Davi Moraes e Armandinho Macedo se apresentam no festival. Lives têm cunho social, visando arrecadar fundos para a compra de equipamentos e reforma da fachada da ONG.

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.



Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



Fase nacional



Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a gaenda no último dia 10 de outubro, seguida de José Gil e Maria no dia 17, os músicos do Charlie Brown Júnior no dia 24, Hamilton de Holanda no dia 31 e José Gil em 7 de novembro.



Neste sábado, 14 de novembro, 20h, será a vez de Gilmelândia e Luciano Calazans



Os shows seguem Gilmelândia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações. Os shows acontecem sempre às 20h, ao vivo, e são transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique.





A cantora Gilmelândia (que foi da Banda Beijo) e o instrumentista, arranjador, compositor e maestro Luciano Calazans prepararam um repertório vibrante. O show concebido pelo maestro tem uma atmosfera peculiar e inusitada a começar pela formação : Voz e Baixo elétrico.



Luciano, que vêm desenvolvendo ao longo dos anos trabalhos de cunho social através de formatos orquestrais, se deslumbra em fazer, junto a Gilmelândia (os dois são amigos desde 1990) uma coisa mais simplista e, ao mesmo tempo, voltada a uma causa nobre onde também farão homenagens ao poeta Moraes Moreira.



No repertório, releituras de alguns dos hits de Moraes a exemplo de “Sintonia”, na qual um leve cheiro de “Tango” permeia o arranjo para baixo elétrico maravilhosamente interpretado pela voz poderosa de Gilmelândia.



Também interpretarão composições de Luciano Calazans: “Lábios Vermelhos” (Calazans/Gerônimo), um ijexá que ganhou muita força na voz do cantor Saulo Fernandes, composições de Caetano Veloso, entre outras surpresas.



“A simplicidade aliada à sofisticação são os alicerces desse show”, diz Luciano Calazans,





Programação:




14.11 - Gilmelândia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 – Armandinho Macedo



Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova oportunidade. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv

 

 

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Criando Oportunidades adquire instrumentos musicais para uso gratuito de alunos

O Criando Oportunidades, de Cubatão adquiriu instrumentos para atender à demanda dos 75 alunos integrantes das oficinas de musicalização gratuitas do projeto. Foram comprados sete trompetes, cinco Fluguelhorns, uma trompa, uma tuba, dois pares de pratos e quatro caixas de marcha, dentro dos termos de fomento 008/20, de Cubatão, através de emendas parlamentares de vereadores.



“A compra desses instrumentos novos foi de suma importância para seguirmos nosso objetivo de democratização do aprendizado musical. Já fizemos reformas em todos os instrumentos das oficinas, alguns com mais de 15 anos de uso. Mas ainda assim há instrumentos desgastados e essa aquisição foi fundamental. Temos certeza que daremos um melhor atendimento. Os instrumentos também serão usados pelos integrantes da Banda Marcial Infantil de Cubatão. Nossa estimativa é que esta banda se apresente com 100 componentes no desfile de 9 de abril, aniversário da cidade, em 2021”, ressalta o coordenador da Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão, Milton Custódio Simões. “Assim damos alternativa às crianças que buscam algum tipo de desenvolvimento profissional, propiciamos o contato delas com o público. E mesmo àquelas que não queiram seguir carreira musical, levarão para a vida a sensibilidade trazida pela arte”, afirma o produtor.



Vale ressaltar que todas as oficinas têm ocorrido de maneira online, em virtude da pandemia, nas redes sociais da ASABAMC.



Apresentações em 2020



Os grupos do Criando Oportunidades se preparam para levar ao público suas apresentações anuais. A Banda Marcial de Cubatão, seu Corpo Coreográfico, e os Corais Raízes da Serra e Zanzalá iniciam os ensaios para os concertos que acontecerão, excepcionalmente em 2020, de maneira online.



Banda Marcial de Cubatão



Ensaios - A Banda Marcial de Cubatão começou as suas atividades em 25 de outubro, com ensaios no vão livre do Parque Anilinas em Cubatão. O maestro Alexandre Felipe Gomes preparou um repertório muito especial que agradará a todos os públicos.



Uma live deste programa acontecerá em 29 de novembro, um domingo, as 11 horas. A exibição deste concerto acontecerá pelas redes sociais da ASABAMC. Este repertório da Marcial foi baseado nos 30 anos da banda. Devido à pandemia, não foi possível concebê-lo de maneira presencial. “Mas que não faltará oportunidade de fazermos com mais músicas e contando com mais profundidade a história artística musical destes 30 anos da Banda Marcial de Cubatão”, explica o coordenador da Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão, Milton Custódio Simões. “Teremos ainda na Live a apresentação especial do Maestro Rubens Matos com uma música gospel em homenagem a todos que se foram através do covid”, ressalta o produtor.



As atividades estão sendo preparadas dentro das especificações do distanciamento social, uso de máscaras, alcool em gel, protetor facial, entre outros.



Coral Raízes da Serra, Coral Zanzalá e Corpo Coreográfico da Banda Marcial de Cubatão



O Coral Raízes da Serra já está preparando o seu lindo repertório e a gravação acontecerá ainda neste mês de outubro e começo de novembro. Lembrando que cada componente do coral gravará da sua residência e, após a edição das gravações, todos nós poderemos nos deliciar com a apresentação do Coral das senhoras e senhores da terceira idade, no mês de novembro, pelas redes sociais.



A condução do Coral Raízes da Serra é da Maestrina Sandra Diogo Moço.



O Coral Zanzalá está preprarando a gravação de três apresentações pockets, com duração de até 10 minutos cada, com repertório variado e escolhido pelas maestrinas Nailse Machado e Fernanda Tavares. A qualidade e o bom gosto das apresentações também estarão disponíveis pelas redes sociais a partir de novembro.



O Corpo Coreográfico pertencente à Banda Marcial de Cubatão também grava em novembro. A coreógrafa Jhully Batista informa que a apresentação será muito especial e num formato único e de muito bom gosto, preparado para essa nova realidade em que estamos vivendo. A apresentação deverá estar disponível pelas redes sociais em dezembro deste ano.



O Programa Criando Oportunidades 2020, é uma parceria da ASABAMC - Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão com a Prefeitura de Cubatão, através da Secretaria de Cultura, por meio de emendas impositivas da Câmara - Termo de Fomento 008/2020.

Sobre o Criando Oportunidades 2020

Informações do Programa Criando Oportunidades podem ser acompanhadas na página do Facebook – ASABAMC – Associação Amigos da Banda Marcial de Cubatão: https://www.facebook.com/ASABAMC.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quarta-feira, 28 out 2020 20:50
  • Cultura   Cubatão   Música   
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Hamilton de Holanda dá sequência à fase nacional do festival O Som das Palafitas

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.



Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



Fase nacional



Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a gaenda no último dia 10, seguida de José Gil e Maria no dia 17 e os músicos do Charlie Brown Júnior no dia 24.



Neste sábado, 31 de outubro, 20h, será a vez de Hamilton de Holanda.



Virtuoso, brilhante e único são alguns dos adjetivos para descrever este improvisador e compositor multipremiado que inspira audiências em todo o mundo.



Hamilton de Holanda nasceu em 30 de março de 1976 em uma família musical. Seu primeiro instrumento, aos quatro anos de idade, foi a Melódica. Dois anos depois (1982), começou sua carreira profissional, aos seis anos de idade, como um prodígio do bandolim em um programa de TV nacional (Fantástico) com uma audiência de milhões de pessoas. Hoje, como compositor, improvisador, líder de banda, a música deste educador transcende os gêneros e encanta o público.



A construção de sua música vem do incentivo familiar, da consolidação do diploma universitário em composição e da liberdade das tocatas nas ruas da capital brasileira, Brasília, onde cresceu. Seu primeiro gênero foi o Choro, uma herança cultural brasileira, primo do Jazz.



Hamilton foi um dos fundadores da primeira Escola de Choro no mundo (Brasília, 1997) e idealizou a petição ao Congresso Nacional para conceder ao Choro um Dia Nacional. Como resultado, desde 23 de abril de 2000 é comemorado no Brasil o dia Oficial do Choro, por proclamação do então presidente brasileiro, expondo a primeira música popular brasileira ao povo.



Também em 2000, um ano emblemático para ele, reinventou o tradicional Bandolim de 8 cordas adicionando um par de cordas graves extras afinadas em Dó (indo de 8 a 10) dando-lhe uma voz mais profunda que emancipa o emblemático brasileiro instrumento do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento no número de cordas, combinado com os solos rápidos, contrapontos e improvisações, inspira uma nova geração a pegar o bandolim de 10 cordas.



O tocar e improvisar de Hamilton transcende limitações e gêneros. Hoje ele viaja para os diferentes cantos do planeta "trazendo seu coração na ponta dos dedos", apresentando suas próprias composições com seu som característico. Ele interage com outras tradições musicais, conjuntos e instrumentos. Isso permite que ele seja o solista convidado do Wynton Marsalis e sua Jazz at Lincon Center Orchestra, ou executar suas próprias composições com orquestras sinfônicas de todo o mundo; dos Festivais Rock / Pop ao megashow de Dave Mathews Band no The Gorge; do lendário palco do Central Park em Nova York aos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro; dos nobres museus como o Smithsonian em Washington ou o Grand Palais de Paris até o nosso famoso Carnaval no Rio de Janeiro. Lugares como Austrália, Paris, Alemanha, Amsterdã, Roma, Noruega, Los Angeles e outras cidades e festivais ao redor do mundo.



Hamilton é muito ativo nas redes sociais, onde seus números globais, para um músico instrumental, são impressionantes (ex: mais de 620k ouvintes mensais Spotify). No Brasil, ele alcançou status de estrela, recebendo o carinho do público nas ruas e vários prêmios de críticos e pares. É um músico multipremiado, vencedor de vários Grammy Latinos, Prêmio da Música Brasileira, Echo Jazz, Choc e inúmeras indicações.



O apoio popular e o desejo nato de retribuir o inspirou a promover concertos beneficentes para as grandes tragédias e projetos sociais no Brasil, como o ABRACE, que oferece assistência social a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue. Hamilton também apoia programas musicais para pessoas de áreas economicamente desfavorecidas para reforçar sua imagem e ajudar os jovens a encontrar inspiração e emprego.



Hamilton tem uma longa discografia seja suas próprias composições ou homenagens a alguns de seus ídolos. Ele lançou suas gravações em sua própria gravadora independente, Brasilianos, ou em parceiros mundiais como Universal, ECM, MPS, Adventure Music. Ele entende que a indústria musical precisa de definições de categorias para a música que toca, como por exemplo Jazz, Brazilian Jazz, Brazilian Popular Music; mas para ele a inspiração transcende os rótulos, é algo que cresce livremente sem a necessidade de ser definido. E assim vai!



Ele gosta de se explicar como um explorador musical em busca de beleza e espontaneidade.



Hamilton dividiu o palco ou gravou com Wynton Marsalis, Chick Corea, The Dave Mathews Band, Paulinho da Costa, Chucho Valdes, Egberto Gismonti, Ivan Lins, Milton Nascimento, Joshua Redman, Hermeto Pascoal, Gilberto Gil, Richard Galliano e John Paul Jones, Bela Fleck, Stefano Bollani entre muitos outros.



Os shows seguem com Moreno Veloso (7 de novembro), Gilmelândia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações. Os shows acontecem sempre às 20h, ao vivo, e são transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique.





Programação:




31.10 - Hamilton de Holanda
07.11 – Moreno Veloso
14.11 - Gilmelândia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 – Armandinho Macedo



Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova oportunidade. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv

 

 

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Músicos do Charlie Brown Jr. dão sequência à fase nacional do festival O Som das Palafitas

O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.



Maior edição já realizada e homenagem a Moraes Moreira

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil agora”, ressalta José Virgílio.



Fase nacional



Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a gaenda no último dia 10, seguida de José Gil e Maria no dia 17.



Os shows seguem com os músicos do Charlie Brown Jr. (24 de outubro), Hamilton de Holanda (31 de outubro), Moreno Veloso (7 de novembro), Gilmelândia e Luciano Calazans (14 de novembro), Davi Moraes (21 de novembro) e Armandinho Macedo (28 de novembro) formam o line up do evento. Este último também será o mestre de cerimônias destas apresentações. Os shows acontecem sempre às 20h, ao vivo, e são transmitidos pela página www.facebook.com/artenodique.





Programação:




24.10 – Músicos do Charlie Brown Jr
31.10 - Hamilton de Holanda
07.11 – Moreno Veloso
14.11 - Gilmelândia e Luciano Calazans
21.11 - Davi Moraes
28.11 – Armandinho Macedo



Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova oportunidade. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv

 

 

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Julie Andrews é tema de live no canal Histórias do Cinema, nesta quinta-feira, 22/10

A página Histórias do Cinema (http://www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha) do crítico de cinema santista André Azenha, tem realizado, desde o dia 2 de maio, lives semanalmente para abordar temas relativos ao segmento audiovisual. .

As entrevistas são veiculadas simultaneamente em lives pela página do Facebook e no canal www.youtube.com/históriasdocinemaporandréazenha.

Nesta quinta-feira, 22 de outubro, 19h, o convidado será o crítico de cinema e artista plástico Waldemar Lopes. O tema: os 85 anos da atriz, cantora e escritora Julie Andrews.

Estrela de sucessos do cinema como “Mary Poppins”, “A Noviça Rebelde”, “Vitor ou Vitória?”, do teatro como “Minha Bela Dama”, e de carreiras bem sucedidas na televisão, na música, na literatura e no streaming, Julie Andrews completou 85 anos em 1º de outubro. Na conversa, Waldemar relembrará a trajetória da artista, do início de carreira até o presente.

“Foi meu pai o responsável pela minha paixão por Julie, curtimos ‘A Noviça Rebelde’ em família e pronto: Julie me fisgou para o resto da vida. Tive a felicidade de vê-la nos palcos da Broadway em ‘Victor/Victoria’ e ela, felizmente, era tudo o que eu imaginava: simplesmente o máximo. Ela realmente brilhava o tempo todo, Estava linda, atuava e dançava com perfeição e confirmava ter a voz mais bonita dos palcos. Encontrei-me com ela várias vezes na saída do teatro, sendo que numa ocasião pintei um retrato dela com seu marido Blake Edwards, para dar-lhe de presente, e ela me convidou para ir aos bastidores! Não pude acreditar! Foi a pintura que me possibilitou esse contato maior com Julie, que foi simpática e radiante, elegante e simples. Nesses anos continuo escrevendo para ela, que me mandou CD’s, fotos e livros autografados”, relembra Waldemar Lopes.

Artista plástico, professor e crítico de cinema, Waldemar Lopes anualmente realiza em Santos uma palestra beneficente sobre o Oscar, que se tornou tradicional na cidade – já foram 26 edições. Também já realizou encontros sobre cinema para a Universidade Católica de Santos, Universidade Monte Serrat, Secretaria de Cultura de Santos e Rotary. Escreve para Histórias do Cinema, CineZen Cultural e o 50 Anos de Filmes. Cedeu seus acervos pessoais para exposições no Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos sobre Julie Andrews e Sonia Braga, atrizes das quais é o maior especialista no Brasil. Em 2019 lançou o uma coletânea de textos sobre grandes interpretações do cinema brasileiro. Ainda no Santos Film Fest, em 2018, realizou oficina sobre a histórias dos filmes musicais.

Outras informações www.historiasdocinema.com

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: segunda-feira, 19 out 2020 16:51
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