Guarujá sanciona lei que autoriza laboratórios digitais na rede municipal de ensino

Por Santa Portal em 25/01/2026 às 12:00

Divulgação/Prefeitura de Guarujá
Divulgação/Prefeitura de Guarujá

A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, sancionou uma lei que autoriza a criação do Programa Laboratórios Digitais Municipais em toda a rede de ensino. A iniciativa tem como objetivo central promover a inclusão tecnológica e estimular o pensamento computacional entre os estudantes da educação básica. .

A legislação n° 5.395/2025 foi publicada no Diário Oficial no último dia 31 de dezembro. De acordo com a admnistração municipal, o programa representa um avanço estratégico, pois incentiva o aprendizado de programação, robótica e mídias digitais dentro da sala de aula.

Além disso, a proposta da vereadora Ariani da Silva Paz (PT) integra o uso de recursos modernos às práticas pedagógicas tradicionais, fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem.

Infraestrutura e tecnologia nas escolas

Para viabilizar o projeto, a Prefeitura de Guarujá já iniciou a revitalização de equipamentos essenciais. O planejamento inclui a atualização de 306 telas interativas, 90 impressoras 3D e 20 laboratórios de informática completos. Com essa estrutura, as aulas deixarão de ser meramente expositivas para se tornarem experiências dinâmicas com simulações e jogos educativos.

No entanto, o projeto não se limita ao manuseio de máquinas. Os novos ambientes digitais também servirão de palco para discussões sobre cidadania digital. Temas como segurança on-line, combate ao cyberbullying, identificação de fake news e ética na internet serão trabalhados com os jovens para garantir uma navegação responsável no universo virtual.

Formação de professores e prazos

Outro pilar fundamental do programa é a formação continuada dos educadores. A prefeitura garante que os professores passarão por treinamentos para utilizar as tecnologias de forma inovadora e pedagógica. De acordo com a Secretaria de Educação, a implantação dos laboratórios ocorrerá de forma gradual, respeitando a capacidade técnica e orçamentária de cada unidade escolar.

Em nota, a Secretaria de Educação reforça que a tecnologia é a ferramenta, mas a pedagogia é a estratégia principal. “Transformamos nossas salas de aula em ambientes onde tecnologia e ensino caminham juntos para preparar alunos capazes de criar e inovar”, destaca a pasta. Com a lei em vigor, o município tem até 120 dias para regulamentar os detalhes práticos da execução do programa.

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