Vendedora é estuprada ao voltar a pé de supermercado em Vicente de Carvalho


219 dias atrás
Por: #Santaportal - Em 17/02/2018 às 09:55 - alterado em 17/02/2018 às 23:03
Vendedora é estuprada ao voltar a pé de supermercado em Vicente de Carvalho Divulgação

GUARUJÁ - Uma vendedora de 25 anos alega ter sido vítima de estupro na noite da última quinta-feira (15), por volta das 22h, na Vila Áurea, em Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá. A moça estava voltando a pé de um supermercado da região quando foi surpreendida pelo criminoso armado, que a obrigou a entrar em um carro prata. A Polícia Civil de Guarujá investiga o caso, que foi registrado na Delegacia da Cidade.

Segundo a vítima contou para a polícia, ela estava sozinha caminhando pela Avenida Francisco Castro, quando foi abordada. O suspeito freou bruscamente o seu veículo ao lado dela. Após ter sido ameaçada com arma de fogo pelo criminoso, a vendedora foi obrigada a entrar no carro onde teve o seu rosto coberto.

A mulher conta que foi agredida fisicamente e, em seguida, o agressor a levou para um imóvel, onde o homem a forçou a manter relações sexuais com ele. A vítima relatou ainda que tudo durou cerca de três horas. Como estava apavorada e na maior parte das vezes com o rosto coberto pelo violentador, ela afirma que não conseguiu identificar o suspeito e nem os locais por onde passou.

Depois da agressão, ela contou que foi trazida novamente para um local próximo de onde havia sido abordada pelo suspeito. O criminoso saiu em alta velocidade depois que ela desceu do automóvel. A vendedora conseguiu voltar para casa à 1h e, ao relatar o abuso sofrido à mãe, imediatamente a Polícia Militar foi acionada e a vítima conseguiu ser socorrida pelo Pronto Socorro de Vicente de Carvalho.

A ação foi registrada na Delegacia de Guarujá e as diligências serão realizadas pelos investigadores da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da região. Em casos como esse, a PM pede que se alguém obter informações que possam contribuir com o caso, as denuncias podem ser feitas pelo telefone: 3355-4468 ou no disque denúncia 181. Para ajudar não é necessário se identificar.