Medalhista olímpica, Poliana Okimoto vai entrar para o Hall da Fama de Maratonas Aquáticas


64 dias atrás
Por: Rodrigo Martins/#Santaportal - Em 11/10/2017 às 22:06
Medalhista olímpica, Poliana Okimoto vai entrar para o Hall da Fama de Maratonas Aquáticas Danilo Borges/Brasil2016

ESPORTE - A nadadora da Universidade Santa Cecília (Unisanta), Poliana Okimoto, vai entrar para o Hall da Fama de Maratonas Aquáticas. Bronze nos Jogos Rio 2016, Poliana, além de ser a primeira mulher medalhista olímpica na natação, agora será a primeira atleta muher do Brasil nas Maratonas Aquáticas a integrar este seleto grupo - Ricardo Ratto, Abílio Couto e Igor de Souza também já integravam a lista.

A homenagem deve ser concedida para a atleta da Unisanta em março do ano que vem. A data ainda não está oficialmente confirmada, mas a cerimônia deverá ser realizada no dia 31 de março, em Londres, capital da Inglaterra.

Aos 34 anos, Poliana Okimoto tem em seu currículo, fora o bronze olímpico conquistado no ano passado, inúmeras conquistas no esporte. Dentre elas, está o título mundial do Circuito de Maratonas Aquáticas de 10km, em 2009, e o vice da mesma, em 2016. Ela também competiu em oito Campeonatos Mundiais FINA, tendo sido a primeira brasileira a ganhar uma medalha na competição: a prata nos 5km de Nápoles, na Itália. Poliana também foi medalhista de prata nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, e 2011, em Guadalajara, no México. Além de todos estes resultados, a nadadora da Unisanta possui diversas conquistas estaduais e nacionais.

Poliana já foi homenageada com biografia
Em julho deste ano, Poliana Okimoto foi homenageada com uma biografia que leva o seu nome. A obra, de autoria de Daniel Takata e Hélio de La Peña, reproduz toda a trajetória da atleta, até a conquista da histórica medalha de bronze das maratonas aquáticas, no Rio 2016.

Histórias como a ascensão meteórica na carreira ao trocar provas de piscina pelas de águas abertas, conquista de medalha em Mundial com o tímpano perfurado, a depressão após um resultado olímpico frustrante, o nível de dedicação e comprometimento quase inacreditável foram abordadas nas 240 páginas do livro.

Além disso, a obra também relata os detalhes da histórica conquista da medalha de bronze na praia de Copacabana na prova de 10 km nos Jogos Olímpicos de 2016.