Há um ano, Poliana subia no pódio das Olimpíadas e entrava para a história da natação brasileira


42 dias atrás
Por: Camilla Aloi/Colaboradora - Em 15/08/2017 às 16:12
Há um ano, Poliana subia no pódio das Olimpíadas e entrava para a história da natação brasileira Danilo Borges/Brasil2016

NATAÇÃO - Há exato um ano, a nadadora da Unisanta, Poliana Okimoto, conquistava a medalha de bronze na Maratona Aquática dos Jogos Olímpicos do Rio e entrava para a história sendo a primeira mulher da natação brasileira a subir em um pódio olímpico. Em uma de suas redes sociais, a atleta publicou um texto relembrando a sua trajetória até a maior vitória de sua carreira.

“Comecei a nadar com dois anos, a treinar com sete e a sonhar aos 13. Depois de 20 anos de muita luta. De altos e baixos. De vitórias e muitas derrotas. Ter ganhado essa medalha foi a realização de um sonho, de uma vida toda”, escreveu a nadadora, de 34 anos.

Na publicação, Poliana ainda agradece a todos que contribuíram nesta conquista, inclusive a Unisanta, instituição que sempre a incentivou e acreditou em seu potencial.

“Preciso agradecer demais aqueles que estão comigo. A Unisanta sempre muito profissional e muito incentivadora do meu trabalho. O exército Brasileiro que me apoia há sete anos e a Speedo, que esteve junto comigo nos momentos bons e ruins, dos últimos três ciclos olímpicos”, publicou.

A nadadora encerra agradecendo aos familiares, em especial, o seu marido e treinador Ricardo Cintra, que está sempre presente em todas as provas torcendo e orientando a atleta.

“Agradeço a minha família também, que sempre esteve comigo, não importando o resultado. Meu marido / técnico, que me apoiou, me incentivou, secou minhas lágrimas e me fez sorrir muito. Além dos torcedores e amantes do esperte olímpico brasileiro. Obrigada, Brasil”, encerrou.

Por pouco
O bronze na maratona aquática quase não veio para o Brasil. Poliana Okimoto, na verdade, acabou a prova em quarto lugar, após ser ultrapassada pelas rivais que vinham lutando com ela braçada a braçada durante todo o percurso dos 10km no mar de Copacabana.

Foi somente depois da prova, já nos braços do marido-técnico, que Poliana viu no placar seu nome ganhar a terceira posição. A francesa Aurelie Muller, inicialmente segunda colocada, foi desclassificada, por ter segurado uma outra adversária no momento da batida na placa de chegada.

Com isso, o bronze tinha uma nova dona: Poliana Okimoto, que se tornou a primeira medalhista mulher da natação do país.

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