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Sem espaço no armário? Já tem gente alugando malas!

Já parou para pensar em como uma mala de viagem dá trabalho? Começando pelo fato de que custa caro adquirir uma. Além disso, é usada vez ou outra e que na maior parte do tempo fica guardada, só ocupando espaço no guarda-roupas e juntando poeira.

E como para cada problema existe uma solução - e uma solução online - já surgiu um serviço para alugar as malas para a sua viagem no lugar de comprá-las. A GetMalas é primeira plataforma online de aluguel de malas de viagem do País, e oferece esse serviço em 14 cidades com vários benefícios.

A ideia surgiu em junho de 2013 quando Tiago Botelho, fundador e CEO, precisou se desfazer de uma mala porque não tinha espaço em casa para guardá-la. “Eu me questionei se faria sentido alugar produtos que as pessoas usam poucas vezes, enxerguei uma oportunidade de negócio e comecei a pesquisar e esboçar o projeto”, conta Tiago.


Preços e pagamentos
Pra ter uma ideia de valores, 7 diárias de aluguel de mala pequena (40L) custam R$60. Uma semana de aluguel de mala média custa R$72 e de mala grande R$84. Faça as contas e veja se compensa pra você!

E tem outra coisa o valor da diária do aluguel da mala também depende da duração da viagem, ou seja, quanto mais tempo você vai ficar com mala menos vai pagar no final! O aluguel de uma mala dez dias, por exemplo, custaria em torno de R$ 87 . Se colocássemos no papel, caso fosse comprada em um estabelecimento comum, o cliente não gastaria menos que R$ 799.

E o pagamento pode ser feito por meio de cartões (crédito à vista, sem parcelamento), boleto bancário ou em dinheiro mesmo, com pagamento na retirada do produto).

Vantagens
Os benefícios são variados. Começando pelo espaço que a mala deixará de ocupar, partindo da premissa de que as pessoas moram em locais menores. Além disso, com uso do serviço é estimado uma economia média de 85% em relação à compra. O aluguel de malas pode ser considerado sustentável também, pois todas as malas estão sempre em uso, evitando assim a compra de novas constantemente. O que por consequência reduz o a procura, fazendo com que as empresas reduzam o consumo de obras primas e emissão de poluentes no ar.

Na volta da viagem?
E na volta, a empresa busca a mala na casa do cliente ou ele devolve no mesmo local onde retirou. E caso aconteça algum problema com a mala alugada (como danos e rachaduras), a GetMalas resolve diretamente com a empresa que transportou a bagagem, sem cobrança de multas ou taxas adicionais.

 

 

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  • Publicado por: Natália Lellis
  • Postado em: sexta-feira, 14 jul 2017 08:48Altualizado em: sexta-feira, 14 jul 2017 17:40
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Viajar ao Peru é muito mais do que Macchu Picchu. Conheça outros destaques do turismo pelo império inca

A primeira coisa que vem à cabeça quando se pensa em viajar para o Peru é um dos seus principais pontos turísticos. Que, aliás, é uma das sete maravilhas do mundo moderno, considerado patrimônio cultural e natural da humanidade: Machu Picchu.

Quem tem a oportunidade de conhecer esse lugar não se esquece. É fácil se encantar e até se emocionar quando se chega ao topo da montanha, a 2.400 metros de altitude. E, para chegar até a cidade dos incas, a maioria dos turistas faz um roteiro que começa em Ollantaytambo, de onde partem os trens até a cidade mais próxima de Machu Picchu, Águas Calientes.

Quando planejei minha viagem para lá, meu único objetivo era conhecer o lugar. Mas para chegar lá passamos por outros lugares que são igualmente interessantes, como Cusco, Ollantaytambo e Águas Calientes. O que eu não sabia, e muitos turistas não sabem, é que nas redondezas dessas cidadezinhas também existem sítios arqueológicos com construções do império inca.

O taxista que me acompanhou no roteiro comentou sobre esses sítios e eu me interessei. Afinal de contas esses lugares são ricos em história. E o roteiro já está pronto para a visita, com um pacote de ingressos para três sítios: Puka, Pukara, Sacsayhuaman e Kenko. É possível comprar os tickets para esses pontos nas agências de viagem, antes mesmo de embarcar para o Peru.

Um dia de passeio é suficiente para conhecer e entender um pouco mais da importância do Império Inca. Na entrada dos sítios, guias de turismo nos acompanham para explicar e mostrar as curiosidades, mas isso é opção do turista e o valor médio é de 25 pesos e o horário de funcionamento de todos eles é das 7 às 18 horas. Optei por ter a companhia do guia apenas em Sacsayhuaman (e no próximo parágrafo eu explico o porquê da escolha...).

A fabulosa fortaleza de Sacsayhuaman
Um maravilhoso conjunto de ruínas, esse sítio arqueológico é um impressionante exemplo da arquitetura militar dos incas. O conjunto é composto por três grandes muralhas formadas por rochas gigantescas e perfeitamente encaixadas. A característica maior é sua engenharia. Algumas dessas rochas chegam a pesar 350 toneladas e foram trazidas para Sacsayhuaman por dezenas de quilômetros. O encaixe perfeito das rochas impressiona!

Kenko
A cerca de 2 km de Sacsayhuaman e 15 minutos de carro do centro de Cusco, Qenqo (ou Kenko) é um anfiteatro em forma semicircular e uma enorme pedra, que se assemelha à figura de um puma. Por trás dele é possível caminhar entre labirintos e cavernas que seriam os locais de oferendas.

Puka Pukara
Seguindo a estrada, a cerca de 7km de Cusco, se chega ao complexo de Puka Pukara. Não se sabe ao certo a função dessa fortaleza, mas ela teria servido de estábulo ou local de descanso e alojamento para parte das comitivas que seguiam viagem na época.

Cusco
A cidade de Cusco tem um sítio arqueológico chamado Qorikancha, que segundo a história era o centro religioso, geográfico e político de Cusco. O templo do sol é um dos mais lindos monumentos arquitetônicos de todo o império inca, construído com enormes pedras montadas com perfeição. Sobre esse sítio foi construído o Convento de Santo Domingo, em 1534. O valor da entrada é de 10 pesos e ele fica próximo da Praça das Armas, no centro de Cusco. O horário de funcionamento deste é diferenciado: de segunda a sábado das 8h30 às 17h30 e aos domingos das 14 às 17 horas.

 

 

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  • Publicado por: Victoria Camargo
  • Postado em: terça-feira, 11 jul 2017 09:06Altualizado em: terça-feira, 11 jul 2017 09:18
  • Viagem   Peru   Victoria Camargo   

Muito além da formiga: conheça seis pratos bizarros consumidos ao redor do mundo

Cada cultura tem suas esquisitices e na culinária não é diferente. O que parece estranho para uns é delicioso para outros. Aqui no Brasil, por exemplo, é comum em algumas regiões o consumo de formigas voadoras, as içás. E dizem que são deliciosas!! Mas, acredite, há comidas muito diferentes em outros lugares do mundo. Confira seis delas:

Ovos Centenários (China)
Ovos de galinha, codorna ou de pato preservados (?) na argila, cinzas, sal, barro e casca de arroz durante meses ganham um aspecto bem peculiar. A gema se torna de um verde escuro quase negro e sua consistência fica quase leitosa. O sabor da gema é bem próximo do enxofre e do queijo. A clara, gelatinosa e de um marrom transparente, quase não tem gosto.

Natô (Japão)
Um prato típico do Japão, geralmente consumido no café da manhã. É, basicamente, soja bem fermentada, quase decomposta, que adquire uma consistência viscosa, pegajosa, e um cheiro muito forte e bem característico. Pode ser comido com arroz branco, misturado com mostarda e cebolinha ou até em forma de sorvete. É rico em vitaminas e minerais.

Beondegi (Coréia)
Casulos de bicho da seda são snacks muito populares na Coréia. Também é vendido enlatado para ser fervido e comido como se fosse uma sopa. Os casulos também fazem parte de diversas receitas típicas do país.

Casu Marzu (Itália)
Queijos são uma especialidade do país, mas este é tão polêmico que sua produção foi proibida. O que não impede ninguém de produzir a iguaria escondido...  É feito de leite de ovelha e seu processo de produção inclui uma fase extra: larvas de mosca consomem a gordura presente no queijo e o deixam com uma consistência cremosa. Um único queijo contém milhares de larvas. Um detalhe: o alimento fica tóxico quando as larvas morrem, então deve ser consumido com elas... vivas... 

Ostras das Montanhas Rochosas (EUA)
Pelo nome não dá medo de comer, né? Pois saiba que as “ostras” são, na verdade, testículos de touro fritos. Muito consumido por cowboys no oeste americano.

Haggis (Escócia)
Coração, fígado e pulmão de carneiro cozidos dentro do estômago do animal. O Haggis é um dos alimentos típicos da Escócia e pode ser encontrado o ano inteiro. Também é vendido enlatado.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: terça-feira, 13 jun 2017 12:51
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Conheça oito fatos curiosos sobre o Vaticano, o centro do catolicismo no mundo

Conhecido como a sede mundial da Igreja Católica, o Vaticano é um lugar cheio de curiosidades. É capital e país ao mesmo tempo, por exemplo. Conheça 8 fatos que você provavelmente não sabia sobre a casa do Papa!

Menor país do mundo
O Vaticano é uma Cidade-Estado que fica inteiramente dentro de Roma. Tem um quilômetro de comprimento por meio quilômetro de largura. É dividida do resto da capital italiana por altos muros.

Quem nasce no Vaticano é...
Embora a Cidade-Estado tenha pouco mais de 800 moradores, são raríssimos os bebês que nascem no local. A taxa de natalidade é próxima de zero. E os que nascem acabam herdando a nacionalidade de seus pais. Ou seja: não há ninguém cuja nacionalidade, na certidão de nascimento, seja o Vaticano.

A casa do Papa
O Papa mora em um palácio que tem 5 mil quartos, 300 banheiros e 100 gabinetes de leitura. São 200 salas de espera, também. O Palácio Apostólico Romano abriga, também, o Museu do Vaticano e a famosa Capela Sistina, que tem afrescos pintados por grandes nomes do Renascimento, como Michelângelo, Rafael e Botticelli.

Administração
A forma de governo do Vaticano pode ser definida como uma monarquia eletiva. O país é governado pelo Bispo de Roma, que é eleito pelo Conclave após a morte ou abdicação do antigo bispo. O atual governante é o Papa Francisco.

Economia
A moeda do Vaticano, como de outros países europeus, é o Euro. Com exceção do Banco do Vaticano, que concentra as doações de fiéis em todo o mundo, a receita do país vem da venda de entradas para os vários museus, dos correios e pela venda de selos, moedas e lembranças do lugar.

Exército
Sim, o Vaticano tem exército! A Guarda Suiça, criada há 511 anos para proteger o Papa e é composta por 110 militares. Para fazer parte da Guarda Suiça é preciso ser homem, ter entre 18 e 30 anos, ter no mínimo 1m74 de altura, ser católico (claro) e não ser casado, entre outras exigências. O tempo máximo de serviço é de 20 anos, que são renovados a cada 2 anos.

Cultura
Como qualquer capital europeia, o Vaticano respira cultura. E algumas das obras de arte mais valiosas do mundo fazem parte do acervo de seus museus, incluindo muita arte considerada pagã e um bom acervo dos artistas renascentistas, como Botticelli, Rafael e Michelângelo. A própria arquitetura do Vaticano é digna de visita.

História
A área onde se situa o Vaticano tem uma grande importância histórica que vai muito além da ligação com a Igreja Católica. Era exatamente nesse lugar que os antigos imperadores romanos Calígula e Nero construíram o circo onde eram mortos os primeiros cristãos. O obelisco do Vaticano é o único resquício visível desse período e foi construído pelo próprio Calígula. Antes disso, a área do Vaticano era um local sagrado onde se erguia o oráculo do deus Vagicanus, depois Vaticanus, um antigo deus etrusco. Foi também em algum ponto deste pequeno país que o primeiro Papa, São Pedro, foi crucificado, de cabeça para baixo.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 07 jun 2017 16:22Altualizado em: quinta-feira, 08 jun 2017 12:23
     
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