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Para recuperar usuários, Snapchat mudará design

Os últimos resultados financeiros do aplicativo Snapchat mostraram que o a plataforma precisa correr contra o tempo para conseguir novos usuários. Visando isso, a rede social deve mudar design até dezembro.

As novidades do Snapchat serão apresentadas no dia 4. De acordo com o CEO da plataforma, Evan Spiegel, as mudanças devem tornar o aplicativo mais simples ao usuário, com uma área para conteúdo personalizado.

Enquanto as ações do Snapchat despencam na Bolsa de Valores, chegando a perder nos últimos meses 20% do seu valor, há rumores que a empresa chinesa "WeChat" teria comprado cerca de 10% das ações da Snap.

A crise do Snapchat começou quando o Facebook e o Instagram adotaram os "stories" em suas plataformas. De acordo com um relatório divulgado pela empresa norte-americana, o Instragram Stories atingiu a marca de 300 milhões de usuários ativos por dia.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Ansa Brasil
  • Postado em: sexta-feira, 10 nov 2017 15:29Altualizado em: sexta-feira, 10 nov 2017 20:10
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Twitter dobra limite de caracteres de 140 para 280

O Twitter estendeu para praticamente todos os seus usuários a mudança no limite de caracteres de cada mensagem, que passou de 140 para 280, na alteração mais drástica realizada pela rede social desde sua criação.

A novidade já vinha sendo testada desde o fim de setembro por um pequeno grupo de pessoas de nacionalidades diferentes, mas, a partir desta quarta-feira (8), deve estar disponível para quase todos os tuiteiros - as exceções são chineses, japoneses e coreanos, que usam idiomas mais "enxutos" em termos de caracteres.

Muitos usuários temiam que a mudança prejudicasse a leitura da linha do tempo, mas o Twitter alega que somente 5% das mensagens postadas durante o período de testes tinham mais de 140 toques.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: terça-feira, 07 nov 2017 22:37Altualizado em: terça-feira, 07 nov 2017 23:29
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Câmara secreta é descoberta dentro da pirâmide de Quéops, no Egito

Um grupo internacional de cientistas descobriu uma nova estrutura no interior da Grande Pirâmide de Quéops, em Gizé, no Egito, segundo revela um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista Nature. A pesquisa, liderada por especialistas do Japão, Egito e da França, levou à descoberta de uma grande câmara vazia na maior das pirâmides de Gizé e poderia ajudar a explicar como este espetacular monumento foi erguido.

A Pirâmide de Quéops, a mais importante construção do antiguidade, foi construída durante o reinado de Khufu (2550 a.C. a 2527 a.C.), segundo faraó da quarta dinastia, e batizada por Heródoto, mas os especialistas ainda desconhecem que técnicas foram usadas na construção.

Para descobrir os mistérios que ainda estão escondidos no seu interior, os cientistas analisaram as imagens geradas por uma partícula cósmica conhecida como muon, que é ativada quando partículas subatômicas procedentes do espaço exterior entram em contato com a atmosfera terrestre.

A partícula muon apresenta diferentes trajetórias quando penetra a pedra ou atravessa o ar, o que permite aos pesquisadores detectar cavidades em estruturas sólidas, como na Grande Pirâmide.

Estima-se que esta grande câmara vazia tenha cerca de 30 metros de comprimento e apresente uma seção transversal similar à da Grande Galeria, que se localiza justamente debaixo da nova cavidade.

Não está claro ainda qual é a sua estrutura exata ou sua função, mas os especialistas acreditam que o estudo pode levar a entender o processo de construção da maior pirâmide de Gizé.

A cavidade, batizada ScanPyramids Big Void, foi observada pela primeira vez através do uso de "filmes de emulsão nuclear instalados na Câmara da Rainha", que foram examinadas na Universidade de Nagoia do Japão, explicaram os autores no texto publicado pela Nature.

Depois, especialistas da Organização de Pesquisa do Acelerador de Alta Energia KEK, em Tsukuba, no Japão, confirmaram a sua existência com um detector de raios cósmicos ou hodoscópio, também instalado na Câmara da Rainha.

Por último, referendaram o achado da ScanPyramids Big Void com "detectores de gases instalados no exterior da pirâmide" pela Comissão Francesa de Energia Atômica (CEA) da Universidade Paris Saclay, na França.

"Em consequência, esta grande cavidade foi detectada com um alto grau de confiabilidade por três tecnologias de (partículas cósmicas) muon diferentes e três análises independentes", destacaram os autores.

Os resultados representam um "grande avanço" para conhecer mais detalhes sobre a Grande Pirâmide e sobre "sua estrutura interna", acrescentaram os cientistas.

"Ainda que não haja informação sobre a função desta cavidade, as descobertas demonstram que a física de partículas moderna pode lançar luz sobre o patrimônio arqueológico mundial", ressaltaram os especialistas.

 

 

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  • Publicado por: Agência Brasil
  • Postado em: sexta-feira, 03 nov 2017 10:26
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WhatsApp cria nova função que permite excluir mensagens mesmo após terem sido enviadas

O aplicativo WhatsApp disponibilizou uma atualização que permite uma nova função: o usuário pode apagar mensagens que ele se arrependeu de enviar. No entanto, o texto pode ser excluído até sete minutos após seu envio.

A ferramenta está sendo disponibilizada aos poucos em aplicativos instalados em celulares com sistema Android e iOS. Os destinatários que possuem a versão mais recente do aplicativo instalada no celular já devem conseguir liberar o serviço.

Como apagar
Para apagar a mensagem, basta selecioná-la e clicar na função "Apagar para Todos". Após a exclusão do texto, o usuário é informado da ação com a seguinte notificação: "Esta mensagem foi apagada".

 

 

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Você sabia? Proteína encontrada nas lágrimas pode gerar eletricidade

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Limerick, na Irlanda, descobriu que é possível gerar energia elétrica através da lisozima, uma proteína encontrada nas lágrimas, claras de ovos, saliva e leite de mamíferos.

O grupo de pesquisadores estava procurando novas formas de produzir energia de forma sustentável, quando constataram que seria possível gerar eletrecidade por meio desta proteína.

Os cientistas cristalizaram a lisozima com calor e aplicaram uma certa quantidade de pressão nos cristais. Depois, usaram eletrodos para medir a voltagem que a proteína gerou e comprovaram a possibilidade desta molécula de produzir energia elétrica.

Segundo a líder da pesquisa, Aimee Stapleton, a descoberta é uma novidade, embora a lisozima não produza tanta eletricidade."Embora não seja muita energia gerada, é comparável aos materiais elétricos tradicionais", disse.

A técnica utilizada pelos pesquisadores foi a piezoeletricidade, que através de um estímulo mecânico, permite que cristais, como o quartzo, consigam gerar eletricidade.

Além de ser uma importante descoberta para o meio ambiente, o resultado pode ser utilizado no ramo da medicina, como, por exemplo, na liberação de drogas no corpo humano usando a lisozima.

 

 

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