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Cachorrinho impaciente não suporta ser deixado sozinho no carro e buzina até tutor ir resgatá-lo

A cena aconteceu em uma rua de Melbourne, na Austrália. O ocupante de um carro parado começa a buzinar sem parar. Pedestres correm para ver se é algum problema, se alguém está passando mal. E encontram um cachorrinho, impassível, em frente ao volante, buzinando incessantemente.

O inusitado da situação chamou a atenção do ciclista Steele Von Hoff, que registrou parte do ocorrido. O cachorro, que parece saber muito bem o que está fazendo - e aparenta estar se divertindo muito com isso - só para quando seu tutor atravessa a rua, se perguntando o que estava acontecendo, e abre a porta do carro para ele sair. Veja a cena:

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 15 jan 2020 14:25
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Depressão: cães e gatos também sofrem com a doença

O Brasil é o país mais deprimido da América Latina, são quase 12 milhões de brasileiros sofrendo com a doença. Porém, quem pensa que o transtorno depressivo aflige apenas seres humanos está enganado. Cães e gatos também convivem com o problema, conforme explica Luana Sartori, veterinária responsável pela Monello Select.

Traumas, abandono, chegada de um novo membro, mudança de ambiente e solidão são algumas das causas da depressão nos animais. “A tristeza profunda acomete cães e gatos que passam por experiências difíceis, por sustos grandes ou que ficam muito tempo sozinhos. Cada animal responde de uma forma a esses fatos expostos”, conta Luana.

É importante não confundir a depressão com a Síndrome da Ansiedade de Separação - conhecida pela sigla SAS. Muito embora os sintomas sejam semelhantes, são problemas diferentes. Alguns sinais indicam que o pet pode estar em estado de depressão como, por exemplo, a falta de apetite que vai piorando conforme os dias passam.

“A falta de interesse pelas coisas também pode ser sinal da doença. Ficar muito agitado, rejeitar carinhos do tutor, destruir objetos da casa, urinar em local diferente e latir em demasia também podem indicar um transtorno depressivo”, acrescenta a especialista da Nutrire.

Às vezes, a mudança de ambiente pode desencadear o problema. “O que parece simples para nós, não é tão simples para o pet. As mudanças sempre causam desconforto ao animal, que já estava ambientado ao local que vivia. Sair da zona de conforto pode causar medo aos bichinhos e uma série de doenças, inclusive a ansiedade e depressão”, revela.

O mais indicado para quem vai se mudar é levar o animal para reconhecer o local antes da mudança. Além disso, evitar ao máximo mudar seus hábitos e rotinas também é importante. “Leve o pet para passear nos mesmos horários, mantenha as mesmas brincadeiras e redobre o afeto para que ele se sinta acolhido nesse novo ambiente”, indica Luana.

Ao notar qualquer mudança no pet, seja física ou de comportamento, o recomendado é consultar o veterinário imediatamente. “Muitos desses sintomas estão relacionados com outras doenças mais graves, que exigem tratamento imediato. Por isso, é sempre importante que o animal esteja com as vacinas em dia e frequente um especialista regularmente”, alerta.

O tratamento varia de acordo com cada caso, mas pode ser necessário o uso de medicamentos alopáticos - que têm ação específica nos sintomas. Você pode ajudar a prevenir o transtorno depressivo estabelecendo uma rotina de brincadeiras e mantendo os passeios em dia. “O ambiente em que o animal vive deve ser limpo diariamente e, claro, protegido da chuva. É importante que os bichinhos aproveitem o sol, mas com cuidado para evitar o câncer de pele, especialmente nos gatinhos brancos. Todos esses fatores influenciam no bem estar do pet”, conclui Luana.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quinta-feira, 09 jan 2020 11:31Atualizado em: quinta-feira, 09 jan 2020 12:18
Sabrina Louise/ Acervo Pessoal Sabrina Louise/ Acervo Pessoal

Estudante de Praia Grande "ganhou" três gatinhos que foram deixados em sua porta; ela busca ajuda para conseguir quem os adote

ADOÇÃO - A estudante Sabrina Louise, de 20 anos, moradora de Praia Grande, encontrou hoje na porta de sua casa uma caixa de sapato, com a tampa escorada por uma pedra, com três filhotinhos de gato dentro. São todos muito fofos mas ela não tem condição de ficar com eles, até porque tem cachorros em casa.

Ela precisa de ajuda para conseguir quem adote os bichinhos. O contato pode ser feito pelo celular da Sabrina, o (13) 99705-5146.

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 08 jan 2020 10:20Atualizado em: quarta-feira, 08 jan 2020 10:21
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O nome é de cantor de reggae, mas o Marley de São Vicente gosta mesmo é de pagode!

CANTORIA - O nome é de cantor de reggae, mas o Marley gosta mesmo é de pagode. Ou melhor: do grupo Turma do Pagode. E especialmente da música Lacinho, de 2012. A família já registrou em vídeo diversas vezes ele acompanhando a música. "É engraçado porque é só esta música, especificamente. Ele não tem a mesma reação com nenhuma outra", diz seu tutor, o Rodrigo Grijó.

Ele conta que o Marley, que hoje tem 3 anos e foi adotado quando tinha apenas três meses, pensa que ainda é um filhotinho. "Ele pula na nossa frente, quer brincar o tempo todo".

Marley também é igualzinho ao cachorrinho do filme. Hiperativo, brincalhão e muito carinhoso e companheiro. "Apronta muito, também. Rói os móveis, comeu o banco da minha moto. Mas tem um coração enorme", conta.

O Marley também é muito amoroso com outros bichinhos. Na foto, ele e seu melhor amigo, o gatinho da família, Biriba. Eles cresceram juntos!

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O Rodrigo, com a esposa, e o Marley. Mas ele já avisa: "foto parado, impossível"!

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Assista aos vídeos do Marley cantando 'Lacinho':

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 03 jan 2020 15:42Atualizado em: segunda-feira, 06 jan 2020 10:40
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Haroldinho, o cachorrinho mais velho a ser adotado em Santos

Não é para perder as esperanças nunca! Aos 17 anos de idade, finalmente Haroldinho passará um natal em família. O vira-lata, que morou na Codevida durante dois anos, foi adotado pela família Fajardo, e agora vive em São Vicente com mais três irmãos de quatro patas.

A ação desta família tem um motivo especial, além do amor pelos bichinhos: os Fajardo também perderam um bulldog de 20 anos em abril. A lacuna de um animalzinho idoso em casa resultou no contato com a Codevida através das redes sociais. Monica Aparecida Fajardo, que é proprietária de uma escola de educação, perguntou: “Qual é o pet mais velhinho e com menos chances de adoção da casa?”. A resposta foi imediata: Haroldinho.

Além da idade avançada, o animal também possui problemas de pele e coluna, mas isso não foi empecilho no momento da adoção. A condição frágil também gerou um apelido carinhoso da família: “Banga”, que vem de “banguelo”.

“As pessoas precisam entender que a gente também vai ficar velho um dia, e ninguém quer envelhecer sozinho e em qualquer lugar. Todos merecemos carinho e conforto, inclusive os cães”, disse Monica.

O cão é extremamente dócil e apegado. Costuma pedir carinho e passar boa parte do dia no nicho do rack da sala. Já à noite, vai dormir com os donos. Agora, próximo ao natal, acaba de estrelar um ensaio temático na companhia dos irmãozinhos.

Na Codevida
Haroldinho foi resgatado pela Codevida no Centro de Santos, estava coberto por feridas, mal tinha pelos e quase não conseguia andar. “Ele é muito idoso e estava muito debilitado, não tinha o perfil dos animais que costumam ser adotados”, disse Leila Abreu, coordenadora da Codevida.

Cuidado com os fogos
Nesta época do ano, o abandono de animais de estimação cresce em média 30%. A coordenadora adverte que os donos de pets devem se programar para a virada do ano. Os animais possuem a audição extremamente sensível e se desnorteiam com facilidade. O ideal é não acorrentá-los e nem amarrá-los para eliminar o risco de enforcamento. Os pets devem permanecer em ambientes costumeiros, com janelas bem fechadas e, de preferência, com o cheiro do dono (no quarto, por exemplo).

Uma televisão com o volume um pouco mais alto que o de costume também pode ajudar. Sempre deixar um pote com água e certificar-se que não há objetos pontiagudos no cômodo. E, em hipótese alguma, deve-se levar os animais para assistir à queima de fogos.

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quinta-feira, 19 dez 2019 15:13Atualizado em: quinta-feira, 19 dez 2019 20:15
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