Açaí

Você conhece os benefícios do açaí?

Carboidrato e vitaminas do complexo B: melhora a função cerebral, reduz o estresse e combate a insônia;
Aminoácidos: contribuem para a recuperação muscular;
Antocianinas: substâncias que dão a cor roxa no açaí e melhora a saúde do coração, reduzindo o colesterol ruim e melhorando o colesterol bom;
Fibras: contribuem para o bom funcionamento do sistema digestório;
Cálcio: garante ossos e dentes fortes e saudáveis;
Ômega-3: eficiente no combate à hipertensão.

 

 

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  • Publicado por: Ingrid Seiler Prior
  • Postado em: quarta-feira, 20 mar 2019 11:53
  • frutas   saúde   alimentos   

Não consuma produtos com muitos ingredientes!

Essa é uma orientação básica, ninguém precisa de um produto com vários ingredientes, por exemplo, ao invés de 5 ingredientes em um mesmo produto, porque não usar 5 alimentos de cores diferentes?

Um produto com mais de 5 ou 6 ingredientes é altamente processado. Quando vou escolher algum produto olho a lista de ingredientes, e se for longa, nem perco o meu tempo.

Esses dias vi no mercado um iogurte com 14 ingredientes e pensei: "mas eu só queria um iogurte"! Depois de muito procurar, achei um só com leite pasteurizado + cultura de probióticos... Quer iogurte de morango? Bata com morango. Quer de pêssego? Bata com pêssego. Se não tem tempo para fazer isso se organize melhor, não há justificativa para levar à sua mesa alimentos cheios de ingredientes que nosso corpo pouco sabe processar.

Não há segredo na leitura de rótulos, eu não investigo calorias nem gordura, vou direto na lista de ingredientes e vejo do que é feito aquele produto. E não tem erro: se a lista for longa, com siglas e nomes que você desconhece, não leve, você não merece isso!


Adaptado de: @dietsmart

 

 

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Alho e cebola

Dois temperos muito comuns na culinária brasileira, o alho e a cebola são considerados alimentos funcionais, ou seja, além de alimentar são capazes de prevenir doenças. Dentre elas estão a gripe, diabetes e até reduz o risco de desenvolvimento de câncer.

Ambos são ricos em selênio e vitamina C, poderosos antioxidantes, que de quebra melhoram a imunidade. É uma boa fonte das vitaminas do complexo B, importante para combater o cansaço e desânimo.

Como se já não bastasse, as duas possuem ação anti-inflamatória, anti-viral, anti-parasitária, anti-bacteriana e anti-fúngica.

Ainda não ficou convencido sobre incluí-los na sua alimentação? Pois bem, aqui vão 3 dicas infáliveis:
* Depois da refeição, para evitar o mau-hálito, mastigue salsa ou qualquer planta que contenha clorofila;
* Para retirar o forte odor das mãos após picá-los, esfregue-as bem com sal grosso ou açúcar e depois enxague;
* Corte-os em uma bacia com água para não chorar ;-)

 

 

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  • Publicado por: Ingrid Seiler Prior
  • Postado em: quinta-feira, 21 fev 2019 10:31Atualizado em: quinta-feira, 21 fev 2019 21:14

Autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma desordem neurológica de causa desconhecida, que acomete mais o sexo masculino. A doença é caracterizada pela deterioração de demora na interação social e na aquisição da linguagem, bem como déficit de habilidades com padrões repetitivos de comportamento.

Quanto à alimentação, deve-se tomar cuidado com a seletividade alimentar e com o peso do autista, já que eles costumam ser totalmente inapetentes ou muito gulosos. Eles apresentam a flora intestinal ruim, sendo assim a suplementação de probióticos interessante para melhorar os sintomas gástricos e aumentar a imunidade. A utilização de ômega-3 promove uma mudança significativa na hiperatividade, déficit de atenção e estereotipia do comportamento.

Além disso, a retirada da caseína e do glúten da dieta costuma beneficiar o tratamento da doença, mas é essencial o acompanhamento com um nutricionista especialista em autismo.

 

 

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Obesidade

A obesidade é uma doença crônico-degenerativa, inflamatória, que leva ao aumento da morbidade, ou seja, a incidência relativa de uma determinada doença, e da mortalidade. Ela possui diversas causas: genética, fatores ambientais, sedentarismo, inadequação alimentar, estresse, situação sócio-econômica e fatores psicológicos.

É fácil de entender a razão dessa epidemia mundial: nós vivemos num ambiente obesogênico, ou seja, temos fácil acesso a alimentos e cada vez nos movimentamos menos!

Na época do homem das cavernas, nós éramos nômades, pois era preciso colher e caçar para comer, e comia-se o que se conseguia porque nunca sabíamos quanto tempo ficaríamos sem encontrar alimentos. Tudo isso gerava um alto gasto calórico e longas privações alimentares.

Nosso organismo, de maneira extremamente inteligente, começou a estocar os excessos alimentares na forma de gordura, de modo que conseguíssemos sobreviver às privações de nossos ancestrais. Porém, esse mecanismo continua funcionando da mesma forma, mesmo não passando por momentos de escassez alimentar, o que leva ao ganho de peso.

Somado a isso, nos dias atuais temos o extremo oposto da época do homem das cavernas: carro, elevador, controle-remoto, escada-rolante, tudo faz com que nos movimentemos o mínimo possível. Para piorar, é só irmos ao supermercado para encontrarmos uma vasta quantidade de alimentos, cada vez mais calóricos e gordurosos. Esse quadro gera um balanço energético positivo, o que significa que gastamos menos energia do que consumimos.

 

Complicações derivadas da obesidade:

  • Cardiovasculares – hipertensão, dislipidemia (altos níveis de gorduras circulando no
    sangue), infarto e embolia pulmonar;
  • Gastro-intestinais – refluxo e esteatose (fígado gorduroso);
  • Pulmonares – apnéia e síndrome hipoventilatória;
  • Psicológicas – depressão, baixa auto-estima e qualidade de vida;
  • Ortopédicas – osteoartrite degenerativa e diminuição da mobilidade;
  • Metabólicas – diabetes, resistência à insulina, gota e síndrome metabólica;
  • Dermatológicas – acantose nigricante, celulite, estrias;
  • Reprodutivas – ovários policísticos, alterações menstruais e infertilidade;
  • Câncer – mama, cólon e próstata.

 

A obesidade, além de tudo isso, causa vários processos inflamatórios advindos do excesso de tecido adiposo. Um deles relaciona-se à leptina, principal hormônio responsável pela sensação de saciedade, que se encontra desregulada na obesidade, o que atrapalha o processo de emagrecimento. Por isso a importância de mastigar bem os alimentos, para tentar regular esse processo.

Além de diminuir muito a qualidade de vida do indivíduo, a obesidade não tem cura, somente controle, por isso é tão importante a sua prevenção, já que crianças e adolescentes obesos possuem entre 50 e 80% de chance de ser um adulto obeso, respectivamente.

Uma das principais maneiras de voltar ao peso ideal, de forma gradual, porém duradoura, é através da reeducação alimentar, ou seja, uma reeducação dos hábitos alimentares, com o auxílio de um profissional nutricionista. O emagrecimento saudável equivale a uma perda de 0,5 a 1,5 kg/semana.

Também é essencial a prática de um exercício físico, com consentimento médico e orientação de um educador físico, além de auxílio psicológico, já que grande parte dos obesos apresentam sintomas de depressão e baixa auto-estima.

 

 

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  • Publicado por: Dra. Ingrid Seiler Prior
  • Postado em: quinta-feira, 10 jan 2019 10:01
  • doença   depressão   gordura   
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Sobre
Nutricionista formada em 2009 pela Universidade Católica de Santos, especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade Gama Filho e em Obesidade e Emagrecimento pela Universidade Federal de São Paulo. Conheça melhor o meu trabalho em www.nutrimind.net.br