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Bolsa que carrega celular com energia solar, jaqueta com Leds para ciclistas e jaqueta que controla o celular são premiados em Hackaton de wearables

Sabe aqueles figurinos de ficção científica com roupas e acessórios que mega facilitam a nossa vida, tipo James Bond?

Muita coisa bacana anda sendo pesquisada e eu torço para logo cheguem ao mercado! No final de semana passado (8 e 9 de dezembro) rolou no Rio de Janeiro o Hackaton WeAr + C&A com a proposta de desenvolver roupas e acessórios funcionais que atendam as necessidades dos consumidores conectados.

Os maratonistas, divididos em 7 grupos de 5 integrantes, tiveram à sua disposição, ferramentas e equipamentos para a confecção digital dos wearables como a impressora de tecido da Epson. Além de auxilio de mentores especializados como Dudu Bertholini (moda) e Luciano Alakija (tecnologia).

“A ideia deste hackathon é promover a entrada da moda na era digital. Criar produtos em sintonia com o mundo atual” diz criadora do festival WeAr, Alexandra Farah, que tem o Hackathon como uma de suas atividades. “Foi impressionante ver como a qualidade dos protótipos criados este ano foi muito superior aos do ano passado, nosso primeiro Hackathon”.

"Hackathon é uma oportunidade de conhecer talentos que tem ideias para criar produtos realmente novos e conectados que solucionem questões do dia a dia dos mais de 1 milhão de consumidores que entram todos os dias nas nossas lojas", diz Paulo Corrêa, presidente da C&A.

A maratona começou na manhã de sábado e, no domingo à tarde, os e times vencedores foram escolhidos por uma banca de jurados, incluindo nomes como Yamê Reis, Muti Randolph e André Carvalhal. Os três times vencedores receberam um troféu impresso 3D e prêmios. Os jurados analisaram os wearables criados levando em conta critérios como funcionalidade, design, capacidade de atender ambos os sexos e viabilidade de produção em larga escala.

O vencedor do 1º lugar, criado pelo grupo Condutivas de Ana Carolina da Hora, Alexia Honzak, Christine Engelberg, Fernanda Road e Sofia Affonseca, é uma bolsa de praia que captar energia solar e carregar o celular automaticamente por indução, sem necessidade de fios. O grupo Seven, ficou com o 2º lugar com a Cycle Jacket. Projetada para ciclistas e corredores, transmite por leds sinalizadores aumentando a segurança ao chamar atenção dos veículos. E em 3º lugar ficou o protótipo Sound Jacket, do grupo de mesmo nome, criou uma jaqueta que controla o celular por comando de voz.

E tem mais: camisola para grávida que capta os batimentos cardíacos do bebê; uma camiseta bot responde perguntas das crianças através da inteligência artifical Watson da IBM; um top, desenvolvido por um grupo de engenheiros e estilistas da Colômbia, memoriza os passos de dança. Estes são alguns dos wearables prototipados por 40 maratonistas de tecnologia e moda selecionados entre 200 inscritos.

Sobre o WeAr

Criado em 2015, o WeAr pesquisa a evolução da tecnologia aplicada a indústria da moda e como roupas e acessórios vão ganhar funcionalidade e superpoderes. O WeAr estuda o futuro que está sendo construído hoje e objetiva fortalecer o mercado brasileiro sendo a ponte entre as duas indústrias. A plataforma foi criada por Alexandra Farah, jornalista e colunista de tecnologia e moda da Vogue Brasil e do jornal Metro. Depois de duas edições anuais, o projeto agora tem um Lab de pesquisa e de prototipagem de wearables em São Paulo.

Sobre a C&A

A C&A é uma empresa de moda focada em propor produtos e experiências que vão além do vestir, conectando as pessoas a si mesmas e ao mundo à sua volta. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, na Holanda, a marca abriu sua primeira loja no Brasil em 1976, em São Paulo. Hoje, a empresa está presente em todas as regiões e tem cobertura nacional, por meio de sua loja virtual.


• Suzana Elias Azar é jornalista especializada em moda e estilo de vida e acredita que moda e tecnologia caminham juntas e podem oferecer várias facilidades neste tempo líquido que vivemos. Suzana é autora do blog www.suzanices.com.br e recebe sugestões de pauta pelo e-mail: suzanicesblog@gmail.com

 

 

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  • Publicado por: Suzana Elias Azar
  • Postado em: quinta-feira, 14 dez 2017 19:35Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
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Novas tecnologias na moda são tema do WeAr Festival

Sabe aqueles figurinos de ficção científica que a gente fica desejando ter? Cientistas e designers apresentam wearables (tecnologia para vestir) na terceira edição do WeAr Festival. Com palestras e oficinas, o festival acontece dia 9 de novembro em São Paulo e, nos dias 9 e 10 de dezembro no Rio de Janeiro.

A grife pioneira dos wearables de luxo, a dupla inglesa CuteCircuit, que desde 2004 usa têxteis inteligentes e microeletrônica para ampliar o limite da inovação na moda está entre os destaques do Festival. A CuteCircuit é um laboratório de onde saem novas ideias que integram beleza e funcionalidade a roupas e acessórios. Entre as criações da diretora criativa Francesca Rosella e do CEO Ryan Genz estão o vestido e a clutch que recebem mensagens de texto, a iMiniSkirt que troca de estampas por um app, e o vestido Grafeno, o primeiro feito com o revolucionário material que muda de cor com o ritmo da respiração. No palco e no tapete vermelho, a CuteCircuit, que vem ao Brasil como convidada especial da C&A, veste estrelas como Katy Perry e U2, e está presente na linha tech de bolsas da Chanel para o verão 2017.

WeAr São Paulo

Em São Paulo, Francesca e Ryan ministram masterclass na manhã que abre o WeAr 2017 para 25 criativos selecionados mediante inscrição no site oficial do festival. Às 20h, começa o ciclo de palestras e painéis, que será encerrado pela CuteCircuit com direito a apresentação de looks.

Os talks debatem os desafios da computação vestível, os tecidos inteligentes, a revolução do grafeno, o momento da biotecnologia e das roupas crescidas em laboratório, a inovação responsável e a história dos wearables e sua relevância no futuro. Confira a progrmação de oficinas: Bordado de Luz (com Popklab); Escaneamento 3D para moda (com Rafaela Blanch), Impressora 3D para a moda (com a PrintGreen3D); Bioplástico (com Helena Kussik), Customização com LED (com Celia Fernandes) e a rodada de três oficinas conjugadas e focadas na capacitação feminina para a tecnologia e empreendedorismo. Alguns dos wearables estarão expostos para serem experimentados, entre eles a jaqueta Commuter que a Levi’s desenvolveu em parceria com o Google, o Nike HyperAdapt 1 que se ajusta automaticamente ao contorno do pé do usuário, e a primeira peça de roupa fabricada em 3D e vendida comercialmente, a bomber jacket Imagine da israelense Danit Peleg.

WeAr Rio de Janeiro

No Rio, em dezembro, acontece o segundo Hackathon WeAr + C&A, uma maratona de hackers, desenvolvedores, designers, estilistas, profissionais de criação e estudantes ligados ao universo da moda e tecnologia, que em 30 horas tem o desafio de desenvolver um vestível inteligente que resolva um problema do consumir conectado. No ano passado, o wearable vencedor do Hackathon WeAr + C&A foi um patch bordado a mão com a função de pagamento. Para se inscrever no WeAr 2017 e conferir a programação completa acesse o site: www.wearbrasil.com ?

Sobre a CuteCircuit

Pioneira da revolução digital (2004), a marca CuteCircuit usa têxteis inteligentes e microeletrônica para ampliar o limite da inovação na moda. Com estúdio em Londres, é a mais importante marca de wearables de luxo do mundo. Desde o início, Francesca Rosella e Ryan Genz, introduzem novas ideias que integram beleza e funcionalidade. Entre elas, um vestido de alta costura que recebe tweets, roupas para Katy Perry e U2 e uma bolsa que recebe mensagens de texto por um app. Criações como Vestido Galáxia, maior painel de led vestível já feito, e o Vestido Grafeno, que muda de cor com a respiração, são parte do acervo de museus na Europa e Estados Unidos. A iMiniSkirt, uma saia que recebe estampas através de um aplicativo, faz parte da exposição Digital Revolution do museu Barbican, em Londres, que agora viaja pelo mundo. Todas as peças são feitas em Londres, Itália ou nos EUA com nobres materiais e tem a habilidade de serem “atualizadas” através de um app. A CuteCircuit também oferece descontos na compra de novos produtos para clientes que “retornam itens antigos para serem reciclados”. O objetivo é fechar o ciclo de produção com o menor desperdício. www.cutecircuit.com

 

 

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