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Beber 2 taças de vinho por dia reduz risco de Alzheimer

Além de reduzir o risco de contrair doenças cardiovasculares e de desenvolver o câncer, beber duas taças de vinho por dia pode ajudar também o cérebro a eliminar toxinas associadas ao mal de Alzheimer.

De acordo com um novo estudo publicado na revista "Scientific Reports", uma ingestão moderada da bebida pode ajudar a reduzir as chances de uma pessoa ter a doença. No entanto, o consumo em excesso tem o efeito contrário.

Os cientistas estudaram os efeitos do álcool em cobaias vivas. Os ratos que ficaram um longo período com um alto nível de álcool no sangue tiveram com as células astrocitos, importantes na regulação do sistema glinfático (localizado no cérebro), mais propensas a inflamações.

Já os camundongos expostos a baixos níveis de consumo de álcool, equivalentes a cerca de dois copos de vinho por dia, tiveram um resultado diferente, com o sistema glinfático mais eficiente na remoção de células ruins - além de diminuir o nível de inflamação cerebral.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: terça-feira, 06 fev 2018 16:06Atualizado em: quarta-feira, 07 fev 2018 20:54
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Governo da Itália confirma proibição a comidas com insetos

O Ministério da Saúde da Itália esclareceu nesta quarta-feira (17) que o uso de qualquer espécie de inseto para fins alimentares no país continua proibida, embora a prática seja cada vez mais comum na Europa.

A dúvida sobre o assunto havia surgido após a entrada em vigor, em 1º de janeiro, de um regulamento da União Europeia que abre a possibilidade de servir gafanhotos e grilos em restaurantes. No entanto, o governo italiano veio a público para esclarecer que nada mudou até o momento.

"No momento, nenhuma espécie de inseto está autorizada", diz um comunicado do Ministério da Saúde. Segundo a pasta, a autorização para colocar no mercado alimentos desse tipo deve ser solicitada primeiramente à Comissão Europeia.

Enquanto alguns países da Europa autorizam a comercialização de insetos em supermercados, outras nações adotam um regime de "tolerância" na utilização dos bichinhos em comidas.

No fim de dezembro, uma padaria da Finlândia começou a vender pão com grilo. Na ocasião, a empresa que fabrica o alimento defendeu que ele possui mais proteínas do que o pão normal.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: quarta-feira, 17 jan 2018 17:33Atualizado em: quarta-feira, 17 jan 2018 21:55
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Conheça 10 receitas 'italianas' que só existem no Brasil

Sardella, rondelli, bife à parmegiana e palha italiana. Por aqui, essa parece uma refeição típica de cantina, mas muitos italianos se assustariam com esse menu, já que nenhum desses pratos existe dessa maneira na Itália.

São diversas as receitas atribuídas à Itália, mas que, na verdade, foram inventadas ou adaptadas no Brasil. A maioria desses pratos surgiu pelo fato dos imigrantes italianos não encontrarem por aqui os ingredientes para suas receitas originais, como azeites e farinhas.

"Os primeiros italianos que chegaram não tinham muitos ingredientes e precisaram adaptar. Aqueles que trouxeram mudas e sementes nas malas também precisaram se adaptar ao Novo Mundo, com terra, água e condições climáticas bem diferentes daquelas por eles conhecidas", disse Gerardo Landulfo, delegado da Accademia Italiana della Cucina.

1 - Filé à parmegiana com arroz e fritas: O bife à milanesa até existe na Itália, mas é feito com cordeiro. O filé com arroz e fritas é um prato totalmente inventado no Brasil. Segundo Landulfo, o que "denuncia" a "invenção brasileira" é o acompanhamento, tipicamente nacional.

2 - Palha italiana: O doce feito de brigadeiro e biscoito não tem nada de italiano. Sua origem é brasileira e, muito provavelmente, do sul do Brasil, onde há forte colonização da Itália. A "inspiração" pode ter sido o "salaminho de chocolate", que existe na Itália. "O uso de brigadeiro - tipicamente brasileiro - já demonstra sua origem", disse o especialista.

3 - Fogazza: A "fogazza brasileira" pode ter "duas origens": a inspiração na "focaccia" italiana, um pão assado e macio que é servido com azeite e originário de Gênova, ou no "panzerotto", um alimento similar ao calzone. Segundo Landulfo, a focaccia é encontrada em várias versões na Itália, sendo a mais tradicional a de Gênova. Também em Recco há uma versão recheada da receita, com queijo stracchino.

Na cidade de São Paulo, a focaccia mais conhecida foi trazida pelos imigrantes da Púglia, a "focaccia barese". Ela leva farinha e batata na massa, com pedaços tomates e azeitonas como cobertura. Tradicional na Festa de San Vito, aqui ela recebeu o nome de "ficazza". "Já o panzerotto não tem nada a ver com a focaccia, mas no Brasil virou 'fogazza', sendo similar ao calzone que são tradicionais no sul da Itália, especialmente, na Púglia e na Campânia. Estes, sim, podem ter vários tipos de recheios, sendo o mais tradicional com queijo, tomate e orégano", explicou o especialista

4 - Pizzas com coberturas 'exóticas': Pizza de chocolate, de cream cheese, de estrogonofe, frango catupiry… são milhares de variações que chegam às mesas dos brasileiros nos mais diferentes restaurantes. E não há nada de italiano nessas coberturas exóticas. Os sabores foram criados por cozinheiros e chefs Brasil afora.

A verdadeira pizza italiana tem longa fermentação e cobertura de molho de tomate pelado.

5 - Sardella: A receita de Sardella é típica da região da Calábria, feita com sardinha e condimentos.

O processo é o mesmo há séculos: o peixe é pescado entre fevereiro e abril, lavado com água doce e colocado para secar com sal. Depois, os peixes são colocados para salgar entre seis e sete meses, de onde é extraído o molho e misturado com condimentos. Segundo Landulfo, a receita ainda leva sementes de erva-doce e é conservada dentro de um vidro com azeite de oliva.

Mas, no Brasil, ela é feito com pimentão e variações de anchovas e sardinhas compradas já prontas. No entanto, Landulfo afirma que a receita muda de "cidade para cidade" na Calábria, onde é conhecia como "rosamarina", e a receita feita no Brasil acaba tendo uma inspiração italiana.De acordo com o especialista, a sardella italiana tem a "paternidade reivindicada" por quatro cidades banhadas pelo Mar Jônico: Crucoli, Cirò Marina, Curiati e Trebisacce

6 - Rondelli: Apesar do nome italiano, o rondelli - enrolado de massa com recheio - não existe no país europeu. Lá, existe, o "rotoli" ou "rotolini", que tem uma receita muito parecida com a brasileira.

7 - Bolonhesa: O molho bolonhesa, ou "bolognese", tem uma receita similar na Itália, mas chamada de ragú. Porém, não existe na Itália o prato "espaguete à bolonhesa". "Não se faz com espaguete esse molho, mas com tagliatelle, uma massa fresca. O que pode ter inspirado é o 'tagliatelle al ragù', mas que não é só carne moída e molho de tomate. A receita tem três tipos de carne, pouquíssimo molho de tomate e tem um cozimento mais demorado. A bolonhesa é uma adaptação mais simples", diz Landulfo. Na mesma linha, está a lasanha à bolonhesa. Normalmente, na Itália, ela conta com massa verde, tem sete camadas, usa o molho de ragù - mas, também leva o molho bechamel.

8 - Polpetone: Mais uma invenção de um chefe brasileiro, mais precisamente de São Paulo, do restaurante Jardim De Napoli. De acordo com Landulfo, "a única coisa que os dois pratos têm em comum é a questão do reaproveitamento de sobras".

Na Itália, o polpetone é um alimento cilíndrico e colocado ao forno, algo parecido com um rocambole. A invenção brasileira é um bolo de carne achatado, com queijo, frito e servido com muito molho de tomate.

9 - Capelletti à romanesca: Outra invenção de um restaurante paulistano, o capelletti à romanesca não existe na Itália. Criado pelo chef Giovanni Bruno, morto em 2014, ela usa a massa de capelletti recheada com carne, cebola, presunto, cogumelos, ervilhas e creme de leite.Bruno contou que criou a receita pois havia um cliente que fizera uma viagem de Veneza a Roma, passando por Bolonha, onde comera tortellini. O chef, então, tentou adaptar o prato, usando capelletti.

10 - Risoto à piamontese/piemontese: De acordo com Landulfo, a região de Piemonte é famosa por diversos tipos de receitas de risoto, mas o piamontese essa não existe por lá. O arroz é o ingrediente que mais remete ao Piemonte, mas a receita brasileira conta com caldo de frango, manteiga, azeita, cebola, alho, presunto, ervilhas, vinho branco seco e champignon.

 
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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: domingo, 14 jan 2018 11:32Atualizado em: quinta-feira, 18 jan 2018 00:30
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A Inglaterra muito além do 'fish and chips'

Cerca de dez dias atrás tive o prazer de, após alguns anos, voltar à Inglaterra, desta vez representando a Universidade Santa Cecília – UNISANTA em algumas atividades acadêmicas em Birmingham (reunião com docentes da Faculdade de Direito da Birmingham City University – BCU visando projetos de pesquisa conjuntos) e Londres (palestra para membros da UKELA – United Kingdom Environmental Law Association).

Algumas impressões sobre esta rápida estadia em terras inglesas eu realmente gostaria de poder compartilhar com vocês, caros amigos do blog Santa Gastronomia. 

Antes de mais nada, é de se destacar o poder de resiliência do povo britânico. Após recentes atentados nas cidades de Londres e Manchester, as coisas aparentam uma perturbadora normalidade. Não se percebe qualquer movimento diferente no metrô, nos pontos turísticos mais badalados, no centro financeiro ou em eventos de grande porte (no período estava acontecendo o ATP Finals – torneio com os oito melhores tenistas masculinos da temporada – na fantástica O2 Arena).

Isso não significa, nem de longe, que as autoridades não estejam atentas às movimentações dos grupos terroristas, mas sim, e apenas, que os ingleses parecem ter em seu DNA o poder de superar adversidades. Londres enfrentou intensos bombardeios durante a II Grande Guerra, e parece ter calejado o povo para seguir em frente, mesmo diante de sérias dificuldades. 

Londres está, como de costume, linda. A mescla de arquitetura, do clássico com o contemporâneo, faz desta capital uma das cidades mais interessantes do mundo. Culturalmente falando, é intensa. Espetacular, eu diria.

Mas vamos ao que interessa. E a gastronomia inglesa, vai bem? 

A Inglaterra, e o Reino Unido em geral, carregou durante muito tempo a fama de ter uma culinária horrorosa, baseada em pratos pouco apetitosos, e tendo como carro-chefe o fish and chips, nada além de peixe e batatas, fritos e boiando em óleo.

Talvez a má fama tenha mexido com os brios do povo britânico, pois hoje os mais populares programas de culinária do mundo são conduzidos por britânicos. Gordon Ramsay, Jamie Oliver e Nigella Lawson.

Londres, e outras cidades do Reino Unido são sinônimo de alta gastronomia. A primeira cidade conta com uma constelação de estrelas Michelin, destacando-se, por óbvio, seus três restaurantes com três estrelas no mais importante guia gastronômico mundial.

De fato, são imperdíveis os restaurantes dos chefs Alan Ducasse e Gordon Ramsay, este último, por sinal, inglês. O mais prestigiado chef francês do momento tem seu restaurante no Hotel Dorchester e o chef inglês no bairro de Chelsea. A mais recente conquista das três estrelas Michelan foi do restaurante japonês Araki, do chef Mitsuhiro Araki, com apenas nove lugares (um balcão onde o cliente aprecia o prestigiado chef preparar seus magníficos pratos da culinária nipônica).

Ao todo, o Reino Unido conta com 5 restaurantes três estrelas, 20 com duas estrelas e 150 com uma estrela, pelo guia Michelin.

Aliás, um desses restaurantes com uma estrela que vale ser conhecido é o Quilon, que está localizado no complexo do St. James’ Court Hotel, muito próximo dos metrôs St. Jame’s Park e Victoria Station. Trata-se de um restaurante indiano com toques contemporâneos que agrada muito. Não esqueçamos que a Inglaterra tem uma forte ligação com a Índia, e além de centenas de milhares de indianos morarem no Reino Unido, o fluxo de viajantes desta nacionalidade no país é intenso, o que faz com que haja grande variedade de restaurantes com esta apelação.

Abro um parêntese para destacar o bar do citado hotel, que conta com um exímio pianista de jazz no começo da noite, e onde você pode tomar bons drinks e fazer uma refeição leve e rápida. Ali perto, ainda, na Victoria Street, também há um dos tantos restaurantes do chef Jamie Oliver. Para mim, apenas mais um restaurante. Decoração e comida sem graça. Para ser mais ou menos, falta muito.

Uma ótima opção para a garotada e os amantes do Rock’n’Roll é o Hard Rock Cafe, que fica ao lado do Hyde Park. O citado restaurante foi o primeiro da rede mundial, e conta com peças históricas de grandes ícones da música. Aliás, do outro lado da rua, onde funciona a loja de produtos do restaurante, não deixem de visitar o minúsculo museu existente no porão, e que conta com raridades. É só pedir para os vendedores, e um guia lhe acompanhará até o andar de baixo da loja.

Se vocês forem amantes de queijos, então o Reino Unido é o lugar certo para se refestelar. A variedade de queijos é imensa, com destaque para o Blue Stilton e o Cheddar. Não deixe de provar a grande variedade desses dois queijos. O Cheddar maturado é uma coisa de louco. Nos bons hoteis, costuma-se servir uma boa variedade deles no café da manhã.

Também é bom lembrar que o Reino Unido, e principalmente a Inglaterra, é um dos maiores importadores de vinho do mundo, sendo muito boa a opção desta bebida em restaurantes e bares.

Para adquirir bons vinhos em Londres, dê uma passada na Hedonism Wines (vinhos raros e caros), na Amathus (bons preços e razoável variedade – destaque para os champagnes), na Harvey Nichols (loja de departamentos com uma ótima boutique de vinhos, com destaque para os espumantes ingleses – prestigiados e caros para os padrões de lá) e o templo do luxo na capital inglesa, a Harrods.

Não há como não dar destaque à loja de departamentos de altíssimo luxo Harrods. As principais marcas de roupa, tecnologia, perfumaria e cosméticos etc. têm stands nesta loja enorme, e que vale o passeio de uma manhã inteira. E, quando você chegar no departamento de alimentos e bebidas, seu queixo cairá. Você ficará completamente louco. Ensandecido. Você terá de exercer seu máximo autocontrole para que não estoure o cartão de crédito, pois os produtos com os quais você se deparará tirarão você do prumo.

A Harrods tem em seu estoque alguns dos melhores e mais caros vinhos do planeta, além de queijos (com ênfase nos ingleses e franceses), temperos, frutos do mar, pães e outras iguarias que deixa qualquer pessoa que gosta mais ou menos de gastronomia pirada. Imagine quem ama. 

E piora, pois todos os stands de gastronomia estão rodeados de vários restaurantes, amplamente frequentados por ingleses e turistas do mundo inteiro. Alguns contam com imensas filas. Resista!!!! Isso mesmo, resista. Como assim? Eles são absolutamente tentadores, mas não fazem jus ao preço astronômico que costumam cobrar. Portanto, respire, vá embora e ache um ótimo restaurante para almoçar ou jantar, onde você gastará metade e comerá muito melhor. Aliás, qualquer produto da Harrods parece ser mais caro do que em outros lugares. Os dois maiores problemas são saber onde achar o que você procura (ali você acha) e resistir à tentação (como acima já anotado).

Enfim, se você ainda pensava que a Inglaterra era um destino que não valia a pena, pois não teria como satisfazer sua exigência gastronômica, pode fazer as malas e partir em uma maravilhosa viagem, pois você passará muito bem.

Fernando Akaoui é Promotor do Ministério Público do Estado de São Paulo, professor titular da Faculdade de Direito da UNISANTA e um apaixonado pelo mundo dos vinhos

 

 

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  • Publicado por: Fernando Akaoui
  • Postado em: quarta-feira, 29 nov 2017 18:02Atualizado em: quarta-feira, 29 nov 2017 18:05
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Confeiteiro italiano vence Copa do Mundo de Tiramisù; veja como ele preparou essa tradicional receita!

Uma receita clássica com biscoito, café e cacau venceu o 1ª Campeonato Mundial de Tiramisù, realizado na cidade de Treviso, na Itália.

O vencedor foi o confeiteiro Andrea Ciccolella, da cidade de Feltre, na região norte da Itália. O doce preparado por Ciccolella seguiu a receita tradicional, que leva biscoitos, queijo mascarpone, açúcar, café e cacau.

A competição foi disputada no sábado (4) e domingo (5), na cidade natal do tiramisù, Treviso, na região do Vêneto.

A primeira edição da "Copa do Mundo do Tiramisù" reuniu mais de 720 participantes de todo o mundo.

A Tiramisù é um especie de torta/pavê. Um doce de sabores equilibrados, não muito doce e com texturas incríveis que combinam apesar da diferença. Uma sobremesa especial e indicada para as ceias de Fim de Ano.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: segunda-feira, 06 nov 2017 15:18Atualizado em: segunda-feira, 06 nov 2017 21:53
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