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A nova geração mendocina

É inacreditável como a Argentina tem conseguido garantir a sucessão dos mais importantes enólogos do país com uma geração extremamente talentosa, e que já está obtendo resultados expressivos na produção de vinhos.

Nomes como Jorge Riccitelli (Norton), Santiago Achával (Achával Ferrer e Matervini), José Zuccardi (Zuccardi), Hubert Weber  (Cavas de Weinert e Hubert Weber), Carmello Patti (Carmello Patti), Walter Bressia (Bressia), Mariano Di Paola (Rutini Wines), Susana Balbo (Susana Balbo Wines) e José Galante (Salentein) e Roberto González (Nieto Senetiner) ainda estão à frente da enologia de grandes vinícolas, e com resultados muito comemorados, mas há um time de jovens enólogos que têm uma postura diferenciado em relação à produção de vinhos, e que se concentra, basicamente, na ousadia. 

Com efeito, é essa ousadia da nova geração que tem proporcionado ao mundo vinhos argentinos mais surpreendentes, fora do padrão, eu diria. 

Muitos desses novos talentos já foram recrutados por grandes vinícolas como Catena Zapata e Zorzal (que atualmente é controlada pelo Grupo Belén – proprietário da chilena Morandé – e sócios argentinos e canadenses), caso de Alejandro Vigil e Andrea Mufatto e Juan Pablo Michelini, respectivamente. 

Todavia, o mais interessante são os novos projetos a que este time de enólogos têm se dedicado. Vamos a alguns dos mais destacados. 

Alejandro Vigil tornou-se sócio de Adrianna Catena (filha do nome mais importante da vitivinicultura argentina, Nicolás Catena Zapata) e fundaram a Bodega Aleanna, que produz a linha de vinhos icônicos Gran Enemigo, cuja pontuação pelo crítico americano Robert Parker e pelo Guia Descorchados 2017 vai às alturas. Além disso, Alejandro e sua sócia montaram uma ótima estrutura para visitação, que inclui um belo restaurante, que frequentemente conta com a presença daquele distribuindo sorrisos e tirando fotos com os visitantes, no melhor estilo popstar. 

Alejandro Sejanovitch, talentoso enólogo envolvido em vários projetos, sempre com seu amigo Jeff Mausbach, tais como Bodegas Teho, Buscado Vivo o Muerto, Estancia Los Cardones (neste projeto também participa Fernando Saavedra), Manos Negras e TintoNegro, tem obtido resultados expressivos, sem contar as notas altíssimas que tem recebido dos críticos de publicações especializadas. 

Andrea Mufatto está à frente da enologia da Gen del Alma, vinícola da qual é proprietária em parceria com Gerardo Michelini, seu marido e também enólogo, e cujo vinho Seminare Malbec 2015 chegou aos obscenos 99 pontos no Guia Descorchados 2017 (vale provar, também, os vinhos Otra Piel e Ji Ji Ji). Também participa, em parceria com os irmãos Michelini (dentre eles Gerardo) do projeto Michelini i Mufatto, que já rendeu 96 pontos no Guia Descorchados 2017 a seu A Merced Malbec 2015. Por fim, Andrea é enóloga da Zorzal, juntamente com Juan Pablo Michelini, outro ás da nova geração de enólogos, e um dos Michelini Bros, que ainda detêm participação nesta importantíssima vinícola argentina, cujos vinhos Piantao e Eggo Tinto de Tiza merecem ser provados. 

Leonardo Erazo é o proprietário e enólogo da prestigiada vinícola Alto Las Hormigas, mas mantém um projeto próprio na vinícola Revolver, que tem uma produção muito pequena, mas muito bem avaliada. 

Matías Michelini, mais um dos Michelini Brothers, é sócio e enólogo da Passionate Wines, e considerado um dos melhores profissionais da atualidade na Argentina. A vinícola produz os excelentes Montesco – Agua de Roca e Vía Revolucionaria Piel. Não são vinhos fáceis de encontrar no Brasil, mas valem muito a pena. Ainda, comanda a produção da SuperUco, vinícola que possui com seus irmãos e Daniel Sammartino. Neste, produz os excepcionais Calcáreo Río de los Chacayes e Calcáreo Granito de Gualtallary, ambos varietais de Malbec e com super pontuação. E Matías ainda aparece como enólogo da Viña Los Chocos, de propriedade de Rodrigo Reina, que conta com bom portfólio.  

Matías Riccitelli (filho do grande enólogo Jorge Riccitelli) tem a vinícola que carrega seu nome, e que produz os ótimos República del Malbec e The Apple Doesn’t Fall Far From The Three. Além disso, recentemente Matías foi convocado para prestar consultoria na Bodega Fabre Montmayou, que já contava com o Grand Vin, um corte de Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot que vale muito a pena experimentar. 

Mauricio Lorca e Gabriela Zavala são outros jovens talentos que estão à frente da enologia das vinícolas Enrique Foster (gosto muito de seu Edición Limitada) e  Mauricio Lorca (que tem ótimos vinhos a serem degustados, dentre eles o Lorca Inspirado, um corte de Malbec, Syrah, Cabernet Franc e Petit Verdot).  

Pablo Bassin é o enólogo da Mosquita Muerta Wines, projeto da Família Millán, cujos vinhos Mosquita Muerta Blend de Blancas e Blend de Tintas se destacam (gosto muito deste último), sem contar os ótimos Sapo de Otro Pozo e Pispi. Já provei, também, o Perro Calejero Blend de Malbec, que tam preço mais em conta, e gostei bastante. Também está à frente das vinícolas Toneles e Very Wines, do mesmo grupo familiar, sendo que a primeira também conta com ótimos resultados, principalmente com o cultivo da Malbec. 

Estes são apenas alguns dos mais destacados enólogos argentinos da nova geração, sendo certo que muitos dos vinhos acima citados não são fáceis de serem encontrados no Brasil, e quando encontrados, não são baratos. Vale, portanto, uma viagem a Mendoza para conhecer estas vinícolas e provar as “joias” que eles estão produzindo.

* Fernando Akaoui é Promotor do Ministério Público do Estado de São Paulo, professor titular da Faculdade de Direito da UNISANTA e um apaixonado pelo mundo dos vinhos

 

 

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  • Publicado por: Fernando Akaoui
  • Postado em: quarta-feira, 18 out 2017 13:06Altualizado em: segunda-feira, 23 out 2017 10:29
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Viagem enogastronômica à Borgonha

Quando falamos sobre as mais importantes regiões enogastronômicas do mundo, obviamente não há como não pensar, quase que imediatamente, na região francesa da Borgonha, que, no que tange a seus famosos vinhos, se divide em seis denominações (ou apelações) controladas, sendo que cinco delas se estendem de Dijon até Villefranche-sur-Saône (que, tecnicamente, faz parte da região do Rhône).

As citadas denominações são Chablis (vinhos brancos feitos a partir de uvas Chardonnay), Côte de Nuits e Côte de Beaune (que, juntas, são chamadas de Côte D’Or, e onde estão concentradas várias das mais prestigiadas vinícolas da Borgonha, e, consequentemente, do mundo), Côte Chalonnaise, Mâconnais e Beaujolais (vinhos bastante conhecidos dos brasileiros, mas pouco valorizados, apesar da existência de ótimas vinícolas, e com preço muito mais em conta do que os demais Burgundy).

Nossa viagem, nessa primeira parte da Borgonha, vai de Chablis até Beaune, passando por Dijon. Conhecidos mundialmente, os vinhos sob a denominação Chablis são obrigatoriamente produzidos com uvas Chardonnay, não se admitindo que haja corte com qualquer outra casta.

Os melhores vinhedos estão localizados no entorno da simpática cidade de mesmo nome, graças a um solo de calcário que garante grande mineralidade aos vinhos, que acompanham divinamente as ostras. Chablis fica a apenas 20 Km de Auxerre, importante cidade da região da Borgonha, com vários importantes sítios turísticos, e a 48 Km de Vézelay, cuja abadia é um festejado ponto turístico francês.

Os vinhos desta denominação estão divididos em quatro categorias, em ordem crescente de importância: Petit Chablis e Chablis (vinhos mais leves, pois não passam por estágio em toneis de madeira) e os Premier Cru e Grand Cru. Em termos gastronômicos, a região próxima a Chablis é pródiga, sendo certo que o destaque fica para os restaurantes La Côte Saint-Jacques e Le Relais Bernard Loiseau, que detêm duas estrelas do Guia Michelin.

De Chablis vamos para Dijon, a porta de entrada de algumas das denominações mais importantes de vinhos no mundo, e que estão localizadas na Côte de Nuits. Para se conhecer as cidades (em verdade, comunas) de Gevrey-Chambertin, Chambolle-Musigny, Vosne-Romanée e Nuits-Saint-Georges, que estão a poucos quilômetros de distância. Dijon, famosa por sua mostarda, tem hoteis de todas as categorias e para todos os bolsos.

Para quem tem condições de pagar um pouco a mais, ficar no Grand Hotel La Cloche Dijon McGallery, da rede Sofitel, é um ótimo negócio, seja pelo hotel em si, seja por sua privilegiada localização, bem defronte ao Parc Darcy e à Porte Guillaume, ponto inicial do calçadão que dá acesso aos mais importantes pontos turísticos da cidade, tais como a Igreja Notre Dame de Dijon, Palácio dos Duques da Borgonha e o Museu de Belas Artes.

Nessa mesma região da cidade fica o restaurante William Frachot, outro duas estrelas Michelin. Não se esqueça de reservar com antecedência, pois qualquer restaurante estrelado pelo Guia Michelin tem alta procura de mesas. Passear pelas principais comunas onde são produzidas as joias da vinicultura da Borgonha é algo bucólico. Muitas vezes você passa pelos vinhedos e pelas vinícolas mais famosos sem nem mesmo se dar conta.

É o que acontece com os vinhedos da Domaine de la Romanée-Conti, que produz alguns dos melhores e mais caros tintos do mundo. A Pinot Noir reina absoluta, e se faz magnífica nos vinhos da Domaine Marquis D’Angerville, Domaine Claude Dugat, Domaine Dugat-Py, Domaine Leroy e Domaine Comte Georges de Vogue, além, é claro, da Domaine de la Romanée-Conti.

Não deixe de visitar o castelo do Clos de Vougeot, a Abadia de Citeaux e a comuna de Nuits-Saint-Georges. Passeios imperdíveis. Além disso, todas essas vilas têm restaurantes locais muito bons, onde se pode comer e beber divinamente.

A segunda parte desta viagem será publicada em breve.

 

 

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  • Publicado por: Fernando Akaoui
  • Postado em: sábado, 23 set 2017 23:47Altualizado em: terça-feira, 26 set 2017 18:27
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Será que é bom? Empresa suíça cria chocolate cor-de-rosa

Atualmente há chocolates para todos os gostos: branco, a leite, amargo… Porém, um novo tipo do doce foi descoberto: o chocolate rosa-avermelhado, feito a partir da variedade do grão de cacau Ruby.

O anúncio da novidade veio de uma das produtoras de chocolate mais famosas do mundo, a suíça Barry Callebaut, que conseguiu extrair a coloração avermelhada de forma natural, ou seja, sem nenhum corante, após anos de pesquisas.

Segundo a companhia, o chocolate possui um sabor característico de frutas, mas é diferente de todos os tipos que existem no mercado. O novo chocolate pode ser introduzido em variados produtos, como biscoitos, sorvetes, entre outros.

 

 

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  • Publicado por: Redação #Santaportal, com informações da Agência ANSA
  • Postado em: segunda-feira, 11 set 2017 17:13Altualizado em: segunda-feira, 11 set 2017 20:54
  • Chocolate rosa   Suiça   Variedade   
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China in Box abre a caixa para o mundo em lançamento de livro

Fundador da China in Box, uma das maiores redes de fast-food chinês em atuação na América Latina, Robinson Shiba conta sua jornada no livro ‘Sonhos in Box’, que será lançado na próxima segunda-feira (21), às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo.

Há 25 anos, em pleno tumulto de 1990, quando o presidente Fernando Collor acaba de anunciar medidas econômicas, incluindo o confisco de depósitos bancários e poupança dos brasileiros, no bairro de Moema na capital de São Paulo, um jovem iniciou um "império" por meio de caixinhas e comidas instantâneas. Mas isso ele ainda não sabia.

Shiba, oriundo de Maringá, cidade do interior de Paraná, fundou a sua primeira unidade no bairro nobre de São Paulo e lá precisou superar obstáculos como a morte da mãe, a perda da poupança de sua família - que foi congelada pelo governo - e, acima de tudo, superar os medos e acreditar nos seus objetivos para construir o que se chama hoje, de império culinário.

“A história que compartilho na obra é uma herança para que as pessoas recordem sempre de seus sonhos, pois, para uma ideia ganhar vida, basta acreditar e trabalhar por ela. Embora eu ofereça alimentos dentro de uma caixa, foram pensando fora dela que eu consegui realizar os meus sonhos”, lembrou Shiba.

‘Sonhos in box’ guarda toda a trajetória do empresário que decidiu “abrir as caixas” do seu negócio para o mundo, pois acredita está deixando um legado aos apreciadores, curiosos e futuros empresários. Para ir além das receitas de sucesso pessoal, Shiba diz ao leitor diversos ensinamentos sobre como alimentar a coragem e ir atrás de casa objetivo alcançado.

O livro foi produzido pela editora Buzz, tem ao todo 208 páginas e custará R$ 39,90.

 

 

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Borbulhas de felicidade: Champagne!

Ano Novo, casamento, aniversário, conquista de campeonato, promoção no emprego, nascimento de filho, formatura na faculdade e outros tantos momentos alegres nos remetem a qual bebida? Champagne, por óbvio. E por quê? Porque esta bebida e suas maravilhosas borbulhas (o perlage) estão associadas a felicidade. Ou seja, em momentos felizes, que merecem uma comemoração, bebemos champagne.

 

Esta conexão entre champagne e bons momentos é o resultado de uma muito bem sucedida estratégia de marketing dos produtores da região francesa de mesmo nome, única que pode utilizar esta denominação no mundo inteiro, muito embora alguns produtores mundo afora insistam em se apropriar indevidamente desta.

 

A bebida foi paulatinamente sendo adotada pelos produtores da região desde o século XVII, mais especificamente 1668, quando o monge beneditino Dom Pierre Pérignon teria descoberto a fórmula para se produzir vinho espumante, ao menos pelo método hoje conhecido como champenoise.

 

Há, contudo, muita controvérsia sobre se de fato o citado religioso teria sido o precursor das borbulhas, posto que alguns apontam o ano de 1531 como sendo aquele em que monges, também beneditinos, da Abadia de Saint-Hilaire, perto de Carcassonne, teriam feito o primeiro espumante. Hoje, quase 100% da região vitivinícola se dedica à produção de champagne.

 

São cerca de 100 prestigiadas maisons e algo em torno de 19.000 pequenos produtores (vignerons), sendo que grande parte delas podem visitadas. Todavia, algumas se destacam, seja pela excelência da bebida que desenvolvem, seja pela beleza de suas instalações, aí incluídas suas caves.

 

Na seleta lista de prestigiados produtores, e que recebem visitação, encontram-se a Möet Chandon, Veuve Clicquot, Bollinger, Taittinger, Pommery, Jacques Selosse, Louis Roederer, Pol Roger, Gosset, Billecart-Salmon, Charles Heidsieck, Perrier-Jouët, Laurent-Perrier, Ruinart, Henriot, Drappier, Duval-Leroy e Ayala. Certamente esta é uma lista reduzida, pois tantas outras poderiam ser mencionadas. A Krug, infelizmente, não recebe turistas.

 

Quem pensa, entretanto, que só de champagne vive a região, está muito enganado, pois muitas outras atrações lhe esperam, a começar pela importantíssima cidade de Reims (pronuncia-se Rãns), que foi fundada por gauleses, conquistada pelos romanos, prestigiada pela monarquia francesa e palco de muitas guerras, inclusive a II Grande Guerra Mundial (lá foi assinado o ato de rendição dos alemães em 07 de maio de 1945 perante os líderes dos exércitos aliados, dentre eles o general americano Dwight Eisenhower).

 

Esta bela cidade tem como principais atrações a imponente catedral de Notre-Dame de Reims, do início do século XIII, onde eram coroados os reis da França; o Porte de Mars, um arco que se constituía em um dos quatro portais da cidade na época de dominação romana; o Palais de Tau, um palácio do fim do século XV, que serviu de moradia de reis da França; e a Basílica de Saint Remi.

 

Não deixe de visitar, também, as cidades de Epernay (vale passar um dia inteiro), Avize, Aÿ e Châlon-en- Champagne. Todas elas, além de bucólicas e com algumas boas atrações turísticas, são sede de grandes vinícolas.

 

No campo da gastronomia, a região também não deixa a desejar. Não bastasse o fato de estar na França, o que, por si só já é garantia para comer bem, Champagne guarda alguns tesouros que valem muito para quem estiver disposto a gastar algumas centenas de euros. Falo dos restaurantes L’Assiette Champenoise e Le Parc, ambos localizados em hoteis.

 

Com relação ao L’Assiette Champenoise, trata-se de um 3 estrelas Michelin, localizado no interior do hotel de mesmo nome, em Tinqueaux (cidade grudada em Reims) e comandado pelo chef Arnaud Lallement. Ao entrar, aceite tomar um drink no bar do hotel, moderno e de muito bom gosto. Escolha um champagne em taça na imensa carta que será apresentada. Sem nenhum custo, lhe serão servidos alguns canapés que darão a noção do que está por vir no restaurante. O menu é sazonal, mas não deixe de provar a homard bleu (lagosta azul da Bretanha), que está sempre no cardápio.

 

Peça para o sommelier harmonizar toda sua refeição com champagnes. É incrível descobrir como é possível tomar esta maravilhosa bebida desde a entrada até a sobremesa. Já quanto ao Le Parc, restaurante do Hotel Les Crayères, é um 2 estrelas Michelin, mas que você não consegue entender como não alcançou a terceira, ainda. Está localizado numa propriedade esplêndida, que fica entre as maisons Veuve Cliquot e Pommery. Portanto, aconselho reservar para o almoço, agendando visita a ambas vinícolas, uma antes e uma depois da refeição (deixe um bom espaço de tempo para o almoço, pois você precisará).

 

Nem pense em dispensar o convite para se sentar em uma das mesas do jardim, para um drink antes do almoço. Tome umas duas taças de champagne antes de entrar no lindo salão, onde você será paparicado até dizer “chega”, mas com uma discrição por parte dos atendentes, que você terá a impressão de que eles nem estão por perto.

 

O menu degustação no almoço custa € 69. Em resumo, vale muito uma esticada à região da Champagne, que está a cerca de 130 km de Paris, e perto de outra “joia da coroa”, que é a Borgonha.


Portanto, faça as malas e prepare para brindar muitas vezes. Santé!!!!

* Fernando Akaoui é Promotor do Ministério Público do Estado de São Paulo e professor titular da Faculdade de Direito da UNISANTA

 

 

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  • Publicado por: Fernando Akaoui
  • Postado em: quarta-feira, 05 jul 2017 18:58Altualizado em: quarta-feira, 05 jul 2017 19:17
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