Espelho, espelho meu

Todos falamos e sabemos que desencontros podem ocorrer, a expectativa não correspondida de um telefonema que não vem, um bolo quando se está com as pernas depiladas, calcinha combinando com o sutiã, prontinhas para viver a vida em seu colorido apaixonado.

Dor de cotovelo, palavra que é usada apesar de um tanto antiquada quando a frustração principalmente amorosa não é digerida, então faz-se cara de paisagem e continua no salto alto.

Tudo bem levamos em conta vaidade,orgulho e outros sentimentos e posições sociais que não podem cair do salto mas o grande e mais grave problema é que via de regra isso é confundido com um sentimento de rejeição que cola igual superbonder e não há elogio, confiança e dado de realidade que consiga desgrudar da alma rejeitada.

Claro que isso também acontece com os homens em diferentes situações mas eles tem mecanismos muito mais bem elaborados que em nossa cultura facilita aos homens, uma idinha ao boteco, um bate papo de futebol, passa o tempo e a sensação fica no passado.

Mas voltemos as mulheres que tem que desmontar toda aquela produção e enquanto tira o baton, o rimel borrado pelas lágrimas tem um tempo de dor que fica marcado.

Pois bem, está na hora de nós mulheres termos a capacidade de saber distinguir amor a si próprio de amor a uma imagem irreal de si e de sua vida, tendo um olhar realista para as perdas e dificuldades.

Enfrentando, analisando e passando um creme refrescante na pele recém maquiada e que não foi exibida esperando ou fazendo acontecer a próxima vez.

Creio firmemente que é um exercício e tanto para fortalecer a autoestima.

 

 

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  • Publicado por: Marcia Atik
  • Postado em: segunda-feira, 13 mai 2019 07:50Atualizado em: segunda-feira, 13 mai 2019 18:16
  • autoestima