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Steven Spielberg divulga primeira imagem da nova versão de 'West Side Story'

E o filme vai mesmo sair! Steven Spielberg divulgou hoje a primeira imagem de sua versão, na qual trabalha há pelo menos sete anos, do musical Amor, Sublime Amor (West Side Story). O filme vai contar a mesma história do original, ou seja, uma versão de Romeu e Julieta ambientada na Nova York dos anos 50 e na história de Amor entre Tony (Ansel Elgort) e Maria (Rachel Zegler), cujo amor tem poucas chances de dar certo graças à rivalidade entre os Jets e os Sharks.

O filme original, de 1961, é o segundo maior vencedor da história do Oscar, com 10 estatuetas, e considerado por muitos o melhor musical de todos os tempos. Ficou animado? Pois encha-se de paciência: o filme só deve chegar às telas em dezembro de 2020!

E você, assistiu ao filme original? Gostou da ideia do remake?

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: segunda-feira, 17 jun 2019 16:47
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Rocketman é raso, tem diálogos risíveis, é um novelão mas... tem as canções de Elton John. E isso salva o filme!

Rocketman se sustenta nas belíssimas canções de Elton John. Apesar de dirigido pelo mesmo cara de Bohemian Rhapsody, vai mais pela linha de 'Mamma Mia", na qual o roteiro segue em frente apenas para dar deixas para videoclipes das mais famosas canções do astro, quase como se fosse propositalmente feito para se tornar musical nos palcos.

Entretanto, outras características de 'Bohemian' estão em Rocketman. O fiapinho de história e o clima de novelão, por exemplo, aqui são ainda mais evidentes, com o melodrama jogado na cara da platéia. "Quando você vai me abraçar?", pergunta o pequeno Reginald Dwight ao pai ausente e frio. "Você nunca será verdadeiramente amado", diz a mãe, já a Elton, em outro momento do filme. 

Da história do astro pop, que provavelmente é meu artista vivo favorito, há pouco, bem pouco. Também como no filme do Queen, o foco está na "jornada do jovem comum com um talento além do normal que explode em sucesso, se embebeda dele, esquece dos amigos, assume a homossexualidade, se envolve com um agente/amante vilão e, no fim, se redescobre".

Para mostrar o inferno que viveu e a consequente redenção, o filme deixa de lado momentos e eventos chave da vida de Elton e, neste caso, a versão não fica melhor que o fato. Só para citar alguns que não aparecem na história:

>> A amizade com Lady Diana, a princesa de Gales. Eles eram tão próximos que ele cantou Candle in the Wind no funeral dela;

>> Os prêmios - dezenas - que ele ganhou, incluindo un Grammy, um Oscar, um Globo de Ouro e um Tony;

>> A paixão extrema pelo futebol. Elton chegou a ser dono de um clube, o Watford, que, com seu apoio, chegou à primeira divisão inglesa.

Enfim, mesmo com todas estas críticas, o filme está longe de ser ruim. Só não é bom. E ficou bem longe de me "pegar" como Bohemian fez. Seus melhores momentos são os (quase todos) excelentes números musicais, que chegaram até a me fazer esquecer os diálogos medíocres e a nula profundidade dos personagens. Bonitão visualmente, tem interpretações ok e tem o que de melhor poderia ter: as canções de Elton John. Que, em última análise, são a principal razão para termos ido ao cinema. Com todas as ressalvas, vale assistir.

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: segunda-feira, 03 jun 2019 09:55
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O regente Luis Gustavo Petri, da Orquestra Sinfônica de Santos, no Releitura 4

O regente Luis Gustavo Petri, da Orquestra Sinfônica de Santos, é o convidado do Releitura 4

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 24 mai 2019 18:05
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O Mágico de Oz: cinco diretores, filmagens muito acidentadas, suicídio, abuso e muitos problemas!

O Mágico de Oz encanta gerações desde sua estréia, em 1939. Mas, à parte sua magia, o filme teve uma das filmagens mais desastradas da história do cinema. Só como exemplo, o filme teve 14 roteiristas e cinco diretores passaram pelo projeto, embora Victor Fleming seja o único que aparece nos créditos.

Foi assim: Richard Thorpe foi o primeiro responsável pelas filmagens mas foi demitido depois de ter rodado apenas algumas cenas. George Cukor foi então convocado pelo estúdio mas sua agenda estava lotada e ele abandonou o projeto. Victor Fleming, então, entrou na jogada e rodou boa parte do filme, mas não o terminou porque recebeu o convite para dirigir …E o Vento Levou. O produtor Mervyn Leroy também chegou a dirigir algumas cenas.

O quarto diretor, chamado apenas para rodar algumas cenas adicionais, foi King Vidor. Mas ele teve uma sorte danada: dirigiu a sequência mais famosa do filme, a clássica cena em que Dorothy canta Over The Rainbow na fazenda, em preto e branco (apenas o mundo de Oz aparece colorido). Mesmo não sendo creditado, é a cena de Vidor a mais lembrada do filme.

Outros problemas abalaram as filmagens do longa. Há, por exemplo, uma lenda urbana?—?nunca comprovada?—?de que um dos anões contratados para viverem os munchkins se suicidou durante as filmagens e que seu corpo pendurado aparece na cena em que Dorothy, o Espantalho e o Homem de Lata aparecem na Estrada dos Tijolos Amarelos.

A protagonista Judy Garland não era a primeira escolha dos produtores. Eles queriam a estrela mirim Shirley Temple, que foi descartada apenas por não saber cantar. Judy, que na época já tinha 16 anos, foi obrigada a usar bandagens para esconder os seios, já que interpretava uma criança. Dizem que foi esse o motivo para os problemas com sua auto-imagem que a acompanharam por toda a vida e a levaram ao alcoolismo.

Judy Garland teve problemas ainda mais sérios durante as filmagens. Em um livro autobiográfico, o ex-marido da atriz, Sid Luft revela que os atores, especialmente os que interpretaram os Munchkins, enfiavam as mãos por dentro do vestido dela.

Mais: Buddy Ebsen, escalado para viver o Homem de Lata, foi obrigado a abandonar as filmagens porque era alérgico à tinta usada para pintar sua pela e dar a impressão de metal. Ele foi substituído por Jack Haley.

Além das filmagens, outras histórias envolvem o filme. Uma delas, sensacional, é a do disco The Dark Side of The Moon, da banda inglesa Pink Floyd. Diz a lenda que se o disco for tocado junto com o filme, cenas e músicas se encaixam com perfeição.

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Entrou para a história
Apesar de todos os problemas, O Mágico de Oz entrou para a história do cinema e chega a aparecer, em algumas listas, como o filme de maior audiência em toda a história. Veja outras curiosidades do longa:

> O filme começou a ser produzido como uma resposta da MGM ao sucesso, dois anos antes, de Branca de Neve e os Sete Anões, da Disney.

>> A canção Over The Rainbow, que quase foi cortada do filme porque o estúdio considerou a sequência em preto e branco longa demais, foi considerada pelo American Film Institude como a canção número 1 a aparecer em filmes norte-americanos.

>> O filme custou US$ 2,7 milhões e arrecadou, nos cinemas americanos, US$ 3 milhões. Uma cifra bem modesta. Mas a bilheteria internacional -especialmente no Brasil, no México, Austrália e Inglaterra?—?garantiu lucro para a MGM.

>> No final original planejado pela MGM, a câmera descia para mostrar que, apesar de tudo parecer um sonho de Dorothy, ela ainda estava usando os sapatos de rubi. A cena, entretanto, foi cortada pelo estúdio.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 24 mai 2019 16:47Atualizado em: sexta-feira, 24 mai 2019 16:48
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Confira o bate-papo com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho no Releitura 1

Confira o bate-papo do jornalista Gustavo Klein com o crítico de cinema Rubens Ewald Filho no Releitura 1, que foi ao ar em 3 de março de 2018

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 24 mai 2019 11:21
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