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Do Lockdown ao Open Now

Enquanto as esferas do poder se digladiam entre o lockdown e a abertura total, as unidades de produção de veículos vão abrindo aos poucos. A GM retomou a produção em São Caetano do Sul e a Volkswagen reiniciou as atividades na planta argentina de Tigre. E o Brasil tem muito a ver com o que acontece do lado de lá da fronteira, porque trata-se do ponto de partida da Amarok. A Volkswagen tem praticamente uma ponte entre Brasil e Argentina. Recentemente, a Fiat recomeçou as atividades em Betim.

Está mais que evidente que todas essas marcas vêm tomando todas as medidas necessárias no que diz respeito à segurança de seus colaboradores, não há dúvidas quanto a isso. E é óbvio que a economia precisa ser retomada, desde que haja a segurança necessária para isso. A dúvida que fica é identificar quem vai comprar carro em tempos de uma recessão que já começou.

Há várias respostas para tal pergunta. Às vezes elas aparecem com algum familiar, um amigo ou um vizinho. Mas a questão genérica remete às medidas que as marcas adotarão para vender seus produtos, nem que seja para desovar os estoques. Não adianta nada produzir e deixar os pátios lotados.

Nas concessionárias alguns movimentos já vêm acontecendo. Compras online, test drive com sistema delivery, compra direta do carro utilizado na troca, enfim, são várias medidas. E ganha quem, além de praticar bons preços, mostrar habilidade na hora de negociar. Mas ganha pontos também quem inovar no sistema de vendas.

Só que concessionárias nem sempre caminham sozinhas. E irão se sentir bem mais seguras se sentirem que há por parte das montadoras um respaldo. É uma espécie de proteção. Está na hora, portanto, das marcas criarem métodos para alavancar as vendas e entregarem o prato pronto às lojas. Trabalho junto e em conjunto se não quiserem quebrar.

Aceleremos!

 

 

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Sobre
O mundo automotivo dentro e fora da estrada! Pelo jornalista Paulo Rogério, especializado em automobilismo.