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Junho Nordestino do Instituto Arte no Dique terá O Som das Palafitas com Geraldo Azevedo e Arraial do Arte

Com o objetivo de promover a cidadania, o acesso à cultura e o intercâmbio cultural, o Instituto Arte no Dique, que chegou aos 15 anos no fim de 2017, preparou uma programação especial para o mês de junho.

O SOM DAS PALAFITAS

O projeto O Som das Palafitas, que levou nos anos anteriores grandes nomes da música brasileira como Hamilton de Holanda, Luiz Caldas e Armandinho Macedo, retorna com show de Geraldo Azevedo, no domingo, 10 de junho. A banda Barracos fará a apresentação de abertura, às 18h. Às 19h será a vez de Geraldo levar ao público um repertório que mescla décadas de sucessos que o projetaram internacionalmente. A apresentação contará ainda com participação especial do próprio Armandinho, retornando ao Dique da Vilda Gilda. O Som das Palafitas é realizado pelo Instituto Arte no Dique e tem patrocínios de Sabesp, Codesp e apoios da Prefeitura Municipal de Santos e Novotel.

Sobre Geraldo Azevedo

Com o formato intimista, a apresentação traz um clima aconchegante, envolvendo e emocionando a plateia com seu repertório variado, onde não falta espaço para os grandes sucessos e músicas inéditas.



Acompanhando de seu virtuoso violão, Geraldo Azevedo passeia por cinco décadas de composições, apresentando desde sucessos do início de sua carreira, como “Táxi lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha) e “Caravana”, até canções do seu último álbum “Salve São Francisco”, incluindo também algumas canções inéditas que serão inseridas em seu próximo trabalho, previsto para ser gravado em 2018.



Geraldo Azevedo - Voz & Violão é um daqueles shows intimistas que emocionam e fazem cantar junto, da primeira à última música. “Gosto muito desse formato, pois tenho liberdade no repertório. Se toco uma canção romântica e vejo que o público curtiu, logo emendo outra. Mas se vejo que o a plateia quer dançar, engato um forró que é para ver todo mundo balançar”, explica Geraldo Azevedo.



Sobre Geraldo Azevedo



Exímio violonista, o cantor e compositor Geraldo Azevedo cria em suas canções uma mistura única entre as harmonias sofisticadas da bossa-nova e os ritmos pulsantes da música latina. Em seu trabalho é possível encontrar, lado a lado, líricas canções de amor, como “Dia Branco” (Geraldo Azevedo e Renato Rocha), e números caribenhos cheios de swing, como “Veneza Americana” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando). Há ainda um sabor urbano em “Taxi Lunar” (Geraldo Azevedo, Alceu Valença e Zé Ramalho), e ritmos regionais que cantam o sertão e demais ícones da cultura e do folclore nordestino, como “Morena Linda Flor” (Geraldo Azevedo e Geraldo Amaral).



Sua discografia construída em 50 anos de carreira traz 23 álbuns lançados, entre trabalhos solo e parcerias de sucessos como em “O Grande Encontro” (1, 2, 3 e 4), ao lado de Alceu Valença, Elba Ramalho e Zé Ramalho, e em “Cantoria” (1 e 2), com Elomar, Xangai e Vital Farias. Essencialmente um compositor, Geraldo elabora suas canções em parcerias com poetas/amigos fiéis, seja desde o princípio de sua carreira, com Carlos Fernando e Renato Rocha, ou em anos mais recentes, ao lado de Capinan e Fausto Nilo. Em 2017, o artista celebra 50 anos como compositor. Sua primeira música foi o frevo de bloco “Aquela Rosa”, composta em parceria com Carlos Fernando, gravada em 1967 por Teca Calazans.



Algumas de suas composições atravessam gerações e formam um repertório eternizado na memória do público. “Caravana” (Geraldo Azevedo e Alceu Valença), “Moça Bonita” (Geraldo Azevedo e Capinam) e “Dona da Minha Cabeça” (Geraldo Azevedo e Fausto Nilo), por exemplo, foram lançadas ainda na década de 70 e, até hoje, fazem parte do setlist de suas apresentações.

Vídeos – canal oficial do Geraldo Azevedo - https://www.youtube.com/channel/UCFwDRqJMO90p3cYUiQCT_Kw

“Estamos felizes em contar com a participação do grande Geraldo Azevedo e o retorno do parceiro Armandinho Macedo, dois grandes nomes da nossa música, cidadãos do mundo. Com esse show especial o Arte no Dique segue sua missão de oferecer acesso à arte, cultura como ferramenta de transformação social e educativa e, acima de tudo, o direito à cidadania”, ressalta José Virgílio Leal de Figueiredo, presidente da instituição.

SERVIÇO:
O Som das Palafitas com Geraldo Azevedo e Participação de Armandinho Macedo
Domingo, 10 de junho
18h – Abertura com cerimonial e show da banda Barracos
19h – Geraldo Azevedo – participação de Armandinho Macedo
Instituto Arte no Dique – Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube
Gratuito.

ARRAIAL DO ARTE

Em junho, no Dique da Vila Gilda, em Santos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, busca resgatar a essência da Festa de São João. Com barracas que oferecerão os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, o projeto visa fomentar a cadeia produtiva local e tem apelo turístico.



No espaço localizado ao lado do instituto, acontecerão shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas e lá estarão barraquinhas de comidas e bebidas típicas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.



O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade. Eles que produzem a decoração da festa. “Moradores da comunidade poderão ocupar as barracas e comercializar comidas e bebidas produzidas por eles mesmos. Assim, o Arraial do Arte buscará contribuir para o comércio local, além de promover o intercâmbio cultural entre as pessoas que lá vivem e moradores de outros bairros e cidades”, explica José Virgílio Leal de Figueiredo, presidente da instituição e idealizador da festa.



SERVIÇO:
Arraial do Arte
Dias 15, 16, 17, 22, 23, 24, 29 e 30 de junho e 1º de julho, sempre 19h.
Instituto Arte no Dique
Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.
Gratuito.

Sobre o Arte no Dique


O Instituto Arte no Dique desenvolve trabalho sócio cultural com a população do Dique da Vila Gilda na Zona Noroeste de Santos. Tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região.?

O projeto é desenvolvido numa das regiões de maior vulnerabilidade social da cidade, com uma população de 22 mil habitantes vivendo em condições precárias, em palafitas à beira do mangue, sobre o Rio Bugre.

Atualmente, a instituição oferece oficinas de percussão, dança, capoeira, teatro, customização, costura, taekwondo e inclusão digital, além de dezenas de atividades ao longo do ano, como apresentações musicais, espetáculos teatrais, sessões de filmes, workshops, etc, atendendo mais de 600 pessoas da região.

Ainda em 2018 será inaugurado o Restaurante das Palafitas, espaço de refeições populares que visa extinguir a fome naquela região.

Maiores informações: www.artenodique.org e www.facebook.com/artenodique.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: domingo, 03 jun 2018 17:31Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
  • Cultura   Lazer   Arte no Dique   
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Banda A Cor do Som se apresenta no projeto O Som das Palafitas do Arte no Dique

O projeto O Som das Palafitas do Instituto Arte no Dique tem levado ao público grandes nomes da música brasileira como Hamilton de Holanda, Luiz Caldas, Armandinho Macedo e Geraldo Azevedo. E retorna em 29 de julho, um domingo, com A Cor do Som. A abertura da noite ficará a cargo do grupo santista Barracos.

 

Segundo o jornalista Antônio Carlos Miguel, especialista na área musical com 40 anos de carreira e membro votante do Grammy Latino, A Cor do Som é “caso raro de grupo que se mantém unido e criativo em quatro décadas de carreira. O repertório de ‘40 anos’ tanto aponta para o futuro, com cinco canções novas, quanto reafirma o passado original da banda, em sete regravações de clássicos tirados de seus primeiros álbuns. O resultado é vintage, fiel ao estilo criado por Armandinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias; e contemporâneo, em refinada produção do Roupa Nova Ricardo Feghali (que também participou no piano ou nas programações e dividiu os arranjos com A Cor do Som).

 

Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com  Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa - e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.

           

Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias ‘Meu caminho é chão e céu’ (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.

 

Após dois discos instrumentais de grande repercussão junto à crítica, ‘A Cor do Som’ (1977) e ‘Ao vivo’ (registro do show no Festival de Jazz de Montreux, em julho de 1978), as portas se abriram de vez para o grupo quando Armandinho, Dadi e Mú também assumiram os microfones. Parcerias deles com, entre outros, Moraes Moreira e Fausto Nilo ou composições feitas especialmente para A Cor por Caetano e Gil garantiram as altas execuções nas emissoras de rádio e TV e os shows lotados por todo o Brasil.

 

Sucesso sem precedentes que durou por cerca de cinco anos, até o grupo ser atropelado pelo rock da geração seguinte. A partir do século XXI, o original som d’A Cor, que antecipava a mistura do rock com ritmos brasileiros, voltou a ser valorizado, citado como referência por muitos dos artistas que surgiram depois. Reconhecimento que é celebrado agora em “40 anos”. Como os bons vinhos, A Cor do Som soa melhor ainda com o passar do tempo, e brinda com esse diversificado leque de convidados.”

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: domingo, 08 jul 2018 23:18Atualizado em: segunda-feira, 01 jan 1900 00:00
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