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Feira Criativa Misturô

Uma excelente opção de passeio e compras surge na Vila Prudente, recheada de opções de comida, roupas, acessórios e artesanato. 

Criada por Ector Caires e Caique Diegues, a feira tem como objetivo unir divulgação de talentos com geração de renda, tendo na feira os mais variados produtos como peças de vestuário, artesanato, costura criativa, design, decoração e muitos outros. O espaço também contará com área de alimentação recheada de novidades.

A entrada é franca e o ambiente é Pet Friendly, então é possível passear com toda a familia incluindo seu bichinho de estimação. 


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O local do evento é Avenida Zelina, 720, Vila Prudente, São Paulo/SP e o evento acontecerá no dia 21/07 das 10hs as 17hs. Durante a feira haverá muita música e diversão. Para saber mais, acompanhe as redes sociais da Feira e o site oficial

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: terça-feira, 17 jul 2018 22:09
  • Bazar   Feira   Misturo   
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Banda A Cor do Som se apresenta no projeto O Som das Palafitas do Arte no Dique

O projeto O Som das Palafitas do Instituto Arte no Dique tem levado ao público grandes nomes da música brasileira como Hamilton de Holanda, Luiz Caldas, Armandinho Macedo e Geraldo Azevedo. E retorna em 29 de julho, um domingo, com A Cor do Som. A abertura da noite ficará a cargo do grupo santista Barracos.

 

Segundo o jornalista Antônio Carlos Miguel, especialista na área musical com 40 anos de carreira e membro votante do Grammy Latino, A Cor do Som é “caso raro de grupo que se mantém unido e criativo em quatro décadas de carreira. O repertório de ‘40 anos’ tanto aponta para o futuro, com cinco canções novas, quanto reafirma o passado original da banda, em sete regravações de clássicos tirados de seus primeiros álbuns. O resultado é vintage, fiel ao estilo criado por Armandinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias; e contemporâneo, em refinada produção do Roupa Nova Ricardo Feghali (que também participou no piano ou nas programações e dividiu os arranjos com A Cor do Som).

 

Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com  Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa - e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.

           

Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias ‘Meu caminho é chão e céu’ (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.

 

Após dois discos instrumentais de grande repercussão junto à crítica, ‘A Cor do Som’ (1977) e ‘Ao vivo’ (registro do show no Festival de Jazz de Montreux, em julho de 1978), as portas se abriram de vez para o grupo quando Armandinho, Dadi e Mú também assumiram os microfones. Parcerias deles com, entre outros, Moraes Moreira e Fausto Nilo ou composições feitas especialmente para A Cor por Caetano e Gil garantiram as altas execuções nas emissoras de rádio e TV e os shows lotados por todo o Brasil.

 

Sucesso sem precedentes que durou por cerca de cinco anos, até o grupo ser atropelado pelo rock da geração seguinte. A partir do século XXI, o original som d’A Cor, que antecipava a mistura do rock com ritmos brasileiros, voltou a ser valorizado, citado como referência por muitos dos artistas que surgiram depois. Reconhecimento que é celebrado agora em “40 anos”. Como os bons vinhos, A Cor do Som soa melhor ainda com o passar do tempo, e brinda com esse diversificado leque de convidados.”

 

 

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Bazar de Variedades Gastronômico e Cultural volta para mais uma edição

O Bazar de Variedades Gastronômico e Cultural volta em mais uma edição, repleta de artigos ótimos de decoração, vestuário e alimentação. Entre os expositores, teremos produtos de moda, semi-jóias, decoração, artesanato, massagens, além de ampla área com os mais deliciosos doces e salgados da região.

A feira não só movimenta a região da Igreja Nossa Senhora de Aparecida como fomenta o comércio local e artesanal, permitindo que novos empreendedores possam dar seguimento a seus negócios. Ao frequentar feiras e bazares você está ajudando a economia local, bem como obtendo itens únicos feitos artesanalmente com carinho e capricho que só são possíveis de encontrar neste tipo de ambiente. 

O bazar acontece nos dias 07/07 das 15h as 21h e no dia 08/07 das 11h as 21h. Lá acontecerão sorteios para os visitantes, além de ser possível doar alimentos e agasalhos durante todos os dias do evento. O local é Praça N.S. Aparecida 614. Além disso, acontecerão apresentações de dança e música de grupos culturais. Vale a pena conferir!


 

 

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Santos Film Fest abre inscrições para voluntários

O 3º Santos Film Fest – Festival de Filmes de Santos se aproxima e a organização do evento abre inscrições para voluntários. Estudantes de cinema, comunicação, amantes da sétima arte, pessoas com experiência em monitoria, produção, cobertura audiovisual, mídias digitais, texto e interessados devem enviar email para santosfilmfest@gmail.com ou mensagem in box na página do facebook, até 20 de julho com nome completo, RG, idade, área de atuação, cidade onde reside, telefone e carta de interesse dizendo o por que deseja fazer parte da equipe. Após análise dos perfis os organizadores entrarão em contato. Para estudantes universitários são certificados de atividade extra curricular.

A terceira edição do festival acontecerá de 28 de agosto a 5 de setembro, com programação gratuita em pelo menos 15 espaços da cidade e refletirá a “Agenda 2030 da ONU e seus 17 objetivos", tema definido logo após a segunda edição, ocorrida em outubro de 2017. Inclusão, igualdade de direitos (entre raças, gêneros, etc), meio ambiente, combate ao preconceito, sustentabilidade e erradicação da fome são alguns dos temas abordados pela curadoria.

Mais de 70 filmes, entre nacionais e estrangeiros (França, Canadá, Suécia, entre outros países), serão exibidos. Os homenageados serão o crítico de cinema santista Rubens Ewald Filho e a cineasta Eliane Caffé. Acontecerão pré-estreias – já confirmadas dos longas “Odinei Ribeiro: O Narrador de Emoções”, “SP: Crônicas de uma Cidade Real”, “Ferrugem” e “Benzinho” - e sessões inclusivas, exposições, bate-papos com profissionais renomados da área, oficinas formativas, virada cinematográfica com café da manhã, apresentações musicais.

Em breve o festival anunciará a seleção de curtas, médias e longas-metragens que participarão da mostra do voto popular.

O festival é realizado por CineZen Cultural e tem co-realização da Prefeitura de Santos.

 

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: terça-feira, 03 jul 2018 21:51
  • Festival   Cinema   Santos   
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Exposição fotográfica em Santos retrata visita da personagem Pippi Meialonga: da Suécia, país da Copa de 58, à Vila Belmiro

Assim como no Brasil, 1958 foi um ano marcante também na Suécia. Foi quando a escritora infanto-juvenil sueca Astrid Lindgren obteve seu primeiro grande reconhecimento internacional, a Medalha Hans Christian Andersen por seu livro “Pippi à Bordo”.

Décadas após, em 1999, a autora foi eleita em consulta do jornal Aftonbladet, a figura mais influente do século XX em seu país. Uma vasta obra literária, traduzida para mais de 70 idiomas, e cada vez mais apreciada no Brasil.

Coincidentemente, também, em 1958, o menino Edson Arantes do Nascimento, então com 17 anos, era escalado pela primeira vez na Seleção Brasileira, naCopa do Mundo realizada no país de Astrid.

O notável desempenho da Seleção, especialmente o de Pelé, surpreendeu o mundo e projetaram em âmbito internacional aquele que seria o brasileiro mais conhecido em todos os tempos. Curiosamente, os adversários do Brasil na final foram os anfitriões suecos, que, até hoje, reconhecem no vice-campeonato, seu maior resultado e motivo de grande orgulho nacional.

Elementos que tornaram a partida, realizada em 29 de junho, em certa medida, o marco inicial das relações culturais entre Brasil e Suécia.

Para homenagear Astrid Lindgren, promover sua obra e lembrar os 60 anos de um época inesquecível para a amizade Brasil-Suécia, a personagem mais emblemática da escritora, Pippi Meialonga, aporta em Santos, berço da arte de Pelé, para uma viagem lúdica pelas paisagens e pela cultura.

A partir de sexta-feira, 29 de junho, com abertura de 12h às 18h, chega ao Museu Pelé a exposição fotográfica “Pippi em Santos”, com fotos de Paulo Villar e curadoria de Rodrigo Accioly.

Para interpretar a menina ruiva mais forte do mundo, a escolha dos realizadores recaiu sobre Flavinha Scanuffo, 12 anos, destaque na edição de 2017 do realityThe Voice Kids, na TV Globo.

Durante sua aventura, Pippi encontra o “Canhão da Vila” Pepe, bicampeão mundial com a seleção brasileira em 1958 e 1962 e segundo maior artilheiro da história do  Alvinegro Praiano, que a convida a visitar a Vila Belmiro, onde encontram nos “Peixinhos da Vila” – meninos da categoria sub-11 do Santos FC. Com eles, acontece uma mágica reconstituição da partida final de seis décadas atrás.

O evento é uma realização da M31 Produções com apoio de Volvo Cars, BrazilCham Sweden, Santos Futebol Clube, Prefeitura de Santos e Companhia das Letras.

Sobre Pippi Meialonga
Apresentada no livro homônimo de 1945, Pippi era uma personagem bastante curiosa. Seus cabelos eram vermelhos como o fogo e ela os amarrava em duas tranças bem apertadas. Também vestia duas meias bem compridas, e calçava um par de sapatos muitos números maiores que seus pés. Para prover suas necessidades tinha um baú cheio de moedas de ouro, aspecto que, aliado a uma força física descomunal atribuiu à personagem um grau de independência revolucionário na época: "Pippi é uma menina que tem poder. Isto é extraordinário, pois leva a criança a pensar que, se fosse a Pippi poderia dizer a seus pais: Não faça isso!"; "Pippi tem o poder, mas não abusa dele, o que é mais difícil quando se tem nas mãos", disse a escritora em 1985.

Com Pippi Meialonga, Astrid Lindgren foi precursora de movimentos que se consolidaram décadas mais tarde. Uma personagem icônica que traz em si, o poder feminino e o antidoto para o preconceito e o bullying.

Serviço: 
Lançamento “Pippi em Santos”
Presenças do fotógrafo Paulo Villar, do curador Rodrigo Accioly, da atriz Flavinha Scanuffo e do ex-jogador Pepe
Sexta-feira, 29 de junho, 12h às 18h
Museu Pelé - Largo Marquês de Monte Alegre, s/n - Valongo, Santos - SP, 11010-260
Gratuito

- Depois a exposição segue até 15 de setembro, no horário de funcionamento do museu, de terça a domingo, das 10h às 19h (R$ 10 a entrada, a bilheteria fecha 17h).

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quinta-feira, 21 jun 2018 10:14Atualizado em: quinta-feira, 21 jun 2018 15:31
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