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De infantis só os produtos

A programação infantil praticamente sumiu das emissoras essencialmente comerciais abertas de TV. Antes, era comum você ter programas, desenhos, seriados e às vezes períodos inteiros do dia dedicados aos pequenos. Uma exceção é a TV Cultura, de São Paulo, justamente por sua característica.

Com os programas, foram junto também os comerciais feitos para vender produtos para as crianças, como brinquedos e guloseimas. A legislação publicitária apertou o cerco e, sem programas, não havia como fazer peças publicitárias.

Quem acompanha os canais por assinatura com programação 100% infantil nota que a história é diferente. Mas raramente algum comercial é produzido no Brasil. Geralmente ele vem em inglês ou espanhol, é dublado e são necessárias todas aquelas observações sobre o brinquedo. Parecem saídos de uma linha de montagem de uma fábrica.

Para matar a saudade de quem conheceu e cobiçou - e algumas vezes conseguiu ganhar - muitos brinquedos porque viu na TV, o blog Arquivos1000 traz de seu canal no YouTube um intervalo de 20 de junho de 1987 do programa Disneylandia, exibido na ocasião aos domingos pela Rede Globo.

Como o nome diz, o programa mostrava os personagens nas produções do consagrado estúdio. Nos intervalos, claro, produtos para o público infanti de um tempo que internet, certamente a principal vitrine para os pequenos, era coisa que nem a ficção científica trataval. Melhor que detalhar é clicar no link e assistir!

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY

 

 

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  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: sexta-feira, 17 abr 2020 21:34Atualizado em: sexta-feira, 17 abr 2020 21:52
  • Comerciais   produtos   infantis   
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Senna, um piloto em cena nos comerciais

Nos 10 anos em que pilotou na Fórmula 1, de 1984 a 1994, o piloto Ayrton Senna era uma espécie de midas: tudo que tocava, virava ouro.

A ousadia nas pistas do brasileiro era aguardada a cada fim de semana que houvesse uma corrida de Fórmula 1 ao redor do mundo. Ainda mais se chovesse.

A habilidade ao volante nem sempre se convertia em desenvoltura na frente das câmeras para atuar em comerciais, embora Ayrton fosse um emérito brincalhão com as luzes desligadas. Mas a condição de midas se revelava aí: sem tantas caras e bocas fazia o seu papel.

O patrocinador mais longevo da carreira de Ayrton Senna certamente foi o Banco Nacional, que o acompanhou na Lotus, na Mc Laren e na Williams.

O piloto foi garoto-propaganda da instituição financeira até sua morte, em 1 de maio de 1994, na curva Tamburello, no GP de San Marino, na Itália. Ironicamente, o banco faliu no ano seguinte e seus ativos ficaram com o Unibanco, hoje parte do Itaú.

Confira um comercial do Banco Nacional de 1990 que mostra Ayrton Senna fora das pistas, mas impossível de passar despercebido em qualquer ambiente e sempre disposto a deixar o seu autógrafo.

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY

 

 

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