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Senna, um piloto em cena nos comerciais

Nos 10 anos em que pilotou na Fórmula 1, de 1984 a 1994, o piloto Ayrton Senna era uma espécie de midas: tudo que tocava, virava ouro.

A ousadia nas pistas do brasileiro era aguardada a cada fim de semana que houvesse uma corrida de Fórmula 1 ao redor do mundo. Ainda mais se chovesse.

A habilidade ao volante nem sempre se convertia em desenvoltura na frente das câmeras para atuar em comerciais, embora Ayrton fosse um emérito brincalhão com as luzes desligadas. Mas a condição de midas se revelava aí: sem tantas caras e bocas fazia o seu papel.

O patrocinador mais longevo da carreira de Ayrton Senna certamente foi o Banco Nacional, que o acompanhou na Lotus, na Mc Laren e na Williams.

O piloto foi garoto-propaganda da instituição financeira até sua morte, em 1 de maio de 1994, na curva Tamburello, no GP de San Marino, na Itália. Ironicamente, o banco faliu no ano seguinte e seus ativos ficaram com o Unibanco, hoje parte do Itaú.

Confira um comercial do Banco Nacional de 1990 que mostra Ayrton Senna fora das pistas, mas impossível de passar despercebido em qualquer ambiente e sempre disposto a deixar o seu autógrafo.

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