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Ana Cañas, o talento reconhecido

Ana Cañas é prova viva de que nunca é tarde para o sucesso. Paulistana, ela estreou no cenário musical aos 27 anos de idade, em 2007, com o álbum “Amor e Caos” e sua versão para "Coração Vagabundo" (Caetano Veloso), que integrou a trilha sonora da novela “Beleza Pura”.

Em 2009 lançou o álbum “Hein?”, com a música "Esconderijo", de sua autoria, que integrou a trilha sonora de “Viver a Vida”. Essa canção tem clip em película dirigido por Selton Mello. Ainda em 2009 gravou com Nando Reis a música "Pra você guardei o Amor" (Nando Reis), dueto que se tornou hit nacional.

Em 2012 lançou “Volta”, com versões para "Rock And Roll" (Led Zeppelin) e músicas autorais como "Será Que Você me Ama?" e "Urubu Rei", dentre outras. Realizou o show "Coração Inevitável", com direção e iluminação de Ney Matogrosso e lançado em DVD em 2013.

Em 2015 Ana Cañas lançou seu primeiro álbum totalmente autoral, "Tô na Vida", gravado ao vivo. Em 2016 estrou nos cinemas ao participar do longa-metragem "Amores Urbanos", dirigido por Vera Egito e onde interpreta a homossexual Duda. Ana Cañas prossegue em 2017 a sua bem sucedida trajetória artística, com agenda repleta de eventos.

Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: terça-feira, 24 out 2017 10:36Altualizado em: terça-feira, 24 out 2017 18:23
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Há 50 anos, 'Ponteio' vencia o 3º Festival da MPB

Sou fã dos discos de vinil. À época do CD, remei contra a maré: aproveitei as doações e a queda drástica dos preços e ampliei ainda mais a minha discoteca. E foi revendo alguns dos álbuns antigos que me deparei com um LP, de 1967, intitulado “3º festival da música popular brasileira” (assim mesmo, tudo ‘caixa baixa’, ou letra minúscula, como queira).

Chamado pela revista Veja de “o festival que mudou a música popular brasileira”, esse importante evento mexeu com o país e acirrou as torcidas para este ou aquele compositor, disputas sempre fundamentadas na qualidade das letras e das composições musicais.

Basta lembrar que o grande vencedor daquela noite histórica, em outubro de 1967, portanto, há 60 anos, foi Edu Lobo, com 24 anos de idade, e a sua canção “Ponteio”.

Atrás dele, vieram "Domingo no Parque" (Gilberto Gil) – intérpretes: Gilberto Gil e Os Mutantes; “Roda Viva" (Chico Buarque) – intérpretes: Chico Buarque e MPB4; "Alegria, Alegria" (Caetano Veloso) – intérpretes: Caetano Veloso e Beat Boys; "Maria, Carnaval e Cinzas" (Luiz Carlos Paraná) – intérprete: Roberto Carlos; e "Gabriela” (Francisco Maranhão) – intérpretes: MPB4. Elis Regina levou o Prêmio Melhor Intérprete com "O Cantador" (Dori Caymmi e Nelson Motta).

Um momento marcante foi quando Sérgio Ricardo, interpretando sua composição “Beto Bom de Bola”, irritado com as vaias, quebrou o violão e arremessou-o contra o público. Foi desclassificado.

A indiscutível importância do 3º Festival da MPB, realizado pela TV Record de São Paulo, mereceu a produção de um documentário: “Uma Noite em 67”, lançado em 2010 e dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil. Para quem ainda não viu, vale a pena conferir.

Marco Damy é jornalista e músico.

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: quarta-feira, 18 out 2017 12:31Altualizado em: quinta-feira, 19 out 2017 17:58
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Renato Vianna, o talento que surpreende

Havia pensado em escrever sobre os antigos festivais de música brasileira e de como através deles surgiram tantos e tão importantes cantores e compositores, muitos dos quais ainda hoje ocupam lugar de destaque no cenário musical.

Ao mesmo tempo, pensava: qual mecanismo estará substituindo esses eventos na divulgação dos novos nomes da música popular? Meu raciocínio clareou quando recebi mensagem de uma das minhas filhas: “Pai, publica essa!! Linda!”.

Pesquisei a sugestão e constatei que o músico indicado na mensagem acumula quase 21 milhões de visualizações (YouTube) em sua canção intitulada “João de Barro” e que, no vídeo sugerido, se apresenta perante Maria Gadú e seus músicos e amigos, todos boquiabertos.

Confesso que não conhecia a trajetória desse jovem cantor/compositor Renato Vianna, mas a sua música vibrante e bem elaborada me agradou. E, aos 23 anos, certamente ainda tem muito para apresentar.

Outra constatação: sem dúvida, a internet é espetacular veículo de difusão e conhecimento. Especialmente quando há sintonia entre as ideias. Como deixou psicografado o médium Chico Xavier: “O pensamento, a formular-se em ondas, age de cérebro a cérebro.” (André Luiz).

Sendo assim, o texto sobre os festivais e seus lançamentos fica para próxima oportunidade. Desta vez, o espaço vai para Renato Vianna.

*Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: quinta-feira, 12 out 2017 11:35Altualizado em: sexta-feira, 13 out 2017 16:49
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The Killers alcança o topo da Billboard pela primeira vez

O The Killers chegou pela primeira vez no topo da parada norte-americana Billboard 200 ontem (2). A banda teve 118 mil cópias de seu novo álbum 'Wonderful Wonderful' vendidas em sua primeira semana de lançamento. O disco ainda superou novos lançamentos do rapper Macklemore e da cantora de R&B Jhene Aiko.

O novo álbum de Macklemore, 'Gemini', estreou com a segunda colocação, com 51 mil álbuns vendidos, e 'Trip', de Jheine Aiko, ficou em quinto lugar, vendendo 37 mil unidades.

Na parada Digital Songs, medidor de vendas de singles pela internet, a banda Imagine Dragons, foi do quarto ao primeiro lugar, com a venda de 65 mil cópias do seu álbum 'Thunder'.

The Killers é uma banda americana de rock, formada em 2002, conhecida pelo sucesso das músicas 'Human', 'Spaceman', 'Mr. Brightside' e 'Don’t Shoot me Santa'. O quinto álbum, 'Wonderful Wonderful' começou a ser trabalhado no final de 2015.

A parada da Billboard 200 mostra as músicas mais tocadas de diferentes gêneros, levando em consideração unidades de venda de álbuns, venda de músicas (10 músicas equivalem a um álbum) e atividade de streaming (1500 reproduções equivalem a um álbum).

 

 

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  • Publicado por: Michella Maciel
  • Postado em: terça-feira, 03 out 2017 12:25Altualizado em: terça-feira, 03 out 2017 16:47
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Anelis Assumpção, a filha de Itamar

Filha de Itamar Assumpção, Anelis Assumpção, 37 anos, já demarcou território na música brasileira. Começou aos 18 anos, acompanhando seu pai. Integrou o grupo DonaZica, ao lado de Iara Rennó e Andréia Dias. Somente em 2007 iniciou a sua própria carreira.

O impulso principal veio justamente do licenciamento dos direitos autorais sobre as obras do seu pai, para a edição da coleção “Caixa Preta”, que lhe rendeu recursos necessários para, em 2011, gravar o seu primeiro álbum, “Sou Suspeita, Estou Sujeita, não Sou Santa”, lançado em CD e vinil.

Seu estilo mescla influências de dub, reggae, afrobeat, rap, música de cabaré, samba e bossa nova e uma de suas características são as parcerias com familiares, como a irmã Serena Assumpção e a filha Rubi Assumpção.

“Estou sonhando”, canta Anelis Assumpção em seu álbum de estreia.

*Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: terça-feira, 03 out 2017 09:47Altualizado em: terça-feira, 03 out 2017 18:40
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