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O dia em que a guitarra chorou

Era 18 de setembro de 1970. Dia ensolarado em Santos. Numa época distante da comunicação via satélite, do computador pessoal, do telefone celular e do jornalismo instantâneo, a notícia rapidamente se espalhou: "Jimi Hendrix morreu!”.

O impacto da informação entre os que apreciavam esse genial guitarrista foi brutal. Fossem simplesmente ouvintes ou integrantes de conjuntos musicais (assim eram chamadas as bandas ou grupos), muitos foram às ruas em buscas de detalhes ou de confirmação.

Era fato. As caixas de som colocadas às janelas de algumas casas e apartamentos, tocando “Purple Haze”, confirmavam a perda irreparável. Jimi Hendrix, 27 anos, após três anos de estrondoso sucesso, foi beijar o Céu! Ao mundo, restou sua obra fantástica.

*Marco Damy é jornalista e músico.

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 22 set 2017 11:09
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Tulipa Ruiz, o sucesso que nasceu em Santos

Uma nova geração de músicos vem abrindo espaço e firmando nome no cenário musical. Alguns trazem tradição familiar, embora apresentem trabalhos inéditos e construam sua própria trajetória livres de influências.

Outros conquistaram públicos distintos, quase sempre utilizando as redes sociais, sem deixar de lado as demais oportunidades que surgiram no percurso para apresentarem suas composições e seus talentos vocais e instrumentais. Uma dessas gratas revelações é Tulipa Ruiz.

Nascida em Santos, a cantora e compositora ostenta no YouTube cerca de 8 milhões de visualizações no clipe “Só sei dançar com você”, da Unha de Gato Produções. Acaso? Não. Talento puro. Caso contrário, não repetiria o feito com outras canções e outros clipes, como em “É”, com mais de 1 milhão de visualizações e em “Dia a Dia, Lado a Lado”, onde ela e Marcelo Jeneci já obtiveram mais de 2 milhões de visualizações.

Seu primeiro show aconteceu em 2009, no Teatro Oficina. Seis anos depois, em 2015, Tulipa Ruiz teve “Dancê” (seu 3º álbum de estúdio) indicado ao Grammy Latino, vencendo na categoria de “Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro”. É a nova geração impulsionando a Música Popular Brasileira.

*Marco Damy é jornalista e músico.

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 15 set 2017 20:20
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'Bad' e o desafio de superar o insuperável

Com apenas 29 anos, ele tinha o mundo a seus pés após lançar, em 1982, o disco "Thriller", o mais vendido da história, mas com "Bad", de 1987 e que hoje completa três décadas de lançamento, Michael Jackson enfrentou o desafio de voar ainda mais alto e ultrapassar o que parecia insuperável.

"Havia muita tensão, porque sentíamos que estávamos competindo contra nós mesmos", explicou o rei do pop na autobiografia "Moonwalk", publicada em 1988. "Não importa como você veja, as pessoas sempre comparariam 'Bad' com 'Thriller'. Podia sempre dizer 'ah, esqueça Thriller', mas ninguém fará isso", acrescentou Jackson, antes de admitir que, no fundo, toda aquela expectativa era para ele "uma leve vantagem", porque seu melhor trabalho era realizado sempre "sob pressão".

Seus fãs tiveram que esperar cinco anos para saborear a continuação de "Thriller", um fenômeno mundial que, segundo o Guinness Book, o livro dos recordes, continua sendo o disco mais vendido da história, com 66 milhões de cópias. O revolucionário videoclipe de "Thriller", que mudou as regras da promoção musical, enormes sucessos como "Beat It" e "Billie Jean", e os oito Grammy que o álbum conquistou confirmaram o status de grande astro de Jackson nos anos 80, com concorrência à altura apenas de Madonna e Prince na época.

"Por que levei tanto tempo para fazer 'Bad'? A resposta é que Quincy Jones (seu lendário colaborador) e eu decidimos que este álbum tinha que ser tão próximo à perfeição quanto humanamente possível. Um perfeccionista tem que respeitar seu tempo: dar forma, moldar e esculpir essa coisa até que seja perfeita. Não pode abandoná-la antes de estar satisfeita, não pode", comentou Jackson.

O certo é que, no período entre "Thriller" e "Bad", o rei do pop não ficou ocioso, algo nada estranho para um artista que começou como menino prodígio sob os cuidados do selo Motown e que viveu a juventude sem tirar o pé do acelerador. Em 1984, ele retomou a parceria com os irmãos no grupo Jackson Five para o disco "Victory". No ano seguinte, fez a quatro mãos com Lionel Richie o single beneficente "We Are The World", e também em 1985 adquiriu o lucrativo catálogo de músicas dos Beatles, uma jogada de mestre no campo dos negócios, mas que arruinou sua amizade com Paul McCartney.

Fechados no estudo, Jackson e sua equipe decidiram que, para o novo disco, queriam mostrar uma face mais dura do cantor, mais afiada, mais direta, como se viu no clipe de "Bad" que, dirigido por Martin Scorsese, mostrava o rei do pop envolvido em brigas de rua contra um jovem Wesley Snipes.

"Toda a agitação (na sua vida) estava começando a se acumular, por isso lhe disse que pensava que era o momento de que ele fizesse um disco muito honesto, compondo todas as canções", afirmou o produtor Quincy Jones em uma entrevista publicada ontem pela revista "Rolling Stone". "Bad" chegou às lojas em 31 de agosto de 1987 e incluía baladas românticas como "I Just Can't Stop Loving You", assim como as insinuantes "The Way You Make Me Feel", e a elétrica "Smooth Criminal".

O disco também contou com a colaboração de Stevie Wonder em "Just Good Friends", e suas sessões de gravação tiveram espaço ainda para uma música de Jackson cantada em espanhol: uma versão de "I Just Can't Stop Loving You" que, após a tradução encarregada ao panamenho Rubén Blades, foi batizada como "Todo Mi Amor Eres Tú".

"Bad" vendeu mais de 30 milhões de discos e estabeleceu um novo recorde ao colocar cinco singles de um mesmo álbum no número 1 da lista de sucessos, uma marca que em 2010 foi igualada por Katy Perry com "The Tourist".

Mas a genialidade e o talento do astro dividiam espaço com sua vulnerabilidade e timidez, como pode ser visto no documentário "Bad 25" (2012), de Spike Lee, em que os seus colaboradores tratam o músico como uma delicada jarra de porcelana de incalculável valor colocada na borda de uma mesa.

"Bad" levou Jackson à sua primeira grande turnê mundial, com espetaculares resultados artísticos e financeiros, mas este disco também encerrou sua trilogia irreparável, após "Off The Wall" (1979) e "Thriller", e encaminhou o artista aos anos 90 de escândalos e escassa sorte musical. Foi como se, após ter conquistado o Everest, não lhe restasse vontade de voltar a escalar nenhuma outra montanha.

 

 

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  • Publicado por: #Santaportal
  • Postado em: terça-feira, 05 set 2017 09:29
  • Michael Jackson   Bad   
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O insubstituível Paulo Silvino

Há pessoas que são realmente insubstituíveis. Outras surgirão, mas nenhuma outra fará tão bem o que esta realizou. Esse é o caso do ator Paulo Silvino, perda irreparável para a comedia brasileira, cuja memória preservará os engraçadíssimos personagens que ele criou e representou.

Porém, o que Paulo Silvino e seus personagens têm a ver com uma coluna dedicada à Música?
Filho do ator, cantor, compositor e radialista Silvino Neto, Paulo Silvino (ou, Silvino Júnior) aos 21 anos decidiu criar um conjunto musical, gravar um disco e ingressar na nova onda que surgia no Brasil: a Bossa Nova.

Para isso, convidou alguns amigos: o pianista Eumir Deodato, com 17 anos de idade; o violonista Durval Ferreira, com 24, e o flautista Altamiro Carrilho, o decano do grupo, com 36, além do baixista Alfredinho e do baterista Fernando Costa. E deu início ao projeto.

Com a ideia na cabeça e algumas canções em mãos, procurou a gravadora Copacabana onde, além da autorização para gravar um LP, acabou adquirindo o reforço de Claudete Soares. Isso mesmo: a famosa cantora da Bossa Nova até então era conhecida como a “Princesinha do Baião”. Mas, queria engajar-se ao novo estilo musical. A saída foi juntar-se ao grupo de garotos.

Assim, suas duas primeiras gravações de Bossa Nova estão no LP “Nova Geração em Ritmo de Samba”, idealizado por Paulo Silvino. Das 12 músicas desse hoje raro LP, Paulo Silvino canta cinco e assina sete como autor e coautor. Claudete gravou “A Fábula Que Educa” (Eumir Deodato, Orlann Divo e Paulo Silvino) e “Sambop” (Durval Ferreira e Maurício Eihorn).

O LP completo está disponível neste link. Vale a pena conferir.

*Marco Damy é jornalista e musico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: segunda-feira, 28 ago 2017 15:44
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Aretha Franklin, de 75 anos, quer abrir casa de shows para cantar "depois que se aposentar"

A cantora aretha franklin, um ícone da soul music, está pensando em abrir sua própria casa de shows na cidade americana de Detroit. A artista, de 75 anos, quer usar o lugar para ‘cantar de vez em quando’ e convidar artistas amigos para se apresentar depois que ela se aposentar. Ela só não disse quando isso vai acontecer, já que aos 75 anos ela está com a carreira de vento em popa.

Aretha nasceu em 1942 e ganhou, durante sua carreira, 18 prêmios grammy e lançou sucessos como ‘I Say a Little Prayer’ (a canção do vídeo abaixo) e ‘Respect’.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: segunda-feira, 28 ago 2017 15:35Altualizado em: segunda-feira, 28 ago 2017 15:39
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