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David Bowie: A Viagem do Camaleão

136 milhões de álbuns vendidos. Isso, por si só, poderia definir a magnífica trajetória musical do cantor londrino David Robert Jones, mundialmente conhecido como David Bowie. Porém, para o “Camaleão do Rock”, ainda é pouco.

Em 50 anos de carreira, David Bowie criou e imortalizou diversos personagens, desde 1969, quando se projetou internacionalmente com a canção “Space Oddity”, registrando a história do astronauta “Major Tom” e sua crise depressiva durante a missão espacial.

Em 1972, o “Camaleão” retornou ainda mais ousado, com a figura de “Ziggy Stardust”, andrógino e extravagante, interpretando o sucesso “Starman”, do aclamado álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders from Mars”.

Pronto. Não havia mais barreiras para David Bowie. Fosse com o rosto maquiado e desenhado com cores extravagantes e purpurina, fosse com ternos de corte clássico ou casacos de couro e calças rasgadas, havia sempre multidão para assisti-lo em seus shows e milhões de compradores para qualquer um dos seus 26 álbuns lançados (quanto mais antigos e raros, mais caros).

E quem viveu como um meteoro também surpreendeu na despedida. David Bowie morreu em Manhattan no dia 10 de janeiro de 2016, dois dias após completar 69 anos de idade e de lançar seu último álbum em vida: “Blackstar”. Da doença incurável que o vitimou (da qual ele soube 18 meses antes de morrer) fez questão de mantê-la em sigilo.

No Reino Unido, David Bowie foi premiado com nove Discos de Platina, 11 de Ouro e oito de Prata. Nos Estados Unidos, onde encerrou a sua viagem, conquistou cinco discos de Platina e sete de Ouro. Esse foi o verdadeiro e único “Camaleão do Rock”.

* Marco Damy é jornalista e músico

 


 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: segunda-feira, 15 jan 2018 16:30
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Britânica ou americana? America e suas canções inesquecíveis

É correto dizer que um grupo musical é norte-americano, por seus integrantes serem estadunidenses? Ou britânico, por eles terem morado, formado a banda e feito sucesso internacional a partir da Inglaterra? A questão surgiu recentemente, quando publiquei n’A Barca do Conde um post sobre a banda America, baseado em informações fornecidas pelo Wikipedia, que classifica o grupo como “uma banda britânica de folk rock muito popular no início e meio dos anos 1970”.

Ronaldo Soriano, meu amigo de longa data, curtiu a publicação, mas observou: “Estudavam na Inglaterra e começaram a banda lá, mas são americanos...”. Em parte, ele tem razão. De acordo com a Wikipedia, “Gerry Beckley, Dan Peek e Dewey Bunnell eram três americanos muito jovens, que na época em que foram descobertos (por Jerry Lordan), em 1970, viviam em Londres”.

Aprofundei a pesquisa. Na “Enciclopédia do Rock”, da editora Três, publicada pela revista SomTrês na década de 1980, encontrei a informação de que “todos o seus integrantes estudaram na mesma escola, em Londres, e eram filhos de americanos residentes na Inglaterra, sendo que Gerry Beckley e Dan Peek nasceram nos Estados Unidos e Dewey Bunnel, na Inglaterra”.

Informação correta é importante. No caso do America, que continua “na estrada”, polêmicas à parte, restam suas inesquecíveis canções, sempre presentes na programação da 107,7 Santa Cecília FM, conforme bem lembrou o Gustavo Klein.

Uma amostra desse excelente repertório é a música “A Horse With No Name”, do álbum “America”, o primeiro do grupo, lançado em 1971 e ainda hoje um grande sucesso musical. Aproveite!

*Marco Damy é jornalista e músico



 


 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 05 jan 2018 12:35Atualizado em: sexta-feira, 05 jan 2018 23:32
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Cantora Shakira adia novamente turnê mundial

A cantora colombiana Shakira adiou mais uma vez sua turnê, que estava prevista para começar agora em janeiro, para julho. A razão é o problema nas cordas vocais que tirou a artista também do estúdio. É a segunda vez que a turnê ‘El Dorado World Tour’ é adiada, pela mesma razão.

A previsão é que ela começasse em novembro, depois foi adiada para janeiro e agora para julho. Por causa das novas datas, os shows da cantora em toda a América Latina – incluindo o Brasil – devem ficar para o segundo semestre.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: terça-feira, 02 jan 2018 15:02Atualizado em: terça-feira, 02 jan 2018 18:09
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Marcelo Jeneci: "Pra sonhar"

Sonhar é importante. É fundamental para a vida. Porém, o sonho termina quando se acorda. Aí, sim, para realizar o que se sonhou, é preciso estar consciente, agir, formar e transformar a realidade. Marcelo Jeneci parece ser dessas pessoas que alimentam seus sonhos com a busca pela realização. E tem alcançado seus objetivos com grande êxito.

Nascido em 1982 na Cohab de Guaianazes, Zona Leste de São Paulo, teve seus primeiros contatos com a música ouvindo rádio com sua mãe. E também graças ao seu pai, pernambucano, que trabalhava consertando aparelhos eletrônicos e instrumentos musicais.

Daí a tocar sanfona no grupo de Chico César foi um pulo. Em sua carreira, Marcelo Jeneci compôs com Vanessa da Mata, José Miguel Wisnik e Paulo Neves, Luiz Tatit e Arnaldo Antunes. E teve canções gravadas por Arnaldo Antunes e Leonardo e, também, por Zélia Duncan. “Feito para Acabar”, seu primeiro álbum, foi considerado um dos melhores discos de 2010. “De Graça”, de 2013, seu segundo álbum, foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira de 2014.

Assim, acumulando sucessos, Marcelo Jeneci tem mais de 18,2 milhões de visualizações em seu vídeo clipe “Pra Sonhar”, no qual ele conta com a participação vocal da cantora paulistana Laura Lavieri.

Marcelo Jeneci não sentou e esperou seu sonho. Foi realizá-lo.

*Marco Damy é jornalista e músico

 


 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 29 dez 2017 21:19Atualizado em: sexta-feira, 05 jan 2018 23:32
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'Blue Christmas': a canção de Natal do Rei do Rock

O Natal é, sem dúvida, uma data comemorativa muito especial. Até o Rei do Rock, Elvis Presley, deixou à posteridade a sua versão de uma canção natalina: "Blue Christmas".

Composta por Billy Hayes e Jay W. Johnson, a música foi gravada pela primeira vez em 1948, por Doye O'Dell, e ganhou outras três gravações distintas em 1949. Porém, foi na voz de Elvis que ficou mundialmente famosa, em 1957, apenas três anos após o Rei iniciar a sua carreira musical.

Naquele ano, foi lançado nos Estados Unidos da América um compacto duplo (duas músicas de cada lado do disco de vinil), intitulado “Elvis Sings Christmas Songs”, contendo: “Blues Christmas” e "Santa Bring My Baby Back (To Me)" (lado um); "Santa Claus Is Back in Town" e "I'll Be Home for Christmas" (lado dois).

Em 1964, “Blues Christmas” foi lançado como single, repetindo o sucesso em vários países. Dessa maneira, o ainda jovem cantor Elvis Aaron Presley (Tupelo – Mississippi / USA, 08 de janeiro de 1935 — Memphis – Tennessee / USA, 16 de agosto de 1977), que iniciara sua carreira em 1954 e já conquistara o público com canções como "Hound Dog", "Jailhouse Rock" e "Blue Suede Shoes", deixou também a sua marca registrada em uma canção de Natal.

* Marco Damy é jornalista e músico

 


 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: segunda-feira, 18 dez 2017 10:17Atualizado em: quinta-feira, 21 dez 2017 22:07
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