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'A Noite', de Tiê

Neta da atriz Vida Alves, que fez história na teledramaturgia brasileira como protagonista do primeiro beijo em uma telenovela, em 1951, a cantora Tiê também começa a registrar a sua própria história, como cantora e compositora.

Nascida em São Paulo em março de 1980, Tiê Gasparinetti Biral cursou relações públicas e estudou canto em Nova York. Foi modelo e chegou a atuar num comercial premiado em Cannes.
Mas, foi após conhecer o cantor e compositor Toquinho que ela gravou com ele a sua primeira canção e viajaram em turnê no Brasil e na Europa.

Em 2009, Tiê lançou seu primeiro álbum, 'Sweet Jardim', com a colaboração de Toquinho. Seu segundo álbum, 'A Coruja e o Coração' (2011) foi indicado à categoria Revelação do Prêmio Multishow / 2010 e teve shows no Brasil, além de Nova Iorque, Londres, Paris, Berlim e Barcelona.

Seu terceiro álbum, 'Esmeraldas' (2014) teve como carro chefe a canção 'A Noite', parte da trilha sonora da novela 'I Love Paraisópolis'. No canal YouTube, o vídeo clipe dessa canção já ultrapassou 18 milhões de acessos.
Recentemente, Tiê lançou o single 'Mexeu Comigo', canção para o seu quarto álbum, cujo clipe tem cenas gravadas em Santos.

Aqui, você confere 'A Noite', de Tiê.

* Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 17 nov 2017 11:19
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Coldplay encerra na Argentina a terceira turnê mais lucrativa da história da música

O Coldplay, que passou pelo Brasil este mês com diversos shows que levantaram público e crítica, encerrou na Argentina a turnê de 'A Head Full of Dreams' e conquistou um grande feito: foi a terceira turnê mais lucrativa e rentável de toda a história da música.

Chris Martin e a banda faturaram nada menos que US$ 500 milhões. Com a cifra impressionante, ficam atrás apenas do U2 na turnê de 360, que conseguiu US$ 760 milhões. O segundo lugar é um absurdo de tão impressionante, já que foi conquistado há 40 anos pelos Rolling Stones. Quando a inflação era muito mais baixa e os preços bem menores, Mick Jagger, Keith Richards e sua turma também faturaram US$ 500 milhões com a turnê de 'A Bigger Bang'.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 17 nov 2017 10:14Altualizado em: sexta-feira, 17 nov 2017 20:51
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Do You Wanna Dance?

Sucesso internacional nas décadas de 1960 e 1970, o cantor e compositor nova-iorquino Johnny Rivers completou 74 anos de idade no dia sete de novembro. No auge de sua carreira, entre 1964 e 1977, registrou nove canções no Top 10 da Billboard Hot 100 e outras 17 no Top 40, vendendo milhões de álbuns.

Músicas como "Secret Agent Man", "Poor Side of Town" e "Baby I Need Your Lovin’“ marcaram gerações. Porém, a maior surpresa na carreira de Johnny Rivers ocorreu justamente aqui, no Brasil, onde uma de suas gravações pouco conhecida no exterior conquistou êxito estrondoso, sendo de execução obrigatória aonde houver baile. Composta, gravada e lançada inicialmente por Bobby Freeman, em 1958, "Do You Want To Dance?" chegou às paradas de sucesso brasileiras na voz de Johnny Rivers, em 1968, como “Do You Wanna Dance?”. E o sucesso foi imediato.

Foi essa canção que inspirou Michael Sullivan e Paulo Massadas a escreverem “Whisky a Go Go”, gravada pela banda Roupa Nova em 1984 (também presença marcante nos bailes por todo país).

Graças a essa música, Johnny Rivers foi o primeiro artista internacional a tocar no "Canecão", no Rio de Janeiro, na década de 1970. E a sua fama, por aqui, ainda perdura.

Em 1998, realizou concerto gratuito para mais de 60 mil pessoas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. E voltou ao país em 2008 e 2010, com série de apresentações em São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Vitória.

“Do You Wanna Dance?” foi gravada por Cliff Richard & the Shadows, em 1961, pelos Beach Boys, em 1965, por Bette Midler, em 1972, e até pelos Ramones. Entretanto, sem qualquer sombra de dúvida na memória dos brasileiros a versão que está definitivamente registrada é a de Johnny Rivers.

* Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 10 nov 2017 10:43
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Zé Miguel Wisnik, mestre na música e na literatura

Zé Miguel Wisnik é um exemplo de pessoa bem sucedida nas distintas atividades profissionais que escolheu para exercer em sua vida.  Nascido em São Vicente, no dia 27 de outubro de 1948, registrado com o nome José Miguel Soares Wisnik, é músico, compositor e ensaísta. Estudou Piano Clássico por muitos anos e apresentou-se como Solista, pela primeira vez, aos 17 anos, com a Orquestra Municipal de São Paulo.

Porém, no momento de escolher seu curso de nível superior, optou pela Faculdade de Letras. Foi na USP que gradou-se em 1970, tornou-se Mestre em 74 e Doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada em 1980. É Professor de Literatura Brasileira na mesma Universidade.

Na Música, Wisnik tem quatro discos gravados e desde 2005 realiza shows com a participação do músico e compositor Arthur Nestrovski, dentre outros, garantindo público fiel no Brasil e no exterior.

Além de seus discos, livros, ensaios e aulas, compõe para Cinema (“Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas), Teatro (“As Boas”, “Hamlet” e “Mistérios Gozosos”, para o Teatro Oficina, e “Pentesiléias”, de Daniela Thomas, dirigida por Bete Coelho) e Dança, com trilhas sonoras para o grupo Corpo: “Nazareth” (1993), “Parabelo” (1997), em parceria com Tom Zé; “Onqotô” (2005), com Caetano Veloso e “Sem Mim” (2011), com Carlos Nuñez, sobre canções de Martín Codax.

“Feito Pra Acabar” é uma das pérolas com que Zé Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski nos presenteiam. Desfrute!

Marco Damy é jornalista e músico

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: sexta-feira, 03 nov 2017 11:05
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Há 48 anos os Beatles lançavam Abbey Road, último álbum gravado pelo grupo

Há 48 anos os Beatles lançavam seu último álbum gravado em estúdio. Já cheio de conflitos internos, conflitos e brigas, o quarteto lançou um de seus melhores trabalhos e certamente o que tem a capa mais conhecida, com os quatro andando em uma faixa de pedestres da rua que dá nome ao álbum.

Foi em Abbey Road também que George Harrison se firmou como grande compositor que sempre foi. Um dos maiores clássicos da banda, composto por ele, é a grande faixa do disco: Something, que você confere no video que ilustra esta matéria.

Todas as canções dos Beatles são clássicas, mas este é pródigo em números 1 das paradas: além de Something, temos 'Here Comes the Sun' (também de Harrison), a ácida Come Together (composição típica de John Lennon) e a emocional Golden Slumbers (melhor contribuição de Paul ao disco).

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: terça-feira, 31 out 2017 11:22Altualizado em: terça-feira, 31 out 2017 19:19
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