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“Eu não sei como amá-lo”

"I dont know how to love him” ("Eu não sei como amá-lo") é uma canção da ópera rock “Jesus Christ Superstar”, de 1970, escrita por Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letras), autores da peça, e interpretada pela personagem Maria Madalena.

É uma das raras canções que tiveram duas gravações simultâneas alcançando o Top 40 da lista Hot 100 da revista Billboard, na década de 1970, com as interpretações distintas de Helen Reddy e de Yvonne Elliman.

A versão original da melodia foi lançada, com letras diferentes, em 1967, com o título "Kansas Morning". Em janeiro de 1970, quando Webber e Rice completaram a peça, o agente David Land comprou por 50 libras os direitos de “Kansas Morning”, garantindo o sucesso dessa canção, então definitivamente intitulada “I don’t know how to love him”.

Em junho de 1970, a música foi gravada pela atriz e cantora havaiana Yvonne Elliman, aos 19 anos de idade, no Olympic Studios de Londres, enquanto ela representava Maria Madalena.

Desde então, “I don’t know how to love him” tem sido universalmente aclamada como o ponto alto da trilha sonora de “Jesus Christ Superstar”, desde o lançamento oficial do álbum, em setembro de 1970.

Yvonne Elliman cantou-a primeiro na produção da Broadway, que estreou no Mark Hellinger Theatre em 12 de outubro de 1971 e, depois, na versão cinematográfica britânica de 1973, dirigida pelo canadense Norman Jewison.

Aprecie Yvonne Elliman interpretando “I don’t know how to love him”, em cena do filme “Jesus Christ Superstar”.

*Marco Damy é jornalista e músico.

 

Jesus Christ Superstar

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: domingo, 01 abr 2018 10:29Atualizado em: segunda-feira, 02 abr 2018 09:21
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Bee Gees: Dos shows nas ruas ao sucesso mundial

Na lista Billboard Hot 100, eles aparecem dentre os oito artistas com mais canções em 1º lugar e com o maior número de canções em 1º lugar na década de 1970, conquistando a 2ª posição dentre aqueles com mais canções consecutivas (6) em 1º lugar entre 1975 e 1979 e o 3º lugar dentre os que ocuparam simultaneamente o 1º e 2º lugares nas paradas.

Os Bee Gees venderam mais de 220 milhões de discos e foram incluídos no Hall da Fama dos Grupos Vocais, no Hall da Fama do Rock and Roll, no Hall da Fama dos Compositores e ganharam dez prêmios Grammy. Somente Elvis Presley, The Beatles, Michael Jackson e Paul McCartney os superaram em recordes e vendas.

Essa é a história real de três dos cinco filhos do casal de músicos regionais ingleses Hugh Gibb e Barbara Pass, que nasceram entre 1946 (Barry) e 1949 (os gêmeos Robin e Maurice) na Ilha de Man, no mar da Irlanda, e ainda muito pequenos cantavam nas ruas para ajudar nas despesas domésticas.

Em1958, após o nascimento do 5º filho, a família emigrou à Austrália, onde os três irmãos, apesar da pouca idade, começaram a cantar em clubes noturnos. Em 1959, já participavam de programas de televisão. Em 1966, por sugestão de um DJ, adotaram para o grupo o nome Bee Gees.

Em janeiro de 1967, com mais dois amigos, entusiasmados com o sucesso dos jovens The Beatles, pegaram navio rumo Inglaterra, tocando a bordo para pagar as passagens. Iniciaram assim uma carreira musical tão bem sucedida que já faz parte da História.

A fama definitiva eclodiu em 1976, quando participaram da trilha sonora do filme “Saturday Night Fever” (“Os Embalos de Sábado à Noite”, no Brasil), até então, o 5º álbum mais vendido da história da música, com 37 milhões de cópias, segundo a Billboard. 

No Brasil, a canção “I Started a Joke”, com sua triste e romântica narrativa, foi primeira dos Bee Gees a chegar na 1ª colocação, em 1968. A história do rapaz que diz “eu comecei uma piada, que fez o mundo inteiro chorar, mas eu não vi que a piada era eu” ainda hoje comove e encanta tanto os que dançaram ao som dessa música nos bailes dos anos 60/70, quanto quem a ouve pela primeira vez e tem sentimentos para apreciar sua letra e sua linha melódica.

Maurice morreu em 2003. Robin, em 2012. Barry, o mais velho dos três, dono de uma voz que tanto alcança graves quanto agudos em falsete, continua sua trajetória musical. Ao público, resta o legado espetacular de lindas e dançantes canções. 

DesfruteDesfr de uma delas: “How can you mend a broken heart”

* Marco Damy é jornalista e músico

 

Bee Gees - How Can You Mend a Broken Heart

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: segunda-feira, 26 mar 2018 21:25

Reflexões da minha vida

Todos nós temos momentos em que precisamos refletir sobre as nossas próprias vidas. Reparar equívocos, corrigir rumos, traçar novas metas é necessário para continuarmos vivendo neste mundo de cobranças permanentes.

Às vezes, a arte imita a vida. E o que se canta na música acaba por acontecer com quem a compôs. Pode ter sido o que ocorreu com o cantor escocês Dean Ford, que em 1965, aos 19 anos, mudou-se para Londres com amigos em busca de oportunidades.

Três anos depois, Dean Ford (nascido Thomas McAleese) e seus amigos do grupo Marmalade lançaram a canção “Reflections of my life”, alcançando sucesso internacional.

A fama repentina e a pouca idade podem ter contribuído para que Dean Ford se entregasse ao alcoolismo e, em 1974, o grupo estava desfeito, restando apenas ele da formação original. “Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs, levem-me de volta ao meu próprio lar, todos os meus choros, sinto que estou morrendo, morrendo.” Diz um trecho da canção composta por Thomas McAleese (Dean Ford) e seu amigo Junior Campbell. “O mundo é lugar ruim, um lugar mau, um lugar terrível para viver, mas eu não quero morrer.”

Para sobreviver, Dean Ford buscou ajuda no grupo AA. E em 1986 retornou à vida e às apresentações públicas. Em 2014, lançou um novo vídeo-clip para “Reflections of my life”, juntando imagens do clip original, de 1969, com cenas e áudio atuais.

O músico e compositor revela agradecido que ainda hoje vive dos royalties dessa canção que o consagrou: “Reflections of my life”.

* Marco Damy é jornalista e músico

 

Dean Ford

 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: quinta-feira, 01 mar 2018 18:13Atualizado em: sexta-feira, 02 mar 2018 13:52

Perfil 107 de hoje tem a banda inglesa QUEEN

Hoje temos presença mais do que ilustre no perfil 107: John Deacon, Roger Taylor, Brian May e Freddie Mercury! O Queen, banda inglesa fundada em 1970 por um grupo de estudantes de música da Ealing Art College, de Londres. O primeiro trabalho chegou apenas em 1973 mas eles explodiram, mesmo, com aquele que é considerado seu melhor trabalho: o álbum ‘A Night at the Opera’, de 1975, que entre outros sucessos trazia este clássico absoluto do rock: 'Bohemian Rhapsody'.

Ainda na década de 70, uma canção forte, que é conhecida por suas batidas iniciais: 'We Will Rock You'.

Viajamos agora até 1980 e a uma canção que quase se tornou tema do filme rocky 3: ‘Another One Bites The Dust’... O diretor sylvester stallone queria de todo jeito a canção ‘Another One Bites The Dust’ para tema do terceiro filme da série Rocky, um Lutador, que foi lançado em 1983.

A banda não autorizou o uso e, assim, nasceu outro clássico dos anos 80, ‘Eye of The Tiger’, da banda Survivor. Mas o assunto aqui é queen, né? vamos ouvir outra grande canção deles? a eufórica ‘Don’t Stop Me Now’, considerada por um estudo britânico ‘a música mais feliz do mundo’, e que refletia o estilo de vida do vocalista freddie mercury no período em que foi lançada, o fim dos anos 70...

 


 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 31 jan 2018 12:42Atualizado em: quinta-feira, 01 fev 2018 09:13
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David Bowie: A Viagem do Camaleão

136 milhões de álbuns vendidos. Isso, por si só, poderia definir a magnífica trajetória musical do cantor londrino David Robert Jones, mundialmente conhecido como David Bowie. Porém, para o “Camaleão do Rock”, ainda é pouco.

Em 50 anos de carreira, David Bowie criou e imortalizou diversos personagens, desde 1969, quando se projetou internacionalmente com a canção “Space Oddity”, registrando a história do astronauta “Major Tom” e sua crise depressiva durante a missão espacial.

Em 1972, o “Camaleão” retornou ainda mais ousado, com a figura de “Ziggy Stardust”, andrógino e extravagante, interpretando o sucesso “Starman”, do aclamado álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders from Mars”.

Pronto. Não havia mais barreiras para David Bowie. Fosse com o rosto maquiado e desenhado com cores extravagantes e purpurina, fosse com ternos de corte clássico ou casacos de couro e calças rasgadas, havia sempre multidão para assisti-lo em seus shows e milhões de compradores para qualquer um dos seus 26 álbuns lançados (quanto mais antigos e raros, mais caros).

E quem viveu como um meteoro também surpreendeu na despedida. David Bowie morreu em Manhattan no dia 10 de janeiro de 2016, dois dias após completar 69 anos de idade e de lançar seu último álbum em vida: “Blackstar”. Da doença incurável que o vitimou (da qual ele soube 18 meses antes de morrer) fez questão de mantê-la em sigilo.

No Reino Unido, David Bowie foi premiado com nove Discos de Platina, 11 de Ouro e oito de Prata. Nos Estados Unidos, onde encerrou a sua viagem, conquistou cinco discos de Platina e sete de Ouro. Esse foi o verdadeiro e único “Camaleão do Rock”.

* Marco Damy é jornalista e músico

 


 

 

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  • Publicado por: Marco Damy
  • Postado em: segunda-feira, 15 jan 2018 16:30
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